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	<title>Uníntese</title>
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	<description>A Uníntese se constitui em um Grupo Educacional focado na educação online, com abrangência nacional, ofertando formação e qualificação profissional, conteúdos e serviços educacionais inovadores, através de suas diferentes marcas.</description>
	<lastBuildDate>Tue, 19 May 2026 21:22:40 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Uníntese</title>
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		<title>Pesquisa revela impacto do skate no desenvolvimento socioemocional de jovens</title>
		<link>https://unintese.com.br/blog/skate-desenvolvimento-emocional</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduarda Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 21:22:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estudo desenvolvido por pesquisadores da Faculdade Uníntese evidenciou o potencial do skate como prática educativa e psicossocial no desenvolvimento de crianças e adolescentes em contextos de vulnerabilidade social. Publicado na revista científica Research, Society and Development, o artigo analisa como projetos sociais baseados na prática do skate podem contribuir para a construção de vínculos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O <strong><a href="https://rsdjournal.org/rsd/article/view/50758/39749">estudo</a></strong> desenvolvido por pesquisadores da Faculdade Uníntese evidenciou o potencial do skate como prática educativa e psicossocial no desenvolvimento de crianças e adolescentes em contextos de vulnerabilidade social. Publicado na revista científica Research, Society and Development, o artigo analisa como projetos sociais baseados na prática do skate podem contribuir para a construção de vínculos, fortalecimento emocional, pertencimento e desenvolvimento socioemocional de jovens participantes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pesquisa analisa impactos emocionais e sociais do skate</h2>



<p>A pesquisa, intitulada “O skate como prática educativa e psicossocial: Um relato de experiência com crianças e adolescentes em contexto de projeto social”, foi desenvolvida pelos pesquisadores Cristiane Dourado Stieler, Carmem Regina dos Santos Ferreira e Pedro Stieler. O estudo parte da compreensão de que o esporte pode ultrapassar a dimensão física e assumir papel relevante na formação humana e social, especialmente em territórios marcados por desigualdades e fragilidades sociais.</p>



<p>Segundo os autores, o skate possui características singulares que favorecem processos educativos importantes durante a infância e adolescência. Diferente de modalidades esportivas tradicionais centradas em regras rígidas e competição direta, o skate se estrutura a partir da autonomia, da criatividade, da convivência entre pares e da aprendizagem construída através das tentativas, erros e superações constantes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Acolhimento, pertencimento e vínculos afetivos</h2>



<p>O artigo destaca que, dentro do projeto social analisado, a pista de skate deixou de representar apenas um espaço esportivo e passou a funcionar como ambiente de acolhimento, reconhecimento e construção de vínculos afetivos. Ao longo das atividades, crianças e adolescentes passaram a desenvolver relações de apoio mútuo, incentivo coletivo e cooperação espontânea, fortalecendo sentimentos de pertencimento e integração social.</p>



<p>A pesquisa foi realizada a partir de uma abordagem qualitativa, utilizando observação participante e registros em diário de campo produzidos durante 12 meses de acompanhamento do projeto social. Os pesquisadores acompanharam diretamente as interações entre participantes, educadores e o próprio espaço da prática esportiva, analisando aspectos relacionados ao comportamento, às emoções e às relações construídas ao longo da experiência.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Desenvolvimento emocional e superação</h2>



<p>Entre os resultados observados, os pesquisadores identificaram avanços significativos não apenas no desenvolvimento motor dos participantes, mas principalmente em aspectos emocionais e psicossociais. A experiência com o skate favoreceu o desenvolvimento da persistência, da autorregulação emocional e da capacidade de lidar com frustrações, competências consideradas fundamentais para a formação integral de crianças e adolescentes.</p>



<p>O estudo mostra que a relação com o erro ocupa papel central nesse processo. As quedas e dificuldades inerentes à prática do skate deixam de ser percebidas como fracasso e passam a integrar o próprio percurso de aprendizagem. Segundo os autores, esse movimento contribui para que crianças e adolescentes desenvolvam maior tolerância à frustração, aprendam a persistir diante das dificuldades e fortaleçam sua autoestima.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O papel do acolhimento e dos educadores</h2>



<p>Um dos episódios relatados na pesquisa evidencia a dimensão emocional envolvida no projeto. Durante as observações, os pesquisadores acompanharam o caso de um participante identificado apenas pela letra “J”, que vivia um processo recente de luto pela perda da mãe. Após repetidas tentativas frustradas de realizar uma manobra, a criança interrompeu a atividade e começou a chorar, verbalizando sentimentos de incapacidade. Em vez de exigir a retomada imediata da prática, o educador responsável permaneceu ao lado do participante, oferecendo acolhimento emocional até que ele se sentisse seguro para tentar novamente. Posteriormente, familiares relataram que a participação no projeto contribuiu de forma significativa para que a criança superasse um quadro severo de retraimento social.</p>



<p>Para os pesquisadores, situações como essa demonstram que o skate pode atuar como mediador de processos emocionais complexos, criando possibilidades de escuta, acolhimento e reconstrução subjetiva em contextos sociais vulneráveis. O artigo também destaca que o impacto positivo da prática depende diretamente da atuação dos educadores envolvidos no projeto.</p>



<p>De acordo com o estudo, os educadores exercem papel fundamental na construção de um ambiente seguro e formativo. Mais do que ensinar técnicas esportivas, os profissionais atuam na mediação de conflitos, acolhimento das emoções e fortalecimento das relações interpessoais. A postura baseada no diálogo, na escuta e no acompanhamento contínuo contribui para que crianças e adolescentes se sintam legitimados, respeitados e encorajados a aprender.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Projetos sociais e transformação humana</h2>



<p>A análise desenvolvida pelos pesquisadores também dialoga com discussões contemporâneas sobre políticas públicas voltadas à infância e juventude. O estudo reforça que projetos esportivos sociais podem funcionar como importantes espaços de proteção, pertencimento e promoção do desenvolvimento humano, especialmente quando articulados a propostas pedagógicas estruturadas e relações afetivas consistentes.</p>



<p>Na conclusão do artigo, os autores afirmam que o skate ultrapassa a condição de atividade recreativa e se consolida como prática educativa capaz de integrar dimensões corporais, emocionais e relacionais. Para os pesquisadores da Faculdade Uníntese, iniciativas dessa natureza demonstram a importância de práticas esportivas sensíveis às necessidades humanas e sociais de crianças e adolescentes, especialmente em contextos marcados por vulnerabilidade social.</p>



<p></p>
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		<title>Workshop “Escuta, Afeto e Educação: Corpo, Emoções e Práticas Transformadoras” convida educadores a refletirem sobre o papel das emoções e do afeto na educação contemporânea</title>
		<link>https://unintese.com.br/blog/workshop-escuta-afeto-e-educacao-corpo-emocoes-e-praticas-transformadoras-convida-educadores-a-refletirem-sobre-o-papel-das-emocoes-e-do-afeto-na-educacao-contemporanea</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduarda Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 21:11:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Workshop Escuta, Afeto e Educação: uma formação para transformar a prática pedagógica A partir da experiência do workshop “Entre Afetos e Aprendizagem: Educação que transforma”, a Faculdade Uníntese lança o Workshop “Escuta, Afeto e Educação: Corpo, Emoções e Práticas Transformadoras”. O workshop escuta, afeto e educação é uma formação online que propõe uma mudança profunda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">Workshop Escuta, Afeto e Educação: uma formação para transformar a prática pedagógica</h2>



<p></p>



<p>A partir da experiência do workshop <strong><a href="https://unintese.com.br/escuta-afeto-e-educacao">“Entre Afetos e Aprendizagem: Educação que transforma”</a></strong>, a Faculdade Uníntese lança o <strong>Workshop “Escuta, Afeto e Educação: Corpo, Emoções e Práticas Transformadoras”</strong>.</p>



<p>O <strong>workshop escuta, afeto e educação</strong> é uma formação online que propõe uma mudança profunda na forma de compreender e viver a educação. Com foco na integração entre corpo, emoções e prática pedagógica, o curso oferece uma experiência formativa voltada à construção de relações mais humanas, empáticas e transformadoras no ambiente educacional.</p>



<p>Realizado de <strong>27 de maio a 01 de julho de 2026</strong>, com encontros ao vivo <strong>todas as quartas-feiras</strong>, o workshop conta com carga horária de <strong>40 horas</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Inscrição e certificação</strong></h2>



<p>A inscrição para o workshop deve ser realizada pela <a href="https://unintese.com.br/escuta-afeto-e-educacao">página oficial</a> do evento. A participação é gratuita, sendo cobrado apenas o valor referente à certificação e ao acesso aos conteúdos exclusivos da plataforma.</p>



<p>A certificação é opcional e possui custo de R$ 80,00. Para receber o certificado, o participante deverá obter, no mínimo, 75% de frequência nas atividades do workshop. O pagamento da certificação deverá ser realizado <strong>até o dia 31/05</strong>.</p>



<p>Além do certificado, o valor também garante acesso à plataforma com conteúdos exclusivos relacionados ao evento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que o workshop Escuta, Afeto e Educação é essencial hoje?</strong></h2>



<p>A educação contemporânea enfrenta desafios que vão além da transmissão de conteúdos. Questões como saúde emocional, pertencimento e qualidade das relações pedagógicas se tornaram centrais no processo de ensino-aprendizagem.</p>



<p>Nesse contexto, o workshop surge como resposta a essas demandas, propondo uma abordagem que reconhece:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>A afetividade como parte essencial da aprendizagem</strong> </li>



<li><strong>O corpo como espaço de escuta e expressão emocional </strong></li>



<li><strong>As emoções como elementos fundamentais da prática educativa</strong></li>
</ul>



<p>Essa proposta amplia o olhar educacional ao integrar teoria, experiência e prática, promovendo uma formação completa e alinhada às necessidades atuais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Objetivo do workshop</h2>



<p></p>



<p>O principal objetivo do workshop é <strong>integrar escuta, afetividade e emoções à prática educativa</strong>, contribuindo para a construção de ambientes escolares mais humanos, empáticos e transformadores.</p>



<p>Entre os objetivos específicos, destacam-se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Compreender a afetividade como dimensão da educação</strong></li>



<li><strong>Desenvolver estratégias de regulação emocional </strong></li>



<li><strong>Refletir sobre práticas pedagógicas humanizadas</strong></li>



<li><strong>Analisar o impacto das emoções na cultura escolar</strong><br></li>
</ul>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que você vai aprender no workshop</h2>



<p>O conteúdo é estruturado em <strong>seis módulos formativos</strong>, que abordam desde fundamentos teóricos até aplicações práticas no cotidiano educacional:</p>



<p><strong>Módulos do curso:</strong></p>



<p><strong>1. Fundamentos da Educação Afetiva<br>2. Corpo, Emoções e Escuta Sensível<br>3. Emoções Difíceis e Cuidado Emocional<br>4. Emoções Expansivas, Sentido e Pertencimento<br>5. Práticas Educativas Afetivas<br>6</strong>. <strong>Cultura Escolar e Transformação Afetiva</strong></p>



<p>Os conteúdos envolvem temas como <strong><em>comunicação não violenta, empatia, mediação de conflitos, pertencimento e desenvolvimento emocional</em></strong>, elementos essenciais para uma educação mais consciente e eficaz.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem são os professores</h2>



<p>O workshop conta com especialistas que atuam diretamente em suas áreas:</p>



<p><strong>Prof.ª Ma. Bruna Trasel</strong><br><strong>Prof. Me. Pedro Stieler</strong><br><strong>Psicóloga Ellen Caroline Garcia</strong></p>



<p>A presença da psicóloga contribui com uma abordagem aprofundada sobre emoções e cuidado emocional, ampliando a compreensão dessas dimensões no processo educativo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como funciona o workshop</h2>



<p>A formação é <strong>100% online</strong>, com aulas ao vivo via Zoom e suporte pela plataforma AVA, garantindo flexibilidade e acompanhamento do aprendizado.</p>



<p>A metodologia inclui:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aulas ao vivo com interação </li>



<li>Leituras orientadas</li>



<li>Atividades reflexivas</li>



<li>Avaliações com feedback automático</li>
</ul>



<p>Para certificação, é necessário <strong>mínimo de 75% de participação</strong> nas atividades.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Para quem é o workshop Escuta, Afeto e Educação</h2>



<p>O workshop é voltado para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Educadores e professores </li>



<li>Acadêmicos da área da educação </li>



<li>Profissionais da educação </li>



<li>Comunidade em geral interessada no tema</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Por que participar?</h2>



<p>Participar do Workshop “Escuta, Afeto e Educação: Corpo, Emoções e Práticas Transformadoras” é investir em uma formação que vai além do conteúdo técnico.</p>



<p>Mais do que aprender conceitos, você será convidado a transformar sua prática e contribuir para uma educação mais humana, inclusiva e significativa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Garanta sua inscrição</h2>



<p>Garanta sua vaga e faça parte dessa transformação na educação.<br>Invista em uma formação que conecta conhecimento, emoção e prática.<br>Link de inscrição: <a href="https://unintese.com.br/escuta-afeto-e-educacao">https://unintese.com.br/escuta-afeto-e-educacao</a></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Acadêmica da Uníntese analisa o impacto do intérprete de Libras no desempenho de estudantes surdos</title>
		<link>https://unintese.com.br/blog/interprete-libras-inclusao-escolar</link>
					<comments>https://unintese.com.br/blog/interprete-libras-inclusao-escolar#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduarda Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 19:54:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo de acadêmica da Uníntese mostra como a presença do intérprete de Libras transforma a inclusão e o desempenho escolar A inclusão de estudantes surdos na educação básica brasileira tem avançado nos últimos anos, impulsionada pelo reconhecimento da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e pelo fortalecimento de políticas públicas. No entanto, garantir acesso real à [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">Estudo de acadêmica da Uníntese mostra como a presença do intérprete de Libras transforma a inclusão e o desempenho escolar</h3>



<p>A inclusão de estudantes surdos na educação básica brasileira tem avançado nos últimos anos, impulsionada pelo reconhecimento da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e pelo fortalecimento de políticas públicas. No entanto, garantir acesso real à aprendizagem ainda é um desafio dentro das salas de aula.</p>



<p>É nesse contexto que a acadêmica do curso de <strong><a href="https://unintese.com.br/letras-libras-bacharel">Bacharelado em Letras-Libras</a> </strong>da Faculdade Uníntese, <strong>Sara Daniela Conceição de Oliveira Souza</strong>, desenvolveu <a href="https://rsdjournal.org/rsd/article/view/50568"><strong>uma pesquisa</strong></a> que analisa o papel do intérprete de Libras na inclusão escolar.</p>



<p>O estudo investiga como a <strong>mediação linguística impacta diretamente a aprendizagem, a participação em sala e o desenvolvimento acadêmico de estudantes surdos</strong>, trazendo dados concretos da prática educacional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a pesquisa foi realizada</h2>



<p>A investigação acompanhou, durante um ano letivo, duas alunas surdas matriculadas nos anos finais do ensino fundamental em uma escola pública.</p>



<p>A metodologia incluiu:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Observações em sala de aula</li>



<li>Entrevistas com professores </li>



<li>Análise das práticas pedagógicas</li>
</ul>



<p>O objetivo foi compreender, na prática, <strong>como a presença (ou ausência) do intérprete de Libras interfere no processo de ensino-aprendizagem</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Antes e depois do intérprete: o que mudou</h2>



<p>Os resultados evidenciam uma diferença significativa no ambiente escolar.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Comunicação limitada </li>



<li>Baixa compreensão dos conteúdos </li>



<li>Participação reduzida </li>



<li>Aulas centradas na cópia do quadro</li>
</ul>



<p>Depois da presença da intérprete:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Maior compreensão dos conteúdos </li>



<li>Participação ativa em sala </li>



<li>Interação com colegas </li>



<li>Avanços na leitura e escrita </li>



<li>Mais autonomia das estudantes</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Desafios que ainda permanecem</h2>



<p>Apesar dos avanços, a pesquisa aponta limitações importantes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Falta de materiais didáticos adaptados </li>



<li>Ausência de planejamento conjunto entre professores e intérprete </li>



<li>Necessidade de formação continuada docente</li>
</ul>



<p>O estudo reforça que <strong>a inclusão não depende de um único profissional, mas de uma atuação integrada entre escola, professores e gestão</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entrevista com a autora da pesquisa</h2>



<p>A seguir, Sara Daniela compartilha reflexões sobre o estudo:</p>



<p><strong>O que te motivou a pesquisar a atuação do intérprete de Libras no contexto educacional?</strong></p>



<p>“A minha motivação nasceu da necessidade de compreender melhor como a mediação linguística realmente impacta o acesso à aprendizagem. Eu percebia diferenças significativas na participação de estudantes surdos dependendo da atuação do intérprete.”</p>



<p><strong>Em que momento você percebeu que esse tema precisava ser investigado com mais profundidade?</strong></p>



<p>“Essa necessidade ficou evidente quando percebi que muitas decisões pedagógicas eram tomadas sem considerar o papel do intérprete de Libras. Faltavam estudos que mostrassem o que acontece na prática, dentro da sala de aula.”</p>



<p><strong>Como foi acompanhar, durante um ano letivo, duas alunas surdas em uma escola pública?</strong></p>



<p>“Foi uma experiência transformadora. Ao longo do ano letivo, pude observar não só o desenvolvimento das alunas, mas também as dificuldades e conquistas diárias.”</p>



<p><strong>Quais foram os principais desafios observados antes e depois da presença da intérprete?</strong></p>



<p>“Antes da intérprete, havia barreiras visíveis: comunicação limitada, pouca participação e insegurança das estudantes. Depois, ficou evidente a ampliação do acesso ao conteúdo, maior autonomia e interação mais ativa na escola.”</p>



<p><strong>O que mais te marcou nos relatos dos professores?</strong></p>



<p>“O que mais me marcou foi perceber o quanto muitos professores desejam incluir, mas não sabem como fazê-lo sem apoio.”</p>



<p><strong>Quais transformações concretas a pesquisa evidenciou?</strong></p>



<p>“As principais transformações foram o aumento da participação nas aulas, maior compreensão dos conteúdos e a criação de um ambiente mais acolhedor.”</p>



<p><strong>Na sua visão, o que essa pesquisa revela sobre o papel do intérprete?</strong></p>



<p>“O intérprete atua como ponte cultural e pedagógica. Não se trata apenas de traduzir palavras, mas de mediar sentidos, contextos e relações sociais.”</p>



<p><strong>Por que esse estudo é importante para escolas e gestores?</strong></p>



<p>“O estudo ajuda gestores e educadores a entenderem que o intérprete não é um extra, mas um profissional essencial para garantir equidade.”</p>



<p><strong>O que você espera que leitores e instituições repensem a partir desse trabalho?</strong></p>



<p>“Espero que repensem as práticas de inclusão e reconheçam a importância de investir em equipes bilíngues.”</p>



<p><strong>Principais aprendizados da pesquisa</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A comunicação é o fator central da inclusão</li>



<li> O intérprete transforma a participação do aluno surdo</li>



<li> Há impacto direto na aprendizagem </li>



<li>Professores evoluem com apoio adequado</li>



<li> A inclusão ainda enfrenta barreiras estruturais</li>



<li> O trabalho precisa ser coletivo</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Inclusão vai além da presença</h2>



<p>A pesquisa reforça um ponto essencial: <strong>inclusão não é apenas estar na sala de aula, é aprender de verdade</strong>.</p>



<p>Garantir esse direito exige:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mediação linguística qualificada </li>



<li>Formação docente contínua </li>



<li>Integração entre profissionais</li>
</ul>



<p>Ao evidenciar o papel do intérprete de Libras, o estudo amplia o debate sobre educação inclusiva e aponta caminhos para tornar a inclusão uma prática real, e não apenas um discurso.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Uníntese promove o 2º Encontro Nacional de Docência: reflexões sobre os desafios da educação contemporânea</title>
		<link>https://unintese.com.br/blog/encontro-nacional-docencia-2026-unintese</link>
					<comments>https://unintese.com.br/blog/encontro-nacional-docencia-2026-unintese#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduarda Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 20:41:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://unintese.com.br/?p=7284</guid>

					<description><![CDATA[<p>Evento online da Faculdade Uníntese reúne especialistas para discutir práticas, inclusão e inovação na formação docente O evento A Faculdade Uníntese promove, entre os dias 18 e 21 de maio de 2026, o 2º Encontro Nacional de Docência – Entre Saberes e Práticas: Perspectivas da Educação Contemporânea, um evento online que convida acadêmicos, professores e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading"><em><strong>Evento online da  Faculdade Uníntese reúne especialistas para discutir práticas, inclusão e inovação na formação docente</strong></em></h3>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">O evento</h2>



<p>A Faculdade Uníntese promove, entre os dias<strong> 18 e 21 de maio</strong> de 2026, o <strong>2º Encontro Nacional de Docência – Entre Saberes e Práticas: Perspectivas da Educação Contemporânea</strong>, um evento online que convida acadêmicos, professores e profissionais da educação a refletirem sobre os desafios e as transformações da docência na atualidade.</p>



<p>Com o tema “Formação docente: desafios e perspectivas na contemporaneidade”, o encontro propõe um espaço qualificado de diálogo, troca de experiências e aprofundamento teórico-prático, fortalecendo a construção de uma prática pedagógica crítica e atualizada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Objetivo do encontro</h2>



<p>O evento tem como propósito promover a reflexão interdisciplinar sobre a prática docente, articulando teoria e prática e ampliando o olhar sobre temas emergentes da educação.</p>



<p>Além disso, busca incentivar o compartilhamento de saberes, o desenvolvimento profissional contínuo e a construção coletiva de estratégias pedagógicas que dialoguem com as demandas contemporâneas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Programação e palestras</h2>



<p>A programação reúne especialistas convidados que abordarão diferentes dimensões da docência contemporânea:</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>18 de maio</strong><br>A palestra de abertura será conduzida por Nathalia Dantas, com o tema:<br><em>“A construção da autoridade docente: entre desafios contemporâneos e o sentido pedagógico da autoridade na escola”.</em><br>A proposta é refletir sobre o papel da autoridade no contexto educacional, considerando aspectos como vínculo, respeito, planejamento e gestão da sala de aula.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>19 de maio</strong><br>A professora Patrícia Schmidt apresenta a palestra:<br><em>Para além das telas: formar para a cidadania digital em tempos de hiperconectividade</em><br>O encontro abordará a integração das tecnologias no ensino e os desafios do professor diante das novas formas de aprender.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>20 de maio</strong><br>O palestrante Alencar Shueroff conduz a discussão:<br><em>“A formação do leitor literário na Educação Básica”.</em><br>A palestra propõe uma reflexão sobre o papel da escola e do professor na formação de leitores críticos e na construção de experiências significativas de leitura.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>21 de maio</strong><br>Encerrando a programação, a professora Andrea dos Guimarães de Carvalho apresenta:<br><em>“Desenvolvimento da escrita em Língua Portuguesa e critérios de avaliação de estudantes surdos”.</em><br>A abordagem traz um olhar inclusivo, com foco no uso da Libras, no ensino bilíngue e em práticas avaliativas que respeitem as especificidades linguísticas dos estudantes surdos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Informações importantes</h2>



<p>O 2º Encontro Nacional de Docência será realizado entre os dias <strong>18 e 21 de maio de 2026</strong>, em formato <strong>totalmente online</strong>, possibilitando a participação de acadêmicos, professores e profissionais da educação.</p>



<p>As atividades acontecerão no período da noite, das <strong>19h30 às 22h</strong>, com uma programação organizada em palestras e momentos de interação com os participantes.</p>



<p>O evento possui carga horária total de <strong>40 horas</strong>. A <strong>certificação</strong> será concedida aos participantes que atingirem <strong>frequência mínima de 75%</strong>, mediante pagamento no valor de <strong>R$ 50,00</strong>.</p>



<p>As <strong>inscrições</strong> estarão abertas de <strong>22 de abril a 15 de maio</strong>, sendo o<strong> evento aberto ao público em geral.</strong></p>



<p>Como parte do compromisso com a acessibilidade, o <strong>encontro contará com intérprete de Libras</strong>, ampliando o acesso e a participação de diferentes públicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que participar?</h2>



<p>Em um cenário marcado por constantes transformações sociais, culturais e tecnológicas, repensar a docência tornou-se essencial.</p>



<p>O 2º Encontro Nacional de Docência se consolida como um espaço de construção coletiva do conhecimento, promovendo a atualização profissional, o diálogo interdisciplinar e o fortalecimento de práticas pedagógicas alinhadas às demandas da educação contemporânea.</p>



<p>Ao reunir especialistas, professores e acadêmicos, o evento amplia repertórios, fortalece conexões e contribui diretamente para a qualificação da prática docente.</p>



<p>Participar deste encontro é investir na própria formação e reafirmar o compromisso com uma educação mais consciente, inclusiva e transformadora.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Inscrição</h2>



<p>Garanta sua participação no 2º Encontro Nacional de Docência e faça parte de um espaço de reflexão, troca e construção coletiva de saberes.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Inscreva-se agora:<a href="https://unintese.com.br/segundo-encontro-nacional-de-docencia"> <strong>2º ENCONTRO NACIONAL DE DOCÊNCIA- ENTRE SABERES&nbsp; E PRÁTICAS: PERSPECTIVAS DA EDUCAÇÃO COMTEMPORÂNEA</strong></a></p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://unintese.com.br/blog/encontro-nacional-docencia-2026-unintese">Uníntese promove o 2º Encontro Nacional de Docência: reflexões sobre os desafios da educação contemporânea</a> apareceu primeiro em <a href="https://unintese.com.br">Uníntese</a>.</p>
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		<title>Entrevista com coautora de “Libras para Bebês” explica como a Libras contribui para o desenvolvimento infantil e a comunicação na primeira infância</title>
		<link>https://unintese.com.br/blog/libras-para-bebes-desenvolvimento-infantil</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduarda Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 21:15:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No livro “Libras para Bebês: 50 sinais para começar a conversar”, as autoras Nailma Paixão, Juliane O. Heyn e Elisaine Batista apresentam a Libras como um caminho para a comunicação na primeira infância, tema aprofundado nesta entrevista com uma das coautoras. A comunicação na primeira infância vai muito além da fala. Para a pedagoga, intérprete [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading"><em>No livro “Libras para Bebês: 50 sinais para começar a conversar”, as autoras Nailma Paixão, Juliane O. Heyn e Elisaine Batista apresentam a Libras como um caminho para a comunicação na primeira infância, tema aprofundado nesta entrevista com uma das coautoras.</em></h3>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="682" src="https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-18-at-17.54.32-2-1024x682.jpeg" alt="" class="wp-image-7299" srcset="https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-18-at-17.54.32-2-1024x682.jpeg 1024w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-18-at-17.54.32-2-300x200.jpeg 300w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-18-at-17.54.32-2-768x512.jpeg 768w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-18-at-17.54.32-2-960x640.jpeg 960w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-18-at-17.54.32-2.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A comunicação na primeira infância vai muito além da fala. Para a pedagoga, intérprete de Libras e especialista em neuroeducação Nailma Paixão, introduzir a Língua Brasileira de Sinais desde os primeiros meses de vida pode transformar não apenas o desenvolvimento da criança, mas também a relação com a família.</p>



<p>Coautora do livro <em>“Libras para Bebês: 50 sinais para começar a conversar”</em>, ela compartilha, em entrevista, experiências, aprendizados e reflexões sobre o impacto da Libras no desenvolvimento infantil, um tema que ainda enfrenta desconhecimento e muitos mitos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Da vivência à vocação: o início na educação de surdos</h2>



<p>A trajetória de Nailma na área começou ainda na adolescência, aos 16 anos, quando teve seu primeiro contato com a Libras em um contexto religioso. O que inicialmente era um envolvimento afetivo evoluiu para uma escolha profissional consciente.</p>



<p>Segundo ela, esse momento foi determinante para a construção de sua identidade na área da educação inclusiva:</p>



<p><em>“Percebi que não era só algo que eu gostava. Era uma vocação. Eu sentia que precisava contribuir de forma mais estruturada com a comunidade surda”,</em> relembra.</p>



<p>A decisão de transformar esse interesse em profissão marcou o início de uma jornada que, ao longo dos anos, se consolidou na formação acadêmica e na atuação prática.</p>



<p><em>“Esse passo mudou totalmente minha vida e definiu quem eu sou como profissional até hoje.”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">O cérebro do bebê e a linguagem visual</h2>



<p>Com formação em Pedagogia e especialização em Libras e Neurociência, Nailma explica que a comunicação por sinais está diretamente alinhada ao funcionamento cerebral na primeira infância, fase em que o aprendizado ocorre de forma intensamente sensorial.<br><br>De acordo com a especialista, o cérebro do bebê responde de maneira mais eficiente a estímulos visuais e corporais do que à linguagem verbal:</p>



<p><em>“O cérebro do bebê é extremamente responsivo ao visual, ao movimento e à expressão facial. A Libras utiliza exatamente essas vias naturais</em>”, explica.</p>



<p>Ela destaca que esse tipo de estímulo promove uma ativação cerebral ampla e integrada:</p>



<p><em>“São ativadas áreas motoras, visuais, linguísticas e emocionais ao mesmo tempo. Isso cria um estímulo muito rico para o desenvolvimento.”</em></p>



<p>Esse processo contribui para o desenvolvimento cognitivo, motor e emocional, tornando a Libras uma ferramenta potente desde os primeiros meses de vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Comunicação antes da fala: menos frustração, mais vínculo</h2>



<p>Um dos principais impactos observados com o uso da Libras na primeira infância está na redução das frustrações típicas da fase pré-verbal. Antes mesmo de desenvolver a fala, o bebê já pode expressar necessidades básicas por meio de sinais.</p>



<p>Na prática, isso altera significativamente a dinâmica familiar, tornando a comunicação mais clara e eficiente:</p>



<p><em>“A Libras dá ao bebê a possibilidade de se expressar antes de falar. Isso muda completamente a dinâmica familiar”</em>, afirma.</p>



<p>Ao conseguir comunicar desejos e desconfortos, o bebê passa a interagir com mais segurança:</p>



<p><em>“Quando o bebê consegue dizer ‘água’, ‘mais’ ou ‘dor’, você reduz choros, crises e insegurança. Ele se sente compreendido.”</em></p>



<p>Como consequência, há um fortalecimento direto do vínculo entre a criança e os cuidadores:</p>



<p><em>“A comunicação precoce cria uma relação mais tranquila, mais segura e muito mais conectada.”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Libras para todos os bebês, não apenas surdos</h2>



<p>Outro ponto importante destacado por Nailma é a necessidade de ampliar a compreensão sobre o uso da Libras. Ainda existe a ideia equivocada de que a língua de sinais deve ser utilizada apenas por pessoas surdas.</p>



<p>No entanto, a especialista reforça que seus benefícios são amplos e aplicáveis a diferentes perfis de crianças:</p>



<p><em>“A Libras não é exclusiva. Ela é uma ferramenta de comunicação que pode beneficiar qualquer beb</em>ê”, reforça.</p>



<p>Ela também chama atenção para um dos mitos mais recorrentes entre famílias e educadores:</p>



<p><em>“A ideia de que a Libras atrasa a fala não tem fundamento. Pelo contrário, ela ajuda a organizar a linguagem e pode até favorecer o desenvolvimento da fala.”</em></p>



<p>Para bebês ouvintes, a Libras atua como um suporte importante no processo de aquisição da linguagem:</p>



<p><em>“Ela organiza o pensamento, amplia o vocabulário e facilita a transição para a linguagem oral.”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">O livro como “passaporte para a comunicação”</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="658" src="https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-18-at-17.54.33-1024x658.jpeg" alt="Autoras: Nailma Paixão, Juliane O. Heyn e Elisaine Batista" class="wp-image-7293" srcset="https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-18-at-17.54.33-1024x658.jpeg 1024w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-18-at-17.54.33-300x193.jpeg 300w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-18-at-17.54.33-768x493.jpeg 768w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-18-at-17.54.33.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A criação do livro <em>“Libras para Bebês: 50 sinais para começar a conversar”</em> surgiu a partir de uma demanda real observada no cotidiano de famílias e instituições de ensino.</p>



<p>Segundo Nailma, a falta de materiais acessíveis dificultava a introdução da Libras na rotina com bebês:</p>



<p><em>“Muitos pais querem usar Libras, mas não sabem por onde começar. Faltam materiais acessíveis, claros e pensados para a primeira infância.”</em></p>



<p>Diante desse cenário, a proposta da obra foi desenvolver um recurso prático e funcional, capaz de facilitar o início da comunicação:</p>



<p><em>“A gente pensou em um verdadeiro ‘passaporte para a comunicação’. Um material que qualquer pessoa pudesse abrir e já começar a usar.</em>”</p>



<p>A seleção dos sinais seguiu um critério essencial: a aplicabilidade no cotidiano.</p>



<p><em>“Priorizamos sinais funcionais, que fazem parte da rotina do bebê. Aqueles que realmente resolvem situações do dia a dia.”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Inclusão, diversidade e pertencimento</h2>



<p>Além da proposta pedagógica, o livro também foi construído com um olhar atento à representatividade. A obra buscou contemplar diferentes perfis de crianças, ampliando o sentimento de pertencimento.</p>



<p>Esse cuidado aparece na composição dos personagens e nas escolhas visuais do material:</p>



<p><em>“Fizemos questão de incluir diversidade em todos os aspectos: tons de pele, tipos de cabelo, corpos e também diferentes deficiências”,</em> destaca.</p>



<p>Para a autora, esse aspecto é fundamental no processo de formação infantil:</p>



<p><em>“Queríamos que todas as crianças se vissem no livro, se reconhecessem e sentissem que pertencem.”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">O papel da família na introdução da Libras</h2>



<p>A família exerce um papel central na construção da comunicação na primeira infância. É no cotidiano que a linguagem se desenvolve, por meio de interações simples e repetidas.</p>



<p>Por isso, Nailma orienta que o processo de introdução da Libras seja natural e integrado à rotina:</p>



<p><em>“Não é sobre dar aula. É sobre viver a Libras no dia a dia.”</em></p>



<p>Ela recomenda começar com poucos sinais e priorizar situações do cotidiano:</p>



<p><em>“Dois ou três sinais já são suficientes no início. O mais importante é que eles façam parte da rotina, como ‘comer’, ‘água’ e ‘dormir’.”</em></p>



<p>Além disso, reforça a importância do respeito ao tempo da criança:</p>



<p><em>“O bebê aprende pela repetição e pelo afeto. Ele observa, compreende e, no tempo dele, começa a sinalizar.”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Muito além da linguagem: formação de crianças mais inclusivas</h2>



<p>O impacto da Libras não se limita ao desenvolvimento individual da criança. Segundo Nailma, o contato com diferentes formas de comunicação contribui para a formação de indivíduos mais sensíveis e conscientes da diversidade.</p>



<p>Esse aprendizado acontece desde cedo, de forma natural:</p>



<p><em>“Quando uma criança cresce em contato com a Libras, ela aprende desde cedo que existem diferentes formas de comunicação”.</em></p>



<p>Como resultado, desenvolve habilidades sociais importantes:</p>



<p><em>“Ela se torna mais empática, mais respeitosa e mais aberta à diversidade.”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">O futuro da Libras no Brasil</h2>



<p>Apesar dos avanços na área da inclusão, ainda existem desafios importantes para a ampliação do uso da Libras na primeira infância. A falta de informação e de formação adequada ainda limita o acesso de muitas famílias e educadores.</p>



<p>Nailma destaca que esse cenário precisa ser enfrentado com ações estruturais:</p>



<p><em>“Muitas famílias e educadores ainda não sabem que podem usar Libras com bebês. E isso limita o acesso.”</em></p>



<p>Para ela, o avanço depende de investimento em políticas públicas, formação profissional e conscientização social:</p>



<p>“Precisamos ampliar o acesso, investir em formação e romper mitos. A Libras precisa estar presente desde a primeira infância.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Libras na primeira infância: comunicação, vínculo e inclusão desde os primeiros anos</h2>



<p>Ao longo da entrevista, fica evidente que a Libras não é apenas uma alternativa de comunicação, mas uma ferramenta potente para o desenvolvimento integral da criança,fortalecendo vínculos, ampliando a aprendizagem e favorecendo a inclusão desde os primeiros anos.</p>



<p>Nesse contexto, o livro <em>“Libras para Bebês: 50 sinais para começar a conversar”</em> , de Nailma Paixão, Juliane O. Heyn e Elisaine Batista surge como um recurso acessível para famílias e educadores que desejam iniciar esse processo de forma prática e segura.</p>



<p>A obra reúne 50 sinais organizados a partir da rotina do bebê, como alimentação, sono e necessidades básicas, e conta com QR Codes que direcionam para vídeos demonstrativos, facilitando o aprendizado no dia a dia.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Acesse o livro:</strong><a href="https://www.amazon.com.br/LIBRAS-PARA-BEB%C3%8AS-NAILMA-PAIXAO/dp/6585075862/ref=asc_df_6585075862?mcid=8206c3285203355fbfb7a21d2098d1db&amp;tag=googleshopp00-20&amp;linkCode=df0&amp;hvadid=771544930994&amp;hvpos=&amp;hvnetw=g&amp;hvrand=10608519902825912210&amp;hvpone=&amp;hvptwo=&amp;hvqmt=&amp;hvdev=c&amp;hvdvcmdl=&amp;hvlocint=&amp;hvlocphy=9197317&amp;hvtargid=pla-2451837553400&amp;psc=1&amp;hvocijid=10608519902825912210-6585075862-&amp;hvexpln=0&amp;language=pt_BR"> <em>Libras para Bebês: 50 sinais para começar a conversar</em></a></p>



<p><em><strong>“A Libras não é só uma língua. É uma forma de aproximar, de acolher e de transformar a forma como a criança se relaciona com o mundo”</strong></em>, conclui Nailma.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Acadêmica da Uníntese pesquisa inclusão de crianças com TEA e destaca papel da família e da escola</title>
		<link>https://unintese.com.br/blog/academica-da-unintese-pesquisa-inclusao-de-criancas-com-tea-e-destaca-papel-da-familia-e-da-escola</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduarda Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 21:48:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O desafio da inclusão no Brasil A inclusão de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ainda é um dos grandes desafios da educação brasileira. Apesar dos avanços legais, a prática nas escolas revela dificuldades que vão desde a falta de preparo até barreiras na comunicação entre os envolvidos no processo educativo. Foi diante desse [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h2 class="wp-block-heading">O desafio da inclusão no Brasil</h2>



<p>A inclusão de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ainda é um dos grandes desafios da educação brasileira. Apesar dos avanços legais, a prática nas escolas revela dificuldades que vão desde a falta de preparo até barreiras na comunicação entre os envolvidos no processo educativo.</p>



<p>Foi diante desse cenário que a acadêmica de <strong>Pedagogia </strong>da Faculdade Uníntese, <strong>Rossana Cassol Sisti</strong>, desenvolveu uma <strong><a href="https://rsdjournal.org/rsd/article/view/50739">pesquisa</a></strong> sobre a inclusão de crianças com TEA no ensino regular, com foco na relação entre família e escola como elemento central para o sucesso desse processo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A pesquisa: inclusão além da matrícula</h2>



<p>O estudo analisa os desafios enfrentados por escolas e famílias na inclusão de crianças com TEA, destacando que esse processo vai muito além do acesso à sala de aula.</p>



<p>&#8220;<em>A pesquisa analisa os desafios da inclusão de crianças com TEA, especialmente na relação entre família e escola. Escolhi esse tema porque acredito na inclusão, mas ainda vejo muitas dificuldades. Essa parceria é essencial para o desenvolvimento real da criança.</em>”</p>



<p>A pesquisa evidencia que a inclusão efetiva depende de práticas pedagógicas adequadas, acolhimento e, principalmente, da construção de relações sólidas entre escola e família.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Família e escola: o ponto-chave da inclusão</h2>



<p>Um dos principais achados do estudo é o impacto direto da parceria entre família e escola no desenvolvimento da criança com TEA.</p>



<p><em>“Quando família e escola caminham juntas, a inclusão acontece de forma muito mais efetiva. A comunicação e o alinhamento entre os dois lados fazem toda a diferença nesse processo.”</em></p>



<p>Segundo a acadêmica, o diálogo constante permite compreender melhor as necessidades da criança, favorecendo adaptações pedagógicas e promovendo avanços significativos.</p>



<p><em>“O diálogo permite entender melhor as necessidades da criança, favorece a flexibilização curricular e promove um desenvolvimento mais significativo.”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Inclusão na prática: desafios ainda presentes</h2>



<p>Apesar da importância da inclusão, a realidade escolar ainda apresenta obstáculos importantes.</p>



<p><em>“Para que haja inclusão, a criança precisa se sentir acolhida, compreendida e participar de verdade. Também me chamou atenção a falta de preparo, informação e recursos nas escolas, mostrando a necessidade de mais formação e apoio.”</em></p>



<p>Entre os principais desafios identificados estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Falta de preparo das instituições</li>



<li>Dificuldade de comunicação entre família e professores</li>



<li>Escassez de recursos e apoio especializado</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um processo coletivo</strong></h2>



<p>A pesquisa reforça que a inclusão não é responsabilidade de um único agente, mas sim de um trabalho conjunto.</p>



<p><em>“A inclusão requer um trabalho conjunto. Professores e instituições precisam olhar para a família como parceira, fortalecendo uma rede de apoio. O diálogo permite construir estratégias mais coerentes e favorece o desenvolvimento da criança.”</em></p>



<p>Outro ponto relevante destacado no estudo é a realidade enfrentada pelas famílias.</p>



<p><em>“A busca incessante das famílias por escolas realmente preparadas e a dificuldade de construir esse diálogo mostram o quanto essa parceria ainda precisa ser fortalecida.”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um novo olhar sobre a educação inclusiva</strong></h2>



<p>Ao final, a acadêmica deixa uma reflexão importante sobre o papel dos educadores no processo de inclusão:</p>



<p><em>“Cada criança é única, com suas próprias formas de sentir, se expressar e aprender. O olhar atento do professor tem o poder de reconhecer o potencial de cada uma, respeitando seus limites. A pedagogia é, acima de tudo, um ato de amor.”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mais do que incluir, é transformar</strong></h2>



<p>A pesquisa evidencia que a inclusão de crianças com TEA não deve ser vista apenas como um cumprimento legal, mas como um compromisso real com o desenvolvimento humano.</p>



<p>Mais do que receber, é preciso acolher, compreender e adaptar. E, acima de tudo, fortalecer a parceria entre família e escola para garantir que a inclusão aconteça de forma efetiva.</p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Formado pela Uníntese, TILSP com Síndrome de Down discursa na ONU</title>
		<link>https://unintese.com.br/blog/unintese-forma-interprete-libras-onu</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduarda Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 19:47:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://unintese.com.br/?p=7267</guid>

					<description><![CDATA[<p>O intérprete de Libras com Síndrome de Down Gabriel Lourenço Silva Camargos, formado pela Uníntese, alcançou um marco histórico ao discursar na Organização das Nações Unidas (ONU), representando o Brasil na 15ª Conferência Internacional da Síndrome de Down. Gabriel é o primeiro Tradutor e Intérprete de Libras e Língua Portuguesa (TILSP) com Síndrome de Down [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O intérprete de Libras com Síndrome de Down Gabriel Lourenço Silva Camargos, formado pela Uníntese, alcançou um marco histórico ao discursar na Organização das Nações Unidas (ONU), representando o Brasil na 15ª Conferência Internacional da Síndrome de Down.</p>



<p>Gabriel é o primeiro Tradutor e Intérprete de Libras e Língua Portuguesa (TILSP) com Síndrome de Down do Brasil e também o primeiro no mundo a ocupar esse espaço em um evento internacional dessa relevância. Sua trajetória evidencia o impacto da educação acessível, da formação qualificada e das oportunidades reais no desenvolvimento profissional e pessoal.</p>



<p>Formado em <a href="https://unintese.com.br/graduacao">Comunicação Assistiva e Tradução e Interpretação da Libras/Língua Portuguesa</a>, sua caminhada é resultado de dedicação, estudo e acesso a uma formação que valoriza a prática, a inclusão e o protagonismo.</p>



<p>Mais do que um feito individual, esse momento representa um avanço importante na discussão sobre acessibilidade e inclusão. A presença de um intérprete de Libras com Síndrome de Down na ONU reforça que a participação em espaços globais deve ser construída com base em oportunidades concretas e igualdade de acesso.</p>



<p>Para a Uníntese, fazer parte dessa trajetória é motivo de orgulho institucional. A conquista de Gabriel reforça o compromisso com uma educação inclusiva, que não apenas forma profissionais, mas amplia horizontes e possibilita novas trajetórias.</p>



<p>Acreditamos que a educação é um dos principais caminhos para transformar realidades. Quando há acesso, incentivo e pertencimento, pessoas podem desenvolver seu potencial e ocupar espaços antes inacessíveis.</p>



<p></p>
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		<title>Educação Infantil em foco: formação online para qualificar as práticas pedagógicas</title>
		<link>https://unintese.com.br/blog/escola-de-educacao-infantil-unintese</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduarda Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 21:14:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Educação Infantil é a primeira etapa da Educação Básica e representa um período essencial para o desenvolvimento das crianças. É nesse momento que elas ampliam suas formas de expressão, constroem relações, exploram o mundo ao seu redor e iniciam sua trajetória escolar. Por isso, pensar a prática pedagógica na Educação Infantil exige sensibilidade, conhecimento [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Educação Infantil é a primeira etapa da Educação Básica e representa um período essencial para o desenvolvimento das crianças. É nesse momento que elas ampliam suas formas de expressão, constroem relações, exploram o mundo ao seu redor e iniciam sua trajetória escolar.</p>



<p>Por isso, pensar a prática pedagógica na Educação Infantil exige sensibilidade, conhecimento e intencionalidade. As experiências vividas pelas crianças nesse período devem valorizar as brincadeiras, as interações e as diferentes linguagens da infância, elementos fundamentais para o desenvolvimento e a aprendizagem.</p>



<p>Nesse contexto, a <strong>Escola de Educação Infantil da Uníntese</strong> surge como uma proposta de formação voltada a acadêmicos de Pedagogia e profissionais interessados em aprofundar seus conhecimentos sobre essa etapa da educação.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/1f4da.png" alt="📚" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Temas abordados na formação</h2>



<p>A formação propõe momentos de reflexão sobre temas centrais do cotidiano pedagógico na Educação Infantil, como:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>os fundamentos legais e pedagógicos dessa etapa da Educação Básica;</li>



<li>os direitos de aprendizagem e desenvolvimento das crianças;</li>



<li>as interações e as brincadeiras como eixos estruturantes da prática pedagógica;</li>



<li>a organização dos tempos, espaços, materiais e rotinas;</li>



<li>o planejamento pedagógico com intencionalidade educativa;</li>



<li>práticas inclusivas e o respeito à diversidade;</li>



<li>a observação, a documentação e o acompanhamento do desenvolvimento infantil.</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/1f393.png" alt="🎓" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Informações importantes</h2>



<p>Serão <strong>8 encontros online</strong>, realizados <strong>todas as segundas-feiras</strong>, em um espaço de estudo, diálogo e troca de experiências sobre os desafios e as possibilidades da Educação Infantil.</p>



<p>A formação será conduzida pela <strong>professora Bruna Barboza Träsel Schönwald</strong> e terá início no <strong>dia 23 de março</strong>, com encontros realizados pela plataforma <strong>Zoom</strong>.</p>



<p>Além disso, os participantes que desejarem poderão obter <strong>certificado de 40 horas</strong>, mediante pagamento e participação mínima de <strong>75% dos encontros</strong></p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Início:</strong> 23 de março<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/1f4bb.png" alt="💻" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Modalidade:</strong> encontros online via Zoom<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/1f393.png" alt="🎓" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Certificado:</strong> 40h (opcional, mediante pagamento e 75% de frequência)</p>



<h2 class="wp-block-heading"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/270f.png" alt="✏" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Inscrições</h2>



<p>As inscrições já estão abertas e as vagas são limitadas. Acesse: <a href="https://unintese.com.br/escola-de-educacao-infantil">https://unintese.com.br/escola-de-educacao-infantil</a></p>
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		<title>Evento online da Uníntese aborda como a mente influencia o bem-estar e o sucesso</title>
		<link>https://unintese.com.br/blog/evento-online-da-unintese-aborda-como-a-mente-influencia-o-bem-estar-e-o-sucesso</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduarda Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Mar 2026 14:36:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Uníntese inicia o ano letivo com um momento de reflexão e inspiração para toda a comunidade acadêmica. Nesta segunda-feira, às 19h30, será realizada a palestra “A mente da pessoa feliz: bem-estar e felicidade como base para o sucesso”, conduzida pelo professor Pedro Stieler, diretor da instituição. O encontro será transmitido ao vivo pelo canal [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>A Uníntese inicia o ano letivo com um momento de reflexão e inspiração para toda a comunidade acadêmica. Nesta segunda-feira, às <strong>19h30</strong>, será realizada a palestra <strong>“A mente da pessoa feliz: bem-estar e felicidade como base para o sucesso”</strong>, conduzida pelo <strong>professor Pedro Stieler</strong>, diretor da instituição.</p>



<p>O encontro será transmitido <strong>ao vivo pelo canal da Uníntese no YouTube</strong> e é <strong>aberto ao público em geral</strong>, permitindo que estudantes, profissionais e interessados no tema participem deste momento especial que marca o início de um novo ciclo acadêmico.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Felicidade e bem-estar como base para o sucesso</h2>



<p>Durante a palestra, o professor abordará como felicidade e bem-estar não são apenas estados emocionais momentâneos, mas fatores que influenciam diretamente a forma como pensamos, tomamos decisões e construímos nossa trajetória pessoal e profissional. A partir de estudos e reflexões, serão apresentados conceitos que ajudam a compreender como o cérebro humano responde às emoções, aos desafios e às experiências do dia a dia.</p>



<p>Pesquisas na área da neurociência indicam que emoções positivas, senso de propósito e equilíbrio emocional contribuem para o desenvolvimento de habilidades como <strong>r</strong>esiliência, criatividade, foco e produtividade. Dessa forma, o bem-estar mental se torna um elemento essencial não apenas para uma vida mais saudável, mas também para alcançar resultados e sucesso de forma mais sustentável e significativa.</p>



<p>A proposta do encontro é provocar uma reflexão sobre como cultivar uma mentalidade mais consciente e positiva, capaz de lidar com as exigências da vida moderna sem abrir mão da qualidade de vida. Em um cenário cada vez mais dinâmico e desafiador, compreender o funcionamento da mente e desenvolver hábitos que favoreçam o equilíbrio emocional pode ser um diferencial importante para estudantes, profissionais e líderes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Evento marca o início do ano letivo da Uníntese</h2>



<p>Além de marcar o início do ano letivo, a palestra reforça o compromisso da Uníntese com uma formação que valoriza não apenas o conhecimento técnico, mas também o desenvolvimento humano, emocional e social.</p>



<p>A transmissão contará com intérpretes de Libras, ampliando o acesso ao conteúdo para diferentes públicos.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/1f4c5.png" alt="📅" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Data:</strong> Hoje<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/23f0.png" alt="⏰" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Horário:</strong> 19h30<br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/1f4cd.png" alt="📍" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Transmissão:</strong> <strong><a href="https://www.youtube.com/live/Qdh3EwxUn7o" type="link" id="https://www.youtube.com/live/Qdh3EwxUn7o">Canal da Uníntese no YouTube</a></strong><br><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/1f3a5.png" alt="🎥" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Evento gratuito e aberto ao público</strong></p>



<p>A Uníntese convida todos a participarem deste momento de aprendizado e inspiração, dando início a um novo ano acadêmico com reflexões importantes sobre mente, bem-estar e propósito<strong>.</strong></p>



<p></p>
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		<title>Dia Internacional da Mulher: Uníntese promove encontro de reflexão com colaboradores</title>
		<link>https://unintese.com.br/blog/dia-internacional-da-mulher-unintese-promove-encontro-de-reflexao-com-colaboradores</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduarda Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 21:04:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na última terça-feira, 4 de março, a Faculdade Uníntese reuniu seus colaboradores para um encontro especial em alusão ao Dia Internacional da Mulher. A atividade contou com a palestra da psicóloga Ellen Caroline Garcia, que conduziu uma reflexão sobre saúde emocional, os múltiplos papéis das mulheres na sociedade e os desafios que ainda atravessam suas [&#8230;]</p>
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<p>Na última terça-feira,<strong> 4 de março</strong>, a Faculdade Uníntese reuniu seus colaboradores para um encontro especial em alusão ao <strong>Dia Internacional da Mulher</strong>. A atividade contou com a palestra da psicóloga <strong>Ellen Caroline Garcia</strong>, que conduziu uma reflexão sobre saúde emocional, os múltiplos papéis das mulheres na sociedade e os desafios que ainda atravessam suas trajetórias.</p>



<p>A abertura do encontro foi realizada pela <strong>vice-diretora Maria Bernadete</strong> <strong>Bechler</strong>, que contextualizou o significado histórico do <strong>8 de março</strong>, data que simboliza a luta das mulheres por direitos, reconhecimento e igualdade. Durante sua fala, ela destacou desigualdades que marcaram a história, como o acesso tardio das mulheres à educação: no Brasil, as meninas passaram a frequentar escolas apenas em <strong>1827</strong>, enquanto o ingresso no ensino superior foi autorizado somente em <strong>1879</strong>.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="681" src="https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/03/DSC00440-1024x681.jpg" alt="" class="wp-image-7237" srcset="https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/03/DSC00440-1024x681.jpg 1024w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/03/DSC00440-300x199.jpg 300w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/03/DSC00440-768x510.jpg 768w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/03/DSC00440-1536x1021.jpg 1536w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/03/DSC00440-2048x1361.jpg 2048w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Reflexões sobre os papéis das mulheres na sociedade</h2>



<p>Durante a palestra, Ellen também convidou os participantes a refletirem sobre o significado do Dia Internacional da Mulher para além de uma data comemorativa. Segundo ela, o momento é um convite para repensar papéis sociais, reconhecer sobrecargas, acolher sentimentos e questionar expectativas sociais muitas vezes contraditórias que ainda atravessam os ambientes de trabalho, as relações familiares e a rotina das mulheres.</p>



<p>A psicóloga destacou que, apesar dos avanços conquistados ao longo da história, muitos dados ainda são alarmantes. As mulheres seguem ocupando menos espaços em cargos de liderança e gestão e continuam expostas a diferentes formas de violência e vulnerabilidade. No Brasil, dados do IBGE<strong> </strong>indicam que, em média, quatro mulheres são mortas por dia, sendo a maioria dos casos dentro do próprio domicílio.</p>



<p>Entre os temas abordados esteve também a realidade da dupla jornada de trabalho<strong>, </strong>vivenciada por muitas mulheres que conciliam atividades profissionais com responsabilidades domésticas e cuidados familiares. Dados recentes apontam que 8 em cada 10 mulheres no Brasil vivem essa dupla jornada, acumulando trabalho remunerado com tarefas domésticas e cuidado com filhos ou familiares.</p>



<p>Pesquisas indicam que 45% dessas mulheres não contam com rede de apoio ou ajuda de parceiros para dividir essas responsabilidades, o que evidencia como o trabalho de cuidado ainda recai majoritariamente sobre elas.</p>



<p>Nesse contexto, a psicóloga destacou como essa sobrecarga impacta diretamente a saúde mental e o bem-estar feminino, especialmente quando as mulheres precisam equilibrar múltiplos papéis: profissionais, mães, cuidadoras e responsáveis pela organização da vida familiar.</p>



<p>Durante a palestra, ela também provocou o público com uma pergunta simples, mas profunda: <strong>“Quantas mulheres fazem parte da sua vida e por que você as admira?”</strong>. A reflexão levou os participantes a reconhecer as diversas mulheres presentes em seu cotidiano: mães, amigas, colegas de trabalho, irmãs ou companheiras, e os diferentes papéis que elas desempenham diariamente.</p>



<p>Outro tema abordado foi a complexidade das jornadas vividas por muitas mulheres, que conciliam maternidade, carreira, vida familiar e expectativas sociais. Nesse contexto, a psicóloga trouxe o conceito da “mãe suficientemente boa”, desenvolvido pelo psicanalista Donald Winnicott, que propõe que a maternidade não exige perfeição, mas cuidado, presença e adaptação às necessidades da criança ao longo do seu desenvolvimento.</p>



<p>Ao final, Ellen reforçou também a importância de olhar com mais atenção para as próprias vulnerabilidades, reconhecendo emoções, limites e fragilidades como parte da experiência humana e como um passo importante para fortalecer o cuidado com a saúde mental.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Educação e transformação social</h2>



<p>Encerrando o encontro, o diretor da Uníntese, <strong>Pedro Stieler</strong>, destacou a importância de promover espaços de reflexão dentro da instituição sobre temas relevantes para a sociedade. Segundo ele, discutir os papéis que as mulheres ocupam hoje é fundamental para ampliar o olhar coletivo e fortalecer uma cultura mais consciente e sensível às transformações sociais.</p>



<p>Durante sua fala, o diretor também ressaltou a inspiração de trabalhar ao lado da <strong>vice-diretora Maria Bernadete</strong>, reconhecendo sua dedicação, entusiasmo e compromisso com a educação.</p>



<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="683" height="1024" src="https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/03/DSC00587-2-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7245" style="width:485px;height:auto" srcset="https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/03/DSC00587-2-683x1024.jpg 683w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/03/DSC00587-2-200x300.jpg 200w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/03/DSC00587-2-768x1152.jpg 768w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/03/DSC00587-2-1024x1536.jpg 1024w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/03/DSC00587-2-1365x2048.jpg 1365w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/03/DSC00587-2-scaled.jpg 1706w" sizes="auto, (max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure>



<h2 class="wp-block-heading">Mulheres que inspiram</h2>



<p>Durante o encontro, a <strong>vice-diretora Maria Bernadete</strong> compartilhou a história de <strong>Enilda</strong> <strong>Toledo</strong>, aluna do curso de Letras da instituição, como um exemplo de trajetória que inspira e revela o impacto transformador da educação. Quando ingressou na graduação, havia dúvidas sobre as condições que ela teria para acompanhar o curso, mas sua caminhada surpreendeu pela dedicação, persistência e vontade de aprender.</p>



<p>Recentemente, ao participar de uma reunião institucional com o reitor, Enilda reuniu toda a família para acompanhar o encontro online, um momento especial, já que ninguém da família havia participado antes de um espaço como esse dentro de uma instituição de ensino superior. A experiência, segundo o relato compartilhado, representou não apenas uma conquista pessoal, mas também um marco para toda a sua família.</p>



<p>Mulher negra, trabalhadora e prestes a concluir a graduação, Enilda representa muitas das histórias que demonstram como o acesso à educação pode transformar trajetórias, ampliar perspectivas e fortalecer a confiança de quem busca novas oportunidades.</p>



<p>Durante sua fala, ela também compartilhou uma poesia de sua autoria, intitulada <strong>“Realização”</strong>:</p>



<p><em>Plantei meu sonho no chão da esperança.</em><br><em>Reguei com coragem e nutri com mudança.</em><br><em>Mesmo atravessando dificuldades, segui firme.</em><br><em>Descobri que o mundo também podia ser meu.</em></p>



<p><em>Me vi crescer.</em><br><em>Me vi errar.</em><br><em>Mas também aprendi.</em></p>



<p><em>Hoje eu sou minha história.</em><br><em>Sou minha construção.</em><br><em>Sou minha maior conquista.</em><br><em>Sou minha realização.</em></p>


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