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	<title>Uníntese</title>
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	<description>A Uníntese se constitui em um Grupo Educacional focado na educação online, com abrangência nacional, ofertando formação e qualificação profissional, conteúdos e serviços educacionais inovadores, através de suas diferentes marcas.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 02 Jul 2026 21:56:50 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Uníntese</title>
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		<title>Acadêmica da Uníntese pesquisa acessibilidade comunicacional e destaca desafios da comunidade surda nos serviços de saúde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduarda Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 21:05:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa desenvolvida por Enilda Toledo dos Santos aponta que a falta de profissionais capacitados em Libras e de recursos de acessibilidade comunicacional ainda compromete o atendimento às pessoas surdas na rede pública de saúde. Garantir que um paciente compreenda seu diagnóstico, participe das decisões sobre o próprio tratamento e consiga expressar seus sintomas é um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">Pesquisa desenvolvida por Enilda Toledo dos Santos aponta que a falta de profissionais capacitados em Libras e de recursos de acessibilidade comunicacional ainda compromete o atendimento às pessoas surdas na rede pública de saúde.</h3>



<p>Garantir que um paciente compreenda seu diagnóstico, participe das decisões sobre o próprio tratamento e consiga expressar seus sintomas é um dos princípios fundamentais da assistência em saúde. Entretanto, quando a comunicação não acontece de forma acessível, esse direito pode ser comprometido. Foi justamente essa realidade que motivou a acadêmica <strong>Enilda Toledo dos Santos</strong>, do curso de<strong> Licenciatura em Letras &#8211; Língua Portuguesa e Libras da Faculdade Uníntese</strong>, a desenvolver uma pesquisa sobre a acessibilidade comunicacional das pessoas surdas nos serviços de saúde.</p>



<p>Orientado pela <strong>Prof.ª Rosane Aparecida Stieler</strong> e pelo <strong>Prof. Wilton Dourado Teixeira</strong>, o estudo resultou no artigo científico <strong><a href="https://rsdjournal.org/rsd/article/view/51289">&#8220;A língua que fala ao coração: Inclusão e acessibilidade ao alcance de todos</a>&#8220;</strong>, publicado na revista <em>Research, Society and Development</em>. A pesquisa analisou a realidade do município de Chã Preta, em Alagoas, buscando compreender de que forma as barreiras comunicacionais interferem no atendimento à população surda e quais estratégias podem contribuir para uma assistência mais inclusiva e humanizada</p>



<p>Embora o estudo tenha sido desenvolvido em um município específico, as reflexões apresentadas dialogam com uma realidade encontrada em diversas regiões do país. Afinal, mesmo com avanços legais que reconhecem a <strong>Língua Brasileira de Sinais (Libras)</strong> como meio oficial de comunicação e asseguram o direito à acessibilidade, ainda são observadas dificuldades relacionadas à formação dos profissionais de saúde, à disponibilidade de intérpretes e à implementação de políticas públicas voltadas à inclusão</p>



<p>Mais do que identificar desafios, a pesquisa busca ampliar o debate sobre a humanização do atendimento e demonstrar que a comunicação também faz parte do cuidado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando uma experiência pessoal se transforma em pesquisa científica</h2>



<p>Nem toda pesquisa nasce dentro de um laboratório ou a partir de uma revisão bibliográfica. Em muitos casos, ela começa com uma experiência capaz de despertar inquietações e levantar perguntas que ainda não possuem respostas. Com Enilda Toledo não foi diferente</p>



<p>A escolha do tema surgiu durante uma consulta médica, pouco tempo depois de sua mudança para a cidade de Chã Preta. Enquanto conversava com a profissional responsável pelo atendimento, contou que trabalhava como professora de Libras e intérprete voluntária. A médica, inicialmente, associou seu trabalho ao Braille. Após compreender que se tratava da Língua Brasileira de Sinais, comentou que também atendia pacientes surdos.</p>



<p>Curiosa para entender como essa comunicação acontecia, Enilda fez uma pergunta simples, mas que acabaria mudando o rumo de sua trajetória acadêmica.</p>



<p><em>&#8220;Ela me disse que atendia pacientes surdos. Eu perguntei como ela se comunicava. Ela respondeu que colocava a pessoa surda no centro da sala e todos tentavam, por meio de mímicas e gestos, adivinhar o que ela queria dizer.&#8221;</em></p>



<p>A resposta chamou sua atenção. Entretanto, foi a sequência da conversa que despertou a necessidade de investigar aquela realidade.</p>



<p>A pesquisadora passou a imaginar situações mais complexas, como a comunicação de um diagnóstico delicado, a explicação de um tratamento ou a necessidade de orientar um paciente sobre procedimentos médicos.</p>



<p>Foi então que fez um novo questionamento.</p>



<p><em>&#8220;Perguntei: &#8216;E se houver um diagnóstico importante? Uma informação mais complexa? Como garantir que a comunicação foi compreendida corretamente?&#8217;. Ela respondeu: &#8216;Deus nos ajude!&#8217;. Naquele momento, percebi a necessidade de investigar essa realidade e compreender como acontece a acessibilidade comunicacional das pessoas surdas nos serviços de saúde.&#8221;</em></p>



<p>A partir daquela experiência, uma inquietação pessoal transformou-se em um problema de pesquisa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A comunicação como direito e como cuidado</h2>



<p>A escolha do tema não aconteceu apenas pela relevância acadêmica. Ela também está diretamente relacionada ao direito das pessoas surdas de compreender e participar ativamente das decisões sobre sua própria saúde.</p>



<p>No Brasil, a Libras foi reconhecida oficialmente pela Lei nº 10.436/2002, posteriormente regulamentada pelo Decreto nº 5.626/2005. Além disso, a Lei Brasileira de Inclusão reforça que a acessibilidade constitui um direito fundamental das pessoas com deficiência. Apesar desse conjunto de garantias legais, a pesquisa demonstra que a efetivação desses direitos ainda encontra obstáculos na rotina dos serviços de saúde.</p>



<p>Segundo o estudo, a comunicação acessível não representa apenas um recurso complementar. Ela influencia diretamente a qualidade do atendimento, a segurança do paciente, a compreensão dos diagnósticos e a autonomia durante o tratamento. Quando inexistem profissionais preparados para utilizar a Libras ou recursos que possibilitem essa comunicação, toda a assistência pode ser comprometida.</p>



<p>Foi justamente essa percepção que motivou Enilda a aprofundar seus estudos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Da experiência individual à investigação científica</h2>



<p>Com o problema de pesquisa definido, iniciou-se um processo de investigação que buscou compreender a realidade da acessibilidade comunicacional na saúde de forma ampla.</p>



<p>O estudo foi desenvolvido a partir de uma abordagem qualitativa, combinando revisão bibliográfica, análise da legislação brasileira, investigação documental e entrevistas realizadas com profissionais da saúde do município de Chã Preta. Essa metodologia permitiu relacionar os referenciais teóricos sobre inclusão com situações concretas vivenciadas no cotidiano dos serviços públicos de saúde.</p>



<p>Durante esse processo, a pesquisadora procurou identificar quais eram as principais barreiras enfrentadas pelas pessoas surdas, como os profissionais lidavam com essas situações e quais estratégias poderiam contribuir para tornar o atendimento mais acessível.</p>



<p>A investigação também buscou compreender de que maneira a Libras pode fortalecer o acolhimento, reduzir barreiras comunicacionais e favorecer uma assistência mais humanizada.</p>



<p>Além disso, o estudo procurou demonstrar que a acessibilidade não deve ser compreendida apenas como cumprimento da legislação, mas como um compromisso ético com a dignidade humana e com o direito de todas as pessoas receberem informações claras sobre sua própria saúde.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os resultados revelam que a comunicação ainda é uma das principais barreiras na saúde</h2>



<p>Ao relacionar a literatura científica, a legislação e os dados obtidos durante a pesquisa de campo, um aspecto tornou-se evidente: a maior dificuldade enfrentada pelas pessoas surdas no acesso aos serviços de saúde não está, necessariamente, na oferta do atendimento, mas na possibilidade de se comunicar de forma clara, segura e autônoma.</p>



<p>O estudo identificou que a ausência de profissionais capacitados em Libras e a inexistência de intérpretes fazem com que muitos atendimentos sejam realizados por meio de gestos improvisados, mímicas ou com o auxílio de familiares e acompanhantes. Embora essas estratégias sejam frequentemente utilizadas para tentar solucionar o problema, elas não garantem que as informações sejam compreendidas corretamente nem preservam a autonomia do paciente.</p>



<p>Segundo Enilda, essa realidade não é exclusiva do município pesquisado.</p>



<p><em>&#8220;Embora muitos municípios possam ter uma estrutura talvez melhor, ainda não há profissionais da saúde treinados em Libras para receber, acolher e atender esse público. O cidadão surdo fica impotente nessa situação. O Brasil já avançou muito, os surdos avançaram na luta justa por inclusão, mas estamos apenas no meio do caminho.&#8221;</em></p>



<p>A pesquisadora explica que a inclusão não depende apenas de infraestrutura ou da existência de serviços especializados. Ela também exige que o paciente consiga compreender plenamente o que está sendo informado e tenha condições de participar das decisões relacionadas ao próprio tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando a pesquisa encontrou uma história que deu rosto aos números</h2>



<p>Ao longo da investigação, a pesquisa deixou de ser apenas uma análise de dados e encontrou situações concretas que ilustram as consequências da falta de acessibilidade comunicacional.</p>



<p>Durante a entrevista realizada com a então secretária interina de Saúde de Chã Preta, um relato chamou a atenção da pesquisadora.</p>



<p>Segundo a gestora, havia uma paciente surda internada com câncer que não conseguia compreender plenamente seu diagnóstico porque não existia um intérprete disponível para mediar a comunicação.</p>



<p>Para Enilda, aquele momento confirmou, na prática, aquilo que vinha sendo observado durante toda a pesquisa.</p>



<p><em>&#8220;Quando consegui agendar uma entrevista para conhecer a secretária interina da Saúde da cidade de Chã Preta, falei da minha pesquisa sobre inclusão e acessibilidade na saúde, que ainda não existia no município. Ela concordou imediatamente e disse que sempre quis dar alguma contribuição para essa comunidade, que as pessoas surdas precisavam ser entendidas por nós, ouvintes.&#8221;</em></p>



<p>Na sequência da conversa, surgiu um relato que a pesquisadora afirma jamais ter esquecido.</p>



<p><em>&#8220;Ela me disse que havia uma mulher surda hospitalizada com câncer e que não havia quem explicasse a ela o que ela tinha, porque no município não existiam intérpretes. Isso me marcou muito, pois eu conheci essa surda. Ela sabia poucos sinais, mas conseguíamos nos comunicar.&#8221;</em></p>



<p>Situações como essa demonstram que a ausência de acessibilidade comunicacional ultrapassa a dificuldade de comunicação cotidiana. Ela interfere diretamente na autonomia do paciente, na compreensão de diagnósticos, na adesão aos tratamentos e no exercício de direitos fundamentais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mais do que identificar problemas, a pesquisa despertou mudanças</h2>



<p>Durante o desenvolvimento da pesquisa, Enilda percebeu que o próprio debate sobre inclusão começou a provocar transformações na comunidade.</p>



<p>Segundo ela, falar sobre Libras e acessibilidade fez com que gestores, educadores e moradores passassem a olhar com mais atenção para uma realidade que, até então, era pouco discutida.</p>



<p><em>&#8220;O que me surpreendeu foi ver que o fato de se importar, agir e falar sobre o assunto faz as pessoas prestarem atenção às falas importantes. A cidade começou a comentar que havia uma pessoa que entendia os surdos.&#8221;</em></p>



<p>O reconhecimento do trabalho levou a pesquisadora a ser convidada pela primeira-dama do município para atuar como intérprete durante uma palestra sobre meio ambiente realizada em uma escola municipal.</p>



<p>A atividade proporcionou o primeiro contato de muitos estudantes com a Libras e reforçou a importância da inclusão desde o ambiente escolar.</p>



<p>Segundo Enilda, aquele momento mostrou que pequenas iniciativas podem gerar grandes transformações.</p>



<p><em>&#8220;Foi feito o pedido dessa interpretação para que a comunidade escolar tivesse esse contato. Surpreendentemente, no meio do auditório havia alunos fazendo para mim a datilologia dos seus nomes. Ao terminar o evento, fui cercada por eles, que me disseram conhecer alguém surdo. A coordenação, os diretores e os alunos ficaram sensibilizados com o fato de incluir surdos. As autoridades que vieram da capital elogiaram o incentivo proporcionado pela pesquisa.&#8221;</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Libras também é cuidado, acolhimento e humanização</h2>



<p>Ao longo da pesquisa, Enilda passou a compreender que a Libras representa muito mais do que uma ferramenta de comunicação.</p>



<p>Para ela, trata-se de um instrumento capaz de fortalecer vínculos entre profissionais e pacientes, reduzir inseguranças e promover um atendimento verdadeiramente humanizado.</p>



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<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>&#8220;O papel da Libras na humanização do atendimento em saúde é promover aproximação, interligação e quebrar barreiras na comunicação. É inclusão natural, acolhimento. É cuidar do paciente em todos os aspectos, sejam físicos, emocionais ou sociais. É acessibilidade na prática.&#8221;</em></p>



<p>Essa compreensão também aparece nas conclusões do artigo científico, que destaca a necessidade de ampliar a formação dos profissionais, fortalecer estratégias de inclusão linguística e desenvolver políticas institucionais voltadas à garantia dos direitos da comunidade surda.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais caminhos a pesquisa propõe?</h2>



<p>Além de identificar os desafios, o estudo também aponta possibilidades para tornar o atendimento mais inclusivo.</p>



<p>Entre elas estão a oferta permanente de formação em Libras para profissionais da saúde, a presença de intérpretes quando necessário e o fortalecimento da acessibilidade comunicacional como parte das políticas públicas de saúde.</p>



<p>Na avaliação da pesquisadora, essas medidas não devem ser encaradas como diferenciais, mas como parte da formação dos profissionais.</p>



<p><em>&#8220;Aprender Libras deve, sim, fazer parte da formação profissional. No nosso país existem mais de 10 milhões de pessoas com algum grau de surdez, segundo o IBGE. Desses, cerca de um milhão dominam a Libras. Todos têm o direito de serem entendidos, sem que a barreira da língua limite esse atendimento.&#8221;</em></p>



<p>Ela também acredita que o principal desafio ainda está relacionado à mudança de cultura.</p>



<p><em>&#8220;O maior desafio é a resistência dos profissionais e gestores quanto ao uso da Libras na saúde. É preciso investir em treinamento e oferecer cursos de Libras.&#8221;</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Uma pesquisa que também transformou sua autora</h2>



<p>Ao concluir o estudo, Enilda percebeu que a investigação não modificou apenas sua compreensão sobre os desafios enfrentados pela comunidade surda.</p>



<p>Ela também transformou sua própria maneira de compreender o significado da inclusão.</p>



<p><em>&#8220;Antes de iniciar esta pesquisa, eu entendia inclusão principalmente como a presença da pessoa em determinado ambiente. Ao aprofundar meus estudos sobre Libras e acessibilidade na saúde, minha percepção foi transformada. Incluir vai muito além de permitir a participação. É criar condições reais, identificar barreiras, buscar soluções e agir. É um compromisso com a dignidade humana. A verdadeira inclusão não é ocupar um espaço. É um direito.&#8221;</em></p>



<p>A pesquisadora afirma que pretende continuar aprofundando esse tema por meio de novos estudos e projetos de extensão.</p>



<p><em>&#8220;Eu amei fazer essa pesquisa. Quero investir em uma pós-graduação na área de Libras, desenvolver projetos de extensão oferecendo palestras, oficinas e cursos de Libras para profissionais da saúde e dar continuidade à pesquisa em outras UBS, hospitais e comparar os resultados. Gostaria de acompanhar a evolução dessa temática.&#8221;</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Uma contribuição que ultrapassa a pesquisa</h2>



<p>Embora tenha sido desenvolvida a partir da realidade de um município do interior de Alagoas, a pesquisa amplia uma discussão que alcança todo o país.</p>



<p>Ao evidenciar que a comunicação também faz parte do cuidado em saúde, o estudo reforça que a inclusão depende não apenas da existência de leis, mas da implementação de práticas capazes de garantir que todas as pessoas sejam acolhidas, compreendidas e respeitadas.</p>



<p>Para Enilda, esse é o principal legado de seu trabalho.</p>



<p><em>&#8220;A principal contribuição seria fortalecer a compreensão da importância da inclusão e da acessibilidade comunicacional das pessoas surdas nos serviços de saúde, reconhecendo que esse é um compromisso de todos.&#8221;</em></p>



<p>E deixa uma mensagem direcionada aos profissionais e gestores da área da saúde.</p>



<p><em>&#8220;A acessibilidade comunicacional não é um privilégio. É um direito. A pessoa surda possui as mesmas necessidades, urgências e direitos que qualquer outro cidadão. Merece acolhimento, respeito e dignidade. Que essa temática seja vista com os olhos da empatia, da humanidade e do compromisso inclusivo, oferecendo um atendimento digno e verdadeiramente inclusivo.&#8221;</em></p>



<p>Ao aproximar ciência, educação e compromisso social, a pesquisa desenvolvida na Faculdade Uníntese demonstra que a comunicação acessível não beneficia apenas a comunidade surda. Ela fortalece a qualidade da assistência em saúde, amplia a autonomia dos pacientes e contribui para a construção de serviços mais humanos, inclusivos e comprometidos com o direito de todos à informação e ao cuidado.</p>
</blockquote>
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		<item>
		<title>Acadêmica Erica Silva Damaceno pesquisa como a Libras pode ampliar a acessibilidade da comunidade surda no universo dos vinhos</title>
		<link>https://unintese.com.br/blog/academica-erica-silva-damaceno-pesquisa-como-a-libras-pode-ampliar-a-acessibilidade-da-comunidade-surda-no-universo-dos-vinhos</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduarda Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 20:55:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo desenvolvido no curso de Letras Libras da Faculdade Uníntese investiga os desafios da comunicação acessível em experiências de enoturismo e aponta caminhos para uma inclusão mais efetiva A acessibilidade comunicacional ainda representa um dos principais desafios para a participação da comunidade surda em diversos espaços sociais e culturais. Embora avanços tenham sido conquistados ao [&#8230;]</p>
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<h3 class="wp-block-heading"><em>Estudo desenvolvido no curso de Letras Libras da Faculdade Uníntese investiga os desafios da comunicação acessível em experiências de enoturismo e aponta caminhos para uma inclusão mais efetiva</em></h3>



<p>A acessibilidade comunicacional ainda representa um dos principais desafios para a participação da comunidade surda em diversos espaços sociais e culturais. Embora avanços tenham sido conquistados ao longo dos últimos anos, experiências ligadas ao universo dos vinhos, como visitas a vinícolas, degustações, cursos e atividades de enoturismo, ainda apresentam barreiras que dificultam o acesso à informação e à vivência completa dessas atividades.</p>



<p>Foi a partir dessa realidade que a acadêmica <strong>Erica Silva Damaceno</strong>, do curso de <strong>Letras Libras – Bacharelado da Faculdade Uníntese</strong>, desenvolveu a pesquisa <strong><a href="https://rsdjournal.org/rsd/article/view/50843/39831">&#8220;Libras no Mundo dos Vinhos: Um Estudo Qualitativo&#8221;</a></strong>, publicada na revista científica <em>Research, Society and Development (RSD)</em>. O estudo foi realizado em coautoria com os professores <strong>Adiene Medeiros de Souza</strong> e <strong>Wilton Dourado Teixeira</strong> e buscou compreender como a Língua Brasileira de Sinais (Libras) pode contribuir para tornar o setor vitivinícola mais acessível e inclusivo para a comunidade surda.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pesquisa une Libras, cultura e inclusão</h2>



<p>A escolha do tema foi motivada pela intenção de aproximar duas áreas ainda pouco relacionadas na produção científica: a Libras e o universo dos vinhos. Segundo Erica, a proposta surgiu da curiosidade em compreender como a comunicação acessível está presente ou ausente, nesse contexto.</p>



<p><em>&#8220;A princípio, o que me motivou foi a vontade de unir duas paixões e explorar um campo onde a comunicação, a cultura e o prazer se conectam. Surgiu o desejo de entender melhor esse assunto e, assim, nasceu o tema &#8216;Libras no Mundo dos Vinhos&#8217;, especialmente em relação à acessibilidade e inclusão.&#8221;</em></p>



<p>A acadêmica explica que o interesse foi ampliado à medida que percebeu a escassez de estudos voltados ao tema.</p>



<p><em>&#8220;Fiquei curiosa sobre como as vinícolas e todos os aspectos relacionados lidam com essa questão. A Libras já abre um mundo de inclusão e, quando levamos isso para o universo dos vinhos, encontramos um campo extremamente rico, com uma diversidade perceptual e cultural impressionante.&#8221;</em></p>



<p>Nesse contexto, a pesquisa foi direcionada para compreender como pessoas surdas vivenciam experiências relacionadas ao vinho e quais barreiras ainda limitam sua participação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A falta de acessibilidade comunicacional foi identificada como a principal barreira</h2>



<p>Entre os principais resultados obtidos, foi constatado que o maior obstáculo enfrentado pela comunidade surda não está relacionado ao interesse pelo universo dos vinhos, mas à ausência de comunicação acessível durante essas experiências.</p>



<p>Segundo a pesquisa, a falta de atendimento em Libras, de materiais acessíveis e de profissionais preparados compromete o acesso a informações essenciais sobre características dos vinhos, harmonizações, processos de produção e aspectos culturais presentes nas atividades de enoturismo.</p>



<p>Para Erica, essa realidade acaba produzindo uma forma silenciosa de exclusão.</p>



<p><em>&#8220;Essa barreira gera uma exclusão comunicacional invisível, em que a pessoa está presente fisicamente, mas não consegue compreender plenamente as informações sobre os vinhos, como aromas, harmonizações, processos de produção e experiências sensoriais.&#8221;</em></p>



<p>Além disso, o estudo demonstra que a presença física da pessoa surda em uma atividade não garante, necessariamente, sua participação efetiva. Dessa forma, a acessibilidade comunicacional passa a ser compreendida como um elemento indispensável para que a experiência seja vivida de maneira plena.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Inclusão vai além da presença de intérpretes</h2>



<p>Outro aspecto evidenciado pela pesquisa é que a inclusão não depende exclusivamente da atuação de intérpretes de Libras. Embora esse profissional desempenhe um papel fundamental, outras estratégias também precisam ser incorporadas pelos estabelecimentos do setor vitivinícola.</p>



<p>Entre elas estão a produção de materiais visuais acessíveis, conteúdos em Libras, utilização de QR Codes, tecnologias assistivas e capacitação básica das equipes para o atendimento à comunidade surda.</p>



<p>Conforme destaca Erica, a inclusão deve ser pensada de forma ampla.</p>



<p><em>&#8220;Muitas pessoas imaginam que inclusão significa apenas colocar um intérprete em um evento, mas esquecem da experiência fascinante que podemos proporcionar.&#8221;</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Pesquisa aponta potencial para criação de novos sinais em Libras</h2>



<p>Outro resultado relevante identificado durante o estudo foi a possibilidade de ampliar o vocabulário da Libras por meio da criação de sinais específicos relacionados à enologia.</p>



<p>Conceitos como acidez, taninos, corpo e notas aromáticas ainda representam um campo pouco explorado na língua de sinais, abrindo espaço para futuras pesquisas e para a construção coletiva de novos recursos linguísticos.</p>



<p>Segundo Erica, essa possibilidade representa um avanço significativo tanto para a Libras quanto para o próprio setor.</p>



<p><em>&#8220;A possibilidade de criar sinais enológicos em Libras seria fantástica. Pensar em como traduzir acidez, tanino, corpo ou notas aromáticas para uma experiência visual e espacial seria algo bastante inovador. Não apenas adaptar o que já existe, mas criar novas formas de se comunicar e vivenciar o vinho.&#8221;</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Acessibilidade também fortalece turismo e desenvolvimento</h2>



<p>Além dos impactos sociais, a pesquisa evidencia que investir em acessibilidade pode gerar benefícios para o próprio mercado vitivinícola.</p>



<p>Ao ampliar o acesso da comunidade surda às experiências relacionadas ao vinho, vinícolas, restaurantes e empreendimentos turísticos também fortalecem sua imagem institucional, ampliam seu público e promovem ambientes mais acolhedores.</p>



<p>Para Erica, inclusão e desenvolvimento caminham juntos.</p>



<p><em>&#8220;Ao investir em Libras e em recursos acessíveis, vinícolas e estabelecimentos podem conquistar novos clientes, fortalecer a fidelização e melhorar sua imagem no mercado.&#8221;</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Educação e conscientização são apontadas como caminhos para a inclusão</h2>



<p>Como conclusão, a pesquisa reforça que a construção de espaços verdadeiramente acessíveis depende da formação de profissionais e da valorização da cultura surda.</p>



<p>Nesse sentido, a educação foi apontada como elemento central para que a comunicação acessível seja incorporada de maneira permanente às experiências culturais, turísticas e gastronômicas.</p>



<p>Segundo Erica, esse processo beneficia não apenas a comunidade surda, mas toda a sociedade</p>



<p><em>&#8220;A educação e a conscientização são fundamentais para construir experiências mais inclusivas, pois capacitam os profissionais para atender pessoas surdas com qualidade e respeito. Quando há conscientização e entendimento, os espaços se tornam mais receptivos, acessíveis e prontos para assegurar a participação igualitária de todos.&#8221;</em></p>



<p>Ao aproximar Libras e enoturismo, a pesquisa desenvolvida por Erica Silva Damaceno amplia um debate ainda pouco explorado na literatura científica e evidencia que a inclusão começa pela comunicação. Mais do que eliminar barreiras, o estudo demonstra que tornar o universo dos vinhos acessível significa garantir que todas as pessoas possam compreender, participar e vivenciar essas experiências de forma plena.</p>



<p></p>
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		<title>Acadêmica de Comunicação Assistiva – Tradução e Interpretação da Libras conhece a sede da Uníntese e celebra a conclusão da graduação</title>
		<link>https://unintese.com.br/blog/academica-libras-visita-unintese</link>
					<comments>https://unintese.com.br/blog/academica-libras-visita-unintese#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduarda Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 13:25:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de anos acompanhando aulas, realizando atividades e construindo sua formação na modalidade a distância, Antônia Carolina Piovesan decidiu viver um momento que considerava essencial para encerrar essa etapa da sua vida: conhecer pessoalmente a sede da Faculdade Uníntese, instituição que a acompanhou durante toda a graduação. Acompanhada da mãe, Suzineia Aparecida Silva Stoffel, e [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://unintese.com.br/blog/academica-libras-visita-unintese">Acadêmica de Comunicação Assistiva – Tradução e Interpretação da Libras conhece a sede da Uníntese e celebra a conclusão da graduação</a> apareceu primeiro em <a href="https://unintese.com.br">Uníntese</a>.</p>
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<p></p>



<p>Depois de anos acompanhando aulas, realizando atividades e construindo sua formação na modalidade a distância, Antônia Carolina Piovesan decidiu viver um momento que considerava essencial para encerrar essa etapa da sua vida: conhecer pessoalmente a sede da Faculdade Uníntese, instituição que a acompanhou durante toda a graduação.</p>



<p>Acompanhada da mãe, <strong>Suzineia Aparecida Silva Stoffel</strong>, e da tia, <strong>Suzana de Fátima da Silva</strong>, ela viajou de Três Palmeiras (RS) até Santo Ângelo para conhecer o lugar onde construiu sua trajetória acadêmica, visitar a cidade que abriga a instituição e celebrar essa conquista ao lado da família.</p>



<p>Mais do que uma viagem, foi a oportunidade de transformar em realidade um lugar que, durante anos, existiu apenas por meio da tela do computador.</p>



<p><em>&#8220;Foram anos olhando para uma tela de computador, estudando longe. Nós sentimos que precisávamos dessa viagem para tornar tudo real. Minha família fez questão de viajar comigo porque queríamos comemorar de perto, abraçar quem nos apoiou e olhar nos olhos das pessoas para dizer: nós vencemos a distância e conseguimos.&#8221;</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">O sonho de aproximar pessoas por meio da Libras</h2>



<p>O desejo de trabalhar com a Libras surgiu muito antes da graduação. Para Antônia, a comunicação sempre representou uma forma de aproximar pessoas e promover inclusão.</p>



<p><em>&#8220;Sempre achei muito injusto alguém ficar de fora de uma conversa ou não conseguir expressar o que sente. Quando vi a Libras pela primeira vez, me apaixonei. Percebi que o corpo, as mãos e o olhar dizem coisas lindas que a voz não consegue alcançar. Quis ser essa ponte que aproxima os mundos.&#8221;</em></p>



<p>Ao buscar uma instituição para sua formação, ela procurava um curso que valorizasse a Libras de maneira séria e comprometida.</p>



<p>Foi esse cuidado que encontrou na Uníntese.</p>



<p><em>&#8220;Escolhi a Uníntese porque senti que ali a Libras era tratada com carinho e respeito de verdade, e não como apenas mais um curso. Saber que eu teria flexibilidade para estudar no meu ritmo, mas com o apoio de pessoas que realmente entendem do assunto, me deu a segurança que eu precisava para começar.&#8221;</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando a teoria se transformou em comunicação</h2>



<p>Durante a graduação, Antônia viveu um momento que considera decisivo em sua formação: perceber que a Libras havia deixado de ser apenas conteúdo para se tornar parte da sua vida.</p>



<p><em>&#8220;O momento mais marcante foi quando percebi que já não estava apenas decorando os sinais, mas conversando de verdade, sentindo a língua fluir. Ver que todo aquele esforço solitário em frente ao computador estava se transformando na capacidade de me comunicar com o outro foi mágico.&#8221;</em></p>



<p>Essa transformação também aconteceu por meio dos projetos desenvolvidos ao longo do curso.</p>



<p>Segundo ela, as atividades práticas permitiram compreender o verdadeiro impacto da profissão.</p>



<p><em>&#8220;Os projetos mais importantes foram aqueles em que pude ver a Libras acontecendo na prática, pensando em como ajudar crianças e escolas. Ver que as atividades que eu criava no papel podiam, de fato, mudar a vida de uma pessoa e trazer inclusão de verdade foi o que deu sentido a todo o curso.&#8221;</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Uma caminhada construída com perseverança</h2>



<p>Pessoa autista, Antônia conta que a graduação exigiu organização, disciplina e persistência.</p>



<p>O maior desafio foi aprender a lidar com o cansaço mental e com a necessidade de manter uma rotina estruturada para os estudos.</p>



<p><em>&#8220;Os maiores desafios foram lidar com o cansaço mental, a enxurrada de informações e a necessidade de criar uma rotina muito certinha para não me perder. O que me salvou foi o meu amor gigante pela Libras. Quando eu focava nas aulas, o mundo lá fora silenciava. Minha teimosia em vencer e o apoio da faculdade me fizeram seguir em frente, um dia de cada vez.&#8221;</em></p>



<p>Ao longo dessa jornada, a família foi sua principal rede de apoio.</p>



<p><em>&#8220;Minha família foi tudo. Eles foram o meu colo nos dias de choro e a minha torcida nos dias de vitória. Entenderam meus silêncios, respeitaram meu tempo de estudo e seguraram a minha mão quando achei que não ia aguentar. Essa conquista não é só minha, é nossa.&#8221;</em></p>



<p>Foi justamente esse apoio que motivou a viagem até Santo Ângelo. A mãe e a tia representaram toda a família ao acompanhá-la na realização desse sonho.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O encontro com a Uníntese</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC01300-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-7360" srcset="https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC01300-1024x683.jpg 1024w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC01300-300x200.jpg 300w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC01300-768x512.jpg 768w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC01300-1536x1024.jpg 1536w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC01300-2048x1365.jpg 2048w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC01300-960x640.jpg 960w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Na sede da instituição, Antônia e sua família foram recebidas pela gestora acadêmica <strong>Carmem Ferreira</strong> e pela vice-diretora <strong>Maria Bernardete Bechler</strong>, que apresentaram os setores da faculdade e compartilharam um pouco da rotina da instituição.</p>



<p>Para Antônia, caminhar pelos corredores da Uníntese foi um momento marcante.</p>



<p><em>&#8220;Chegar aqui e ver o sorriso da equipe e o cuidado com cada detalhe me mostrou que o afeto que eu sentia pelas aulas online existe de verdade no mundo real.&#8221;</em></p>



<p>A visita confirmou que o acolhimento percebido durante a graduação também fazia parte da experiência presencial.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conhecendo a cidade onde nasceu a Uníntese</h2>



<p>Além da visita à instituição, a programação incluiu um passeio pelos principais pontos históricos de Santo Ângelo.</p>



<p>Acompanhada da gestora acadêmica Carmem Ferreira e do gestor e coordenador dos cursos de Tecnologia da Uníntese, <strong>Wilhem Wehn</strong>, Antônia conheceu a Catedral Angelopolitana e o Museu Histórico das Missões.</p>



<p>A visita permitiu conhecer um pouco mais da história da cidade, integrante da região dos Sete Povos das Missões e sede da Uníntese desde sua fundação, há 23 anos.</p>



<p><em>&#8220;Conhecer a história do lugar, ver a beleza da Catedral e respirar a cultura dessa região deu um brilho ainda maior para a nossa viagem. Deixou tudo mais inesquecível e com cara de comemoração de verdade.&#8221;</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">O encerramento de uma etapa</h2>



<p>Durante a colação de grau, Antônia viveu um momento especial ao lado do coordenador do curso de Comunicação Assistiva – Tradução e Interpretação da Libras, <strong>Wilton Dourado</strong>.</p>



<p>Mais do que celebrar a conclusão da graduação, aquele instante representou o encerramento de uma trajetória construída com esforço, dedicação e perseverança.</p>



<p><em>&#8220;Significou mostrar que o estudo a distância tem muito esforço real e cria laços de verdade. Estar aqui quebrou as barreiras da tela. Foi a chance de comemorar no lugar onde meu sonho nasceu e foi cuidado durante todos esses anos.&#8221;</em></p>



<p>Ao olhar para a família durante a cerimônia, uma imagem resumiu tudo o que havia vivido.</p>



<p><em>&#8220;O momento mais especial foi olhar para o lado e ver o rosto de orgulho da minha família aqui comigo. Saber que superamos as crises, o cansaço do autismo, a distância e o cansaço da estrada, e que estávamos todos juntos, sorrindo e celebrando. Esse instante valeu por cada noite em claro.&#8221;</em></p>



<p>Quando recebeu o diploma, outra certeza tomou conta daquele momento.</p>



<p><em>&#8220;Senti um alívio gigante e uma gratidão que transbordou. Passou um filme na minha cabeça de todos os obstáculos que enfrentei por causa das minhas limitações e de quantas vezes duvidei de mim mesma. Quando segurei o diploma, a única certeza que tive foi: &#8216;Eu sou capaz de chegar aonde eu quiser&#8217;.&#8221;</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Um novo capítulo começa</h2>



<p>Agora graduada, Antônia pretende atuar na área da Libras, contribuindo para ampliar a inclusão e a acessibilidade em diferentes espaços.</p>



<p>Também deseja que sua própria história inspire outras pessoas.</p>



<p><em>&#8220;Quero trabalhar com o que amo, sendo uma ponte para a comunidade surda através da Libras, seja nas escolas ou onde precisarem de mim. Também quero usar a minha história para mostrar que o autismo não impede ninguém de realizar seus sonhos profissionais. Quero abrir caminhos.&#8221;</em></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="683" height="1024" src="https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC01370-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7363" srcset="https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC01370-683x1024.jpg 683w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC01370-200x300.jpg 200w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC01370-768x1152.jpg 768w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC01370-1024x1536.jpg 1024w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC01370-1365x2048.jpg 1365w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC01370-scaled.jpg 1707w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure>



<p>Antes de encerrar a conversa, deixou uma mensagem para quem está começando a graduação.</p>



<p><em>&#8220;Não desistam de vocês quando o cansaço bater pesado. O caminho de ninguém é perfeito, e os seus desafios não dizem até onde você pode ir. Respeitem o limite do corpo de vocês, aceitem o colo de quem ama vocês e lembrem-se sempre do motivo que fez seu coração acelerar no primeiro dia de aula. A caminhada é dura, mas a vista lá de cima, com o diploma na mão, é a coisa mais linda do mundo. Vocês vão conseguir.&#8221;</em></p>



<p>A história de Antônia Piovesan demonstra que a educação transforma vidas muito além da sala de aula. Ao conhecer a sede da Uníntese e a cidade onde essa trajetória foi construída, ela encerrou um ciclo da mesma forma que iniciou sua jornada: acreditando que a comunicação, a inclusão e o acolhimento têm o poder de aproximar pessoas e abrir novos caminhos.</p>



<p><br></p>



<p></p>
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		<title>Pesquisa revela impacto do skate no desenvolvimento socioemocional de jovens</title>
		<link>https://unintese.com.br/blog/skate-desenvolvimento-emocional</link>
					<comments>https://unintese.com.br/blog/skate-desenvolvimento-emocional#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduarda Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 21:22:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estudo desenvolvido por pesquisadores da Faculdade Uníntese evidenciou o potencial do skate como prática educativa e psicossocial no desenvolvimento de crianças e adolescentes em contextos de vulnerabilidade social. Publicado na revista científica Research, Society and Development, o artigo analisa como projetos sociais baseados na prática do skate podem contribuir para a construção de vínculos, [&#8230;]</p>
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<p>O <strong><a href="https://rsdjournal.org/rsd/article/view/50758/39749">estudo</a></strong> desenvolvido por pesquisadores da Faculdade Uníntese evidenciou o potencial do skate como prática educativa e psicossocial no desenvolvimento de crianças e adolescentes em contextos de vulnerabilidade social. Publicado na revista científica Research, Society and Development, o artigo analisa como projetos sociais baseados na prática do skate podem contribuir para a construção de vínculos, fortalecimento emocional, pertencimento e desenvolvimento socioemocional de jovens participantes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pesquisa analisa impactos emocionais e sociais do skate</h2>



<p>A pesquisa, intitulada “O skate como prática educativa e psicossocial: Um relato de experiência com crianças e adolescentes em contexto de projeto social”, foi desenvolvida pelos pesquisadores Cristiane Dourado Stieler, Carmem Regina dos Santos Ferreira e Pedro Stieler. O estudo parte da compreensão de que o esporte pode ultrapassar a dimensão física e assumir papel relevante na formação humana e social, especialmente em territórios marcados por desigualdades e fragilidades sociais.</p>



<p>Segundo os autores, o skate possui características singulares que favorecem processos educativos importantes durante a infância e adolescência. Diferente de modalidades esportivas tradicionais centradas em regras rígidas e competição direta, o skate se estrutura a partir da autonomia, da criatividade, da convivência entre pares e da aprendizagem construída através das tentativas, erros e superações constantes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Acolhimento, pertencimento e vínculos afetivos</h2>



<p>O artigo destaca que, dentro do projeto social analisado, a pista de skate deixou de representar apenas um espaço esportivo e passou a funcionar como ambiente de acolhimento, reconhecimento e construção de vínculos afetivos. Ao longo das atividades, crianças e adolescentes passaram a desenvolver relações de apoio mútuo, incentivo coletivo e cooperação espontânea, fortalecendo sentimentos de pertencimento e integração social.</p>



<p>A pesquisa foi realizada a partir de uma abordagem qualitativa, utilizando observação participante e registros em diário de campo produzidos durante 12 meses de acompanhamento do projeto social. Os pesquisadores acompanharam diretamente as interações entre participantes, educadores e o próprio espaço da prática esportiva, analisando aspectos relacionados ao comportamento, às emoções e às relações construídas ao longo da experiência.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Desenvolvimento emocional e superação</h2>



<p>Entre os resultados observados, os pesquisadores identificaram avanços significativos não apenas no desenvolvimento motor dos participantes, mas principalmente em aspectos emocionais e psicossociais. A experiência com o skate favoreceu o desenvolvimento da persistência, da autorregulação emocional e da capacidade de lidar com frustrações, competências consideradas fundamentais para a formação integral de crianças e adolescentes.</p>



<p>O estudo mostra que a relação com o erro ocupa papel central nesse processo. As quedas e dificuldades inerentes à prática do skate deixam de ser percebidas como fracasso e passam a integrar o próprio percurso de aprendizagem. Segundo os autores, esse movimento contribui para que crianças e adolescentes desenvolvam maior tolerância à frustração, aprendam a persistir diante das dificuldades e fortaleçam sua autoestima.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O papel do acolhimento e dos educadores</h2>



<p>Um dos episódios relatados na pesquisa evidencia a dimensão emocional envolvida no projeto. Durante as observações, os pesquisadores acompanharam o caso de um participante identificado apenas pela letra “J”, que vivia um processo recente de luto pela perda da mãe. Após repetidas tentativas frustradas de realizar uma manobra, a criança interrompeu a atividade e começou a chorar, verbalizando sentimentos de incapacidade. Em vez de exigir a retomada imediata da prática, o educador responsável permaneceu ao lado do participante, oferecendo acolhimento emocional até que ele se sentisse seguro para tentar novamente. Posteriormente, familiares relataram que a participação no projeto contribuiu de forma significativa para que a criança superasse um quadro severo de retraimento social.</p>



<p>Para os pesquisadores, situações como essa demonstram que o skate pode atuar como mediador de processos emocionais complexos, criando possibilidades de escuta, acolhimento e reconstrução subjetiva em contextos sociais vulneráveis. O artigo também destaca que o impacto positivo da prática depende diretamente da atuação dos educadores envolvidos no projeto.</p>



<p>De acordo com o estudo, os educadores exercem papel fundamental na construção de um ambiente seguro e formativo. Mais do que ensinar técnicas esportivas, os profissionais atuam na mediação de conflitos, acolhimento das emoções e fortalecimento das relações interpessoais. A postura baseada no diálogo, na escuta e no acompanhamento contínuo contribui para que crianças e adolescentes se sintam legitimados, respeitados e encorajados a aprender.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Projetos sociais e transformação humana</h2>



<p>A análise desenvolvida pelos pesquisadores também dialoga com discussões contemporâneas sobre políticas públicas voltadas à infância e juventude. O estudo reforça que projetos esportivos sociais podem funcionar como importantes espaços de proteção, pertencimento e promoção do desenvolvimento humano, especialmente quando articulados a propostas pedagógicas estruturadas e relações afetivas consistentes.</p>



<p>Na conclusão do artigo, os autores afirmam que o skate ultrapassa a condição de atividade recreativa e se consolida como prática educativa capaz de integrar dimensões corporais, emocionais e relacionais. Para os pesquisadores da Faculdade Uníntese, iniciativas dessa natureza demonstram a importância de práticas esportivas sensíveis às necessidades humanas e sociais de crianças e adolescentes, especialmente em contextos marcados por vulnerabilidade social.</p>



<p></p>
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		<title>Workshop “Escuta, Afeto e Educação: Corpo, Emoções e Práticas Transformadoras” convida educadores a refletirem sobre o papel das emoções e do afeto na educação contemporânea</title>
		<link>https://unintese.com.br/blog/workshop-escuta-afeto-e-educacao-corpo-emocoes-e-praticas-transformadoras-convida-educadores-a-refletirem-sobre-o-papel-das-emocoes-e-do-afeto-na-educacao-contemporanea</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduarda Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 21:11:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Workshop Escuta, Afeto e Educação: uma formação para transformar a prática pedagógica A partir da experiência do workshop “Entre Afetos e Aprendizagem: Educação que transforma”, a Faculdade Uníntese lança o Workshop “Escuta, Afeto e Educação: Corpo, Emoções e Práticas Transformadoras”. O workshop escuta, afeto e educação é uma formação online que propõe uma mudança profunda [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://unintese.com.br/blog/workshop-escuta-afeto-e-educacao-corpo-emocoes-e-praticas-transformadoras-convida-educadores-a-refletirem-sobre-o-papel-das-emocoes-e-do-afeto-na-educacao-contemporanea">Workshop “Escuta, Afeto e Educação: Corpo, Emoções e Práticas Transformadoras” convida educadores a refletirem sobre o papel das emoções e do afeto na educação contemporânea</a> apareceu primeiro em <a href="https://unintese.com.br">Uníntese</a>.</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Workshop Escuta, Afeto e Educação: uma formação para transformar a prática pedagógica</h2>



<p></p>



<p>A partir da experiência do workshop <strong><a href="https://unintese.com.br/escuta-afeto-e-educacao">“Entre Afetos e Aprendizagem: Educação que transforma”</a></strong>, a Faculdade Uníntese lança o <strong>Workshop “Escuta, Afeto e Educação: Corpo, Emoções e Práticas Transformadoras”</strong>.</p>



<p>O <strong>workshop escuta, afeto e educação</strong> é uma formação online que propõe uma mudança profunda na forma de compreender e viver a educação. Com foco na integração entre corpo, emoções e prática pedagógica, o curso oferece uma experiência formativa voltada à construção de relações mais humanas, empáticas e transformadoras no ambiente educacional.</p>



<p>Realizado de <strong>27 de maio a 01 de julho de 2026</strong>, com encontros ao vivo <strong>todas as quartas-feiras</strong>, o workshop conta com carga horária de <strong>40 horas</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Inscrição e certificação</strong></h2>



<p>A inscrição para o workshop deve ser realizada pela <a href="https://unintese.com.br/escuta-afeto-e-educacao">página oficial</a> do evento. A participação é gratuita, sendo cobrado apenas o valor referente à certificação e ao acesso aos conteúdos exclusivos da plataforma.</p>



<p>A certificação é opcional e possui custo de R$ 80,00. Para receber o certificado, o participante deverá obter, no mínimo, 75% de frequência nas atividades do workshop. O pagamento da certificação deverá ser realizado <strong>até o dia 31/05</strong>.</p>



<p>Além do certificado, o valor também garante acesso à plataforma com conteúdos exclusivos relacionados ao evento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que o workshop Escuta, Afeto e Educação é essencial hoje?</strong></h2>



<p>A educação contemporânea enfrenta desafios que vão além da transmissão de conteúdos. Questões como saúde emocional, pertencimento e qualidade das relações pedagógicas se tornaram centrais no processo de ensino-aprendizagem.</p>



<p>Nesse contexto, o workshop surge como resposta a essas demandas, propondo uma abordagem que reconhece:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>A afetividade como parte essencial da aprendizagem</strong> </li>



<li><strong>O corpo como espaço de escuta e expressão emocional </strong></li>



<li><strong>As emoções como elementos fundamentais da prática educativa</strong></li>
</ul>



<p>Essa proposta amplia o olhar educacional ao integrar teoria, experiência e prática, promovendo uma formação completa e alinhada às necessidades atuais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Objetivo do workshop</h2>



<p></p>



<p>O principal objetivo do workshop é <strong>integrar escuta, afetividade e emoções à prática educativa</strong>, contribuindo para a construção de ambientes escolares mais humanos, empáticos e transformadores.</p>



<p>Entre os objetivos específicos, destacam-se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Compreender a afetividade como dimensão da educação</strong></li>



<li><strong>Desenvolver estratégias de regulação emocional </strong></li>



<li><strong>Refletir sobre práticas pedagógicas humanizadas</strong></li>



<li><strong>Analisar o impacto das emoções na cultura escolar</strong><br></li>
</ul>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que você vai aprender no workshop</h2>



<p>O conteúdo é estruturado em <strong>seis módulos formativos</strong>, que abordam desde fundamentos teóricos até aplicações práticas no cotidiano educacional:</p>



<p><strong>Módulos do curso:</strong></p>



<p><strong>1. Fundamentos da Educação Afetiva<br>2. Corpo, Emoções e Escuta Sensível<br>3. Emoções Difíceis e Cuidado Emocional<br>4. Emoções Expansivas, Sentido e Pertencimento<br>5. Práticas Educativas Afetivas<br>6</strong>. <strong>Cultura Escolar e Transformação Afetiva</strong></p>



<p>Os conteúdos envolvem temas como <strong><em>comunicação não violenta, empatia, mediação de conflitos, pertencimento e desenvolvimento emocional</em></strong>, elementos essenciais para uma educação mais consciente e eficaz.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem são os professores</h2>



<p>O workshop conta com especialistas que atuam diretamente em suas áreas:</p>



<p><strong>Prof.ª Ma. Bruna Trasel</strong><br><strong>Prof. Me. Pedro Stieler</strong><br><strong>Psicóloga Ellen Caroline Garcia</strong></p>



<p>A presença da psicóloga contribui com uma abordagem aprofundada sobre emoções e cuidado emocional, ampliando a compreensão dessas dimensões no processo educativo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como funciona o workshop</h2>



<p>A formação é <strong>100% online</strong>, com aulas ao vivo via Zoom e suporte pela plataforma AVA, garantindo flexibilidade e acompanhamento do aprendizado.</p>



<p>A metodologia inclui:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aulas ao vivo com interação </li>



<li>Leituras orientadas</li>



<li>Atividades reflexivas</li>



<li>Avaliações com feedback automático</li>
</ul>



<p>Para certificação, é necessário <strong>mínimo de 75% de participação</strong> nas atividades.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Para quem é o workshop Escuta, Afeto e Educação</h2>



<p>O workshop é voltado para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Educadores e professores </li>



<li>Acadêmicos da área da educação </li>



<li>Profissionais da educação </li>



<li>Comunidade em geral interessada no tema</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Por que participar?</h2>



<p>Participar do Workshop “Escuta, Afeto e Educação: Corpo, Emoções e Práticas Transformadoras” é investir em uma formação que vai além do conteúdo técnico.</p>



<p>Mais do que aprender conceitos, você será convidado a transformar sua prática e contribuir para uma educação mais humana, inclusiva e significativa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Garanta sua inscrição</h2>



<p>Garanta sua vaga e faça parte dessa transformação na educação.<br>Invista em uma formação que conecta conhecimento, emoção e prática.<br>Link de inscrição: <a href="https://unintese.com.br/escuta-afeto-e-educacao">https://unintese.com.br/escuta-afeto-e-educacao</a></p>



<p></p>
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		<title>Acadêmica da Uníntese analisa o impacto do intérprete de Libras no desempenho de estudantes surdos</title>
		<link>https://unintese.com.br/blog/interprete-libras-inclusao-escolar</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduarda Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2026 19:54:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo de acadêmica da Uníntese mostra como a presença do intérprete de Libras transforma a inclusão e o desempenho escolar A inclusão de estudantes surdos na educação básica brasileira tem avançado nos últimos anos, impulsionada pelo reconhecimento da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e pelo fortalecimento de políticas públicas. No entanto, garantir acesso real à [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">Estudo de acadêmica da Uníntese mostra como a presença do intérprete de Libras transforma a inclusão e o desempenho escolar</h3>



<p>A inclusão de estudantes surdos na educação básica brasileira tem avançado nos últimos anos, impulsionada pelo reconhecimento da Língua Brasileira de Sinais (Libras) e pelo fortalecimento de políticas públicas. No entanto, garantir acesso real à aprendizagem ainda é um desafio dentro das salas de aula.</p>



<p>É nesse contexto que a acadêmica do curso de <strong><a href="https://unintese.com.br/letras-libras-bacharel">Bacharelado em Letras-Libras</a> </strong>da Faculdade Uníntese, <strong>Sara Daniela Conceição de Oliveira Souza</strong>, desenvolveu <a href="https://rsdjournal.org/rsd/article/view/50568"><strong>uma pesquisa</strong></a> que analisa o papel do intérprete de Libras na inclusão escolar.</p>



<p>O estudo investiga como a <strong>mediação linguística impacta diretamente a aprendizagem, a participação em sala e o desenvolvimento acadêmico de estudantes surdos</strong>, trazendo dados concretos da prática educacional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a pesquisa foi realizada</h2>



<p>A investigação acompanhou, durante um ano letivo, duas alunas surdas matriculadas nos anos finais do ensino fundamental em uma escola pública.</p>



<p>A metodologia incluiu:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Observações em sala de aula</li>



<li>Entrevistas com professores </li>



<li>Análise das práticas pedagógicas</li>
</ul>



<p>O objetivo foi compreender, na prática, <strong>como a presença (ou ausência) do intérprete de Libras interfere no processo de ensino-aprendizagem</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Antes e depois do intérprete: o que mudou</h2>



<p>Os resultados evidenciam uma diferença significativa no ambiente escolar.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Comunicação limitada </li>



<li>Baixa compreensão dos conteúdos </li>



<li>Participação reduzida </li>



<li>Aulas centradas na cópia do quadro</li>
</ul>



<p>Depois da presença da intérprete:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Maior compreensão dos conteúdos </li>



<li>Participação ativa em sala </li>



<li>Interação com colegas </li>



<li>Avanços na leitura e escrita </li>



<li>Mais autonomia das estudantes</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Desafios que ainda permanecem</h2>



<p>Apesar dos avanços, a pesquisa aponta limitações importantes:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Falta de materiais didáticos adaptados </li>



<li>Ausência de planejamento conjunto entre professores e intérprete </li>



<li>Necessidade de formação continuada docente</li>
</ul>



<p>O estudo reforça que <strong>a inclusão não depende de um único profissional, mas de uma atuação integrada entre escola, professores e gestão</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Entrevista com a autora da pesquisa</h2>



<p>A seguir, Sara Daniela compartilha reflexões sobre o estudo:</p>



<p><strong>O que te motivou a pesquisar a atuação do intérprete de Libras no contexto educacional?</strong></p>



<p>“A minha motivação nasceu da necessidade de compreender melhor como a mediação linguística realmente impacta o acesso à aprendizagem. Eu percebia diferenças significativas na participação de estudantes surdos dependendo da atuação do intérprete.”</p>



<p><strong>Em que momento você percebeu que esse tema precisava ser investigado com mais profundidade?</strong></p>



<p>“Essa necessidade ficou evidente quando percebi que muitas decisões pedagógicas eram tomadas sem considerar o papel do intérprete de Libras. Faltavam estudos que mostrassem o que acontece na prática, dentro da sala de aula.”</p>



<p><strong>Como foi acompanhar, durante um ano letivo, duas alunas surdas em uma escola pública?</strong></p>



<p>“Foi uma experiência transformadora. Ao longo do ano letivo, pude observar não só o desenvolvimento das alunas, mas também as dificuldades e conquistas diárias.”</p>



<p><strong>Quais foram os principais desafios observados antes e depois da presença da intérprete?</strong></p>



<p>“Antes da intérprete, havia barreiras visíveis: comunicação limitada, pouca participação e insegurança das estudantes. Depois, ficou evidente a ampliação do acesso ao conteúdo, maior autonomia e interação mais ativa na escola.”</p>



<p><strong>O que mais te marcou nos relatos dos professores?</strong></p>



<p>“O que mais me marcou foi perceber o quanto muitos professores desejam incluir, mas não sabem como fazê-lo sem apoio.”</p>



<p><strong>Quais transformações concretas a pesquisa evidenciou?</strong></p>



<p>“As principais transformações foram o aumento da participação nas aulas, maior compreensão dos conteúdos e a criação de um ambiente mais acolhedor.”</p>



<p><strong>Na sua visão, o que essa pesquisa revela sobre o papel do intérprete?</strong></p>



<p>“O intérprete atua como ponte cultural e pedagógica. Não se trata apenas de traduzir palavras, mas de mediar sentidos, contextos e relações sociais.”</p>



<p><strong>Por que esse estudo é importante para escolas e gestores?</strong></p>



<p>“O estudo ajuda gestores e educadores a entenderem que o intérprete não é um extra, mas um profissional essencial para garantir equidade.”</p>



<p><strong>O que você espera que leitores e instituições repensem a partir desse trabalho?</strong></p>



<p>“Espero que repensem as práticas de inclusão e reconheçam a importância de investir em equipes bilíngues.”</p>



<p><strong>Principais aprendizados da pesquisa</strong></p>



<ul class="wp-block-list">
<li>A comunicação é o fator central da inclusão</li>



<li> O intérprete transforma a participação do aluno surdo</li>



<li> Há impacto direto na aprendizagem </li>



<li>Professores evoluem com apoio adequado</li>



<li> A inclusão ainda enfrenta barreiras estruturais</li>



<li> O trabalho precisa ser coletivo</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Inclusão vai além da presença</h2>



<p>A pesquisa reforça um ponto essencial: <strong>inclusão não é apenas estar na sala de aula, é aprender de verdade</strong>.</p>



<p>Garantir esse direito exige:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Mediação linguística qualificada </li>



<li>Formação docente contínua </li>



<li>Integração entre profissionais</li>
</ul>



<p>Ao evidenciar o papel do intérprete de Libras, o estudo amplia o debate sobre educação inclusiva e aponta caminhos para tornar a inclusão uma prática real, e não apenas um discurso.</p>
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		<title>Uníntese promove o 2º Encontro Nacional de Docência: reflexões sobre os desafios da educação contemporânea</title>
		<link>https://unintese.com.br/blog/encontro-nacional-docencia-2026-unintese</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduarda Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 20:41:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento online da Faculdade Uníntese reúne especialistas para discutir práticas, inclusão e inovação na formação docente O evento A Faculdade Uníntese promove, entre os dias 18 e 21 de maio de 2026, o 2º Encontro Nacional de Docência – Entre Saberes e Práticas: Perspectivas da Educação Contemporânea, um evento online que convida acadêmicos, professores e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading"><em><strong>Evento online da  Faculdade Uníntese reúne especialistas para discutir práticas, inclusão e inovação na formação docente</strong></em></h3>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">O evento</h2>



<p>A Faculdade Uníntese promove, entre os dias<strong> 18 e 21 de maio</strong> de 2026, o <strong>2º Encontro Nacional de Docência – Entre Saberes e Práticas: Perspectivas da Educação Contemporânea</strong>, um evento online que convida acadêmicos, professores e profissionais da educação a refletirem sobre os desafios e as transformações da docência na atualidade.</p>



<p>Com o tema “Formação docente: desafios e perspectivas na contemporaneidade”, o encontro propõe um espaço qualificado de diálogo, troca de experiências e aprofundamento teórico-prático, fortalecendo a construção de uma prática pedagógica crítica e atualizada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Objetivo do encontro</h2>



<p>O evento tem como propósito promover a reflexão interdisciplinar sobre a prática docente, articulando teoria e prática e ampliando o olhar sobre temas emergentes da educação.</p>



<p>Além disso, busca incentivar o compartilhamento de saberes, o desenvolvimento profissional contínuo e a construção coletiva de estratégias pedagógicas que dialoguem com as demandas contemporâneas.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Programação e palestras</h2>



<p>A programação reúne especialistas convidados que abordarão diferentes dimensões da docência contemporânea:</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>18 de maio</strong><br>A palestra de abertura será conduzida por Nathalia Dantas, com o tema:<br><em>“A construção da autoridade docente: entre desafios contemporâneos e o sentido pedagógico da autoridade na escola”.</em><br>A proposta é refletir sobre o papel da autoridade no contexto educacional, considerando aspectos como vínculo, respeito, planejamento e gestão da sala de aula.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>19 de maio</strong><br>A professora Patrícia Schmidt apresenta a palestra:<br><em>Para além das telas: formar para a cidadania digital em tempos de hiperconectividade</em><br>O encontro abordará a integração das tecnologias no ensino e os desafios do professor diante das novas formas de aprender.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>20 de maio</strong><br>O palestrante Alencar Shueroff conduz a discussão:<br><em>“A formação do leitor literário na Educação Básica”.</em><br>A palestra propõe uma reflexão sobre o papel da escola e do professor na formação de leitores críticos e na construção de experiências significativas de leitura.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/1f4cc.png" alt="📌" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>21 de maio</strong><br>Encerrando a programação, a professora Andrea dos Guimarães de Carvalho apresenta:<br><em>“Desenvolvimento da escrita em Língua Portuguesa e critérios de avaliação de estudantes surdos”.</em><br>A abordagem traz um olhar inclusivo, com foco no uso da Libras, no ensino bilíngue e em práticas avaliativas que respeitem as especificidades linguísticas dos estudantes surdos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Informações importantes</h2>



<p>O 2º Encontro Nacional de Docência será realizado entre os dias <strong>18 e 21 de maio de 2026</strong>, em formato <strong>totalmente online</strong>, possibilitando a participação de acadêmicos, professores e profissionais da educação.</p>



<p>As atividades acontecerão no período da noite, das <strong>19h30 às 22h</strong>, com uma programação organizada em palestras e momentos de interação com os participantes.</p>



<p>O evento possui carga horária total de <strong>40 horas</strong>. A <strong>certificação</strong> será concedida aos participantes que atingirem <strong>frequência mínima de 75%</strong>, mediante pagamento no valor de <strong>R$ 50,00</strong>.</p>



<p>As <strong>inscrições</strong> estarão abertas de <strong>22 de abril a 15 de maio</strong>, sendo o<strong> evento aberto ao público em geral.</strong></p>



<p>Como parte do compromisso com a acessibilidade, o <strong>encontro contará com intérprete de Libras</strong>, ampliando o acesso e a participação de diferentes públicos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que participar?</h2>



<p>Em um cenário marcado por constantes transformações sociais, culturais e tecnológicas, repensar a docência tornou-se essencial.</p>



<p>O 2º Encontro Nacional de Docência se consolida como um espaço de construção coletiva do conhecimento, promovendo a atualização profissional, o diálogo interdisciplinar e o fortalecimento de práticas pedagógicas alinhadas às demandas da educação contemporânea.</p>



<p>Ao reunir especialistas, professores e acadêmicos, o evento amplia repertórios, fortalece conexões e contribui diretamente para a qualificação da prática docente.</p>



<p>Participar deste encontro é investir na própria formação e reafirmar o compromisso com uma educação mais consciente, inclusiva e transformadora.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Inscrição</h2>



<p>Garanta sua participação no 2º Encontro Nacional de Docência e faça parte de um espaço de reflexão, troca e construção coletiva de saberes.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Inscreva-se agora:<a href="https://unintese.com.br/segundo-encontro-nacional-de-docencia"> <strong>2º ENCONTRO NACIONAL DE DOCÊNCIA- ENTRE SABERES&nbsp; E PRÁTICAS: PERSPECTIVAS DA EDUCAÇÃO COMTEMPORÂNEA</strong></a></p>



<p></p>
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		<title>Entrevista com coautora de “Libras para Bebês” explica como a Libras contribui para o desenvolvimento infantil e a comunicação na primeira infância</title>
		<link>https://unintese.com.br/blog/libras-para-bebes-desenvolvimento-infantil</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduarda Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Apr 2026 21:15:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No livro “Libras para Bebês: 50 sinais para começar a conversar”, as autoras Nailma Paixão, Juliane O. Heyn e Elisaine Batista apresentam a Libras como um caminho para a comunicação na primeira infância, tema aprofundado nesta entrevista com uma das coautoras. A comunicação na primeira infância vai muito além da fala. Para a pedagoga, intérprete [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading"><em>No livro “Libras para Bebês: 50 sinais para começar a conversar”, as autoras Nailma Paixão, Juliane O. Heyn e Elisaine Batista apresentam a Libras como um caminho para a comunicação na primeira infância, tema aprofundado nesta entrevista com uma das coautoras.</em></h3>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="682" src="https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-18-at-17.54.32-2-1024x682.jpeg" alt="" class="wp-image-7299" srcset="https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-18-at-17.54.32-2-1024x682.jpeg 1024w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-18-at-17.54.32-2-300x200.jpeg 300w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-18-at-17.54.32-2-768x512.jpeg 768w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-18-at-17.54.32-2-960x640.jpeg 960w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-18-at-17.54.32-2.jpeg 1280w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A comunicação na primeira infância vai muito além da fala. Para a pedagoga, intérprete de Libras e especialista em neuroeducação Nailma Paixão, introduzir a Língua Brasileira de Sinais desde os primeiros meses de vida pode transformar não apenas o desenvolvimento da criança, mas também a relação com a família.</p>



<p>Coautora do livro <em>“Libras para Bebês: 50 sinais para começar a conversar”</em>, ela compartilha, em entrevista, experiências, aprendizados e reflexões sobre o impacto da Libras no desenvolvimento infantil, um tema que ainda enfrenta desconhecimento e muitos mitos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Da vivência à vocação: o início na educação de surdos</h2>



<p>A trajetória de Nailma na área começou ainda na adolescência, aos 16 anos, quando teve seu primeiro contato com a Libras em um contexto religioso. O que inicialmente era um envolvimento afetivo evoluiu para uma escolha profissional consciente.</p>



<p>Segundo ela, esse momento foi determinante para a construção de sua identidade na área da educação inclusiva:</p>



<p><em>“Percebi que não era só algo que eu gostava. Era uma vocação. Eu sentia que precisava contribuir de forma mais estruturada com a comunidade surda”,</em> relembra.</p>



<p>A decisão de transformar esse interesse em profissão marcou o início de uma jornada que, ao longo dos anos, se consolidou na formação acadêmica e na atuação prática.</p>



<p><em>“Esse passo mudou totalmente minha vida e definiu quem eu sou como profissional até hoje.”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">O cérebro do bebê e a linguagem visual</h2>



<p>Com formação em Pedagogia e especialização em Libras e Neurociência, Nailma explica que a comunicação por sinais está diretamente alinhada ao funcionamento cerebral na primeira infância, fase em que o aprendizado ocorre de forma intensamente sensorial.<br><br>De acordo com a especialista, o cérebro do bebê responde de maneira mais eficiente a estímulos visuais e corporais do que à linguagem verbal:</p>



<p><em>“O cérebro do bebê é extremamente responsivo ao visual, ao movimento e à expressão facial. A Libras utiliza exatamente essas vias naturais</em>”, explica.</p>



<p>Ela destaca que esse tipo de estímulo promove uma ativação cerebral ampla e integrada:</p>



<p><em>“São ativadas áreas motoras, visuais, linguísticas e emocionais ao mesmo tempo. Isso cria um estímulo muito rico para o desenvolvimento.”</em></p>



<p>Esse processo contribui para o desenvolvimento cognitivo, motor e emocional, tornando a Libras uma ferramenta potente desde os primeiros meses de vida.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Comunicação antes da fala: menos frustração, mais vínculo</h2>



<p>Um dos principais impactos observados com o uso da Libras na primeira infância está na redução das frustrações típicas da fase pré-verbal. Antes mesmo de desenvolver a fala, o bebê já pode expressar necessidades básicas por meio de sinais.</p>



<p>Na prática, isso altera significativamente a dinâmica familiar, tornando a comunicação mais clara e eficiente:</p>



<p><em>“A Libras dá ao bebê a possibilidade de se expressar antes de falar. Isso muda completamente a dinâmica familiar”</em>, afirma.</p>



<p>Ao conseguir comunicar desejos e desconfortos, o bebê passa a interagir com mais segurança:</p>



<p><em>“Quando o bebê consegue dizer ‘água’, ‘mais’ ou ‘dor’, você reduz choros, crises e insegurança. Ele se sente compreendido.”</em></p>



<p>Como consequência, há um fortalecimento direto do vínculo entre a criança e os cuidadores:</p>



<p><em>“A comunicação precoce cria uma relação mais tranquila, mais segura e muito mais conectada.”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Libras para todos os bebês, não apenas surdos</h2>



<p>Outro ponto importante destacado por Nailma é a necessidade de ampliar a compreensão sobre o uso da Libras. Ainda existe a ideia equivocada de que a língua de sinais deve ser utilizada apenas por pessoas surdas.</p>



<p>No entanto, a especialista reforça que seus benefícios são amplos e aplicáveis a diferentes perfis de crianças:</p>



<p><em>“A Libras não é exclusiva. Ela é uma ferramenta de comunicação que pode beneficiar qualquer beb</em>ê”, reforça.</p>



<p>Ela também chama atenção para um dos mitos mais recorrentes entre famílias e educadores:</p>



<p><em>“A ideia de que a Libras atrasa a fala não tem fundamento. Pelo contrário, ela ajuda a organizar a linguagem e pode até favorecer o desenvolvimento da fala.”</em></p>



<p>Para bebês ouvintes, a Libras atua como um suporte importante no processo de aquisição da linguagem:</p>



<p><em>“Ela organiza o pensamento, amplia o vocabulário e facilita a transição para a linguagem oral.”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">O livro como “passaporte para a comunicação”</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="658" src="https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-18-at-17.54.33-1024x658.jpeg" alt="Autoras: Nailma Paixão, Juliane O. Heyn e Elisaine Batista" class="wp-image-7293" srcset="https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-18-at-17.54.33-1024x658.jpeg 1024w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-18-at-17.54.33-300x193.jpeg 300w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-18-at-17.54.33-768x493.jpeg 768w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/04/WhatsApp-Image-2026-04-18-at-17.54.33.jpeg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>A criação do livro <em>“Libras para Bebês: 50 sinais para começar a conversar”</em> surgiu a partir de uma demanda real observada no cotidiano de famílias e instituições de ensino.</p>



<p>Segundo Nailma, a falta de materiais acessíveis dificultava a introdução da Libras na rotina com bebês:</p>



<p><em>“Muitos pais querem usar Libras, mas não sabem por onde começar. Faltam materiais acessíveis, claros e pensados para a primeira infância.”</em></p>



<p>Diante desse cenário, a proposta da obra foi desenvolver um recurso prático e funcional, capaz de facilitar o início da comunicação:</p>



<p><em>“A gente pensou em um verdadeiro ‘passaporte para a comunicação’. Um material que qualquer pessoa pudesse abrir e já começar a usar.</em>”</p>



<p>A seleção dos sinais seguiu um critério essencial: a aplicabilidade no cotidiano.</p>



<p><em>“Priorizamos sinais funcionais, que fazem parte da rotina do bebê. Aqueles que realmente resolvem situações do dia a dia.”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Inclusão, diversidade e pertencimento</h2>



<p>Além da proposta pedagógica, o livro também foi construído com um olhar atento à representatividade. A obra buscou contemplar diferentes perfis de crianças, ampliando o sentimento de pertencimento.</p>



<p>Esse cuidado aparece na composição dos personagens e nas escolhas visuais do material:</p>



<p><em>“Fizemos questão de incluir diversidade em todos os aspectos: tons de pele, tipos de cabelo, corpos e também diferentes deficiências”,</em> destaca.</p>



<p>Para a autora, esse aspecto é fundamental no processo de formação infantil:</p>



<p><em>“Queríamos que todas as crianças se vissem no livro, se reconhecessem e sentissem que pertencem.”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">O papel da família na introdução da Libras</h2>



<p>A família exerce um papel central na construção da comunicação na primeira infância. É no cotidiano que a linguagem se desenvolve, por meio de interações simples e repetidas.</p>



<p>Por isso, Nailma orienta que o processo de introdução da Libras seja natural e integrado à rotina:</p>



<p><em>“Não é sobre dar aula. É sobre viver a Libras no dia a dia.”</em></p>



<p>Ela recomenda começar com poucos sinais e priorizar situações do cotidiano:</p>



<p><em>“Dois ou três sinais já são suficientes no início. O mais importante é que eles façam parte da rotina, como ‘comer’, ‘água’ e ‘dormir’.”</em></p>



<p>Além disso, reforça a importância do respeito ao tempo da criança:</p>



<p><em>“O bebê aprende pela repetição e pelo afeto. Ele observa, compreende e, no tempo dele, começa a sinalizar.”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Muito além da linguagem: formação de crianças mais inclusivas</h2>



<p>O impacto da Libras não se limita ao desenvolvimento individual da criança. Segundo Nailma, o contato com diferentes formas de comunicação contribui para a formação de indivíduos mais sensíveis e conscientes da diversidade.</p>



<p>Esse aprendizado acontece desde cedo, de forma natural:</p>



<p><em>“Quando uma criança cresce em contato com a Libras, ela aprende desde cedo que existem diferentes formas de comunicação”.</em></p>



<p>Como resultado, desenvolve habilidades sociais importantes:</p>



<p><em>“Ela se torna mais empática, mais respeitosa e mais aberta à diversidade.”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">O futuro da Libras no Brasil</h2>



<p>Apesar dos avanços na área da inclusão, ainda existem desafios importantes para a ampliação do uso da Libras na primeira infância. A falta de informação e de formação adequada ainda limita o acesso de muitas famílias e educadores.</p>



<p>Nailma destaca que esse cenário precisa ser enfrentado com ações estruturais:</p>



<p><em>“Muitas famílias e educadores ainda não sabem que podem usar Libras com bebês. E isso limita o acesso.”</em></p>



<p>Para ela, o avanço depende de investimento em políticas públicas, formação profissional e conscientização social:</p>



<p>“Precisamos ampliar o acesso, investir em formação e romper mitos. A Libras precisa estar presente desde a primeira infância.”</p>



<h2 class="wp-block-heading">Libras na primeira infância: comunicação, vínculo e inclusão desde os primeiros anos</h2>



<p>Ao longo da entrevista, fica evidente que a Libras não é apenas uma alternativa de comunicação, mas uma ferramenta potente para o desenvolvimento integral da criança,fortalecendo vínculos, ampliando a aprendizagem e favorecendo a inclusão desde os primeiros anos.</p>



<p>Nesse contexto, o livro <em>“Libras para Bebês: 50 sinais para começar a conversar”</em> , de Nailma Paixão, Juliane O. Heyn e Elisaine Batista surge como um recurso acessível para famílias e educadores que desejam iniciar esse processo de forma prática e segura.</p>



<p>A obra reúne 50 sinais organizados a partir da rotina do bebê, como alimentação, sono e necessidades básicas, e conta com QR Codes que direcionam para vídeos demonstrativos, facilitando o aprendizado no dia a dia.</p>



<p><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/15.0.3/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> <strong>Acesse o livro:</strong><a href="https://www.amazon.com.br/LIBRAS-PARA-BEB%C3%8AS-NAILMA-PAIXAO/dp/6585075862/ref=asc_df_6585075862?mcid=8206c3285203355fbfb7a21d2098d1db&amp;tag=googleshopp00-20&amp;linkCode=df0&amp;hvadid=771544930994&amp;hvpos=&amp;hvnetw=g&amp;hvrand=10608519902825912210&amp;hvpone=&amp;hvptwo=&amp;hvqmt=&amp;hvdev=c&amp;hvdvcmdl=&amp;hvlocint=&amp;hvlocphy=9197317&amp;hvtargid=pla-2451837553400&amp;psc=1&amp;hvocijid=10608519902825912210-6585075862-&amp;hvexpln=0&amp;language=pt_BR"> <em>Libras para Bebês: 50 sinais para começar a conversar</em></a></p>



<p><em><strong>“A Libras não é só uma língua. É uma forma de aproximar, de acolher e de transformar a forma como a criança se relaciona com o mundo”</strong></em>, conclui Nailma.</p>
<p>O post <a href="https://unintese.com.br/blog/libras-para-bebes-desenvolvimento-infantil">Entrevista com coautora de “Libras para Bebês” explica como a Libras contribui para o desenvolvimento infantil e a comunicação na primeira infância</a> apareceu primeiro em <a href="https://unintese.com.br">Uníntese</a>.</p>
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		<title>Acadêmica da Uníntese pesquisa inclusão de crianças com TEA e destaca papel da família e da escola</title>
		<link>https://unintese.com.br/blog/academica-da-unintese-pesquisa-inclusao-de-criancas-com-tea-e-destaca-papel-da-familia-e-da-escola</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduarda Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 21:48:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O desafio da inclusão no Brasil A inclusão de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ainda é um dos grandes desafios da educação brasileira. Apesar dos avanços legais, a prática nas escolas revela dificuldades que vão desde a falta de preparo até barreiras na comunicação entre os envolvidos no processo educativo. Foi diante desse [&#8230;]</p>
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<h2 class="wp-block-heading">O desafio da inclusão no Brasil</h2>



<p>A inclusão de crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) ainda é um dos grandes desafios da educação brasileira. Apesar dos avanços legais, a prática nas escolas revela dificuldades que vão desde a falta de preparo até barreiras na comunicação entre os envolvidos no processo educativo.</p>



<p>Foi diante desse cenário que a acadêmica de <strong>Pedagogia </strong>da Faculdade Uníntese, <strong>Rossana Cassol Sisti</strong>, desenvolveu uma <strong><a href="https://rsdjournal.org/rsd/article/view/50739">pesquisa</a></strong> sobre a inclusão de crianças com TEA no ensino regular, com foco na relação entre família e escola como elemento central para o sucesso desse processo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A pesquisa: inclusão além da matrícula</h2>



<p>O estudo analisa os desafios enfrentados por escolas e famílias na inclusão de crianças com TEA, destacando que esse processo vai muito além do acesso à sala de aula.</p>



<p>&#8220;<em>A pesquisa analisa os desafios da inclusão de crianças com TEA, especialmente na relação entre família e escola. Escolhi esse tema porque acredito na inclusão, mas ainda vejo muitas dificuldades. Essa parceria é essencial para o desenvolvimento real da criança.</em>”</p>



<p>A pesquisa evidencia que a inclusão efetiva depende de práticas pedagógicas adequadas, acolhimento e, principalmente, da construção de relações sólidas entre escola e família.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Família e escola: o ponto-chave da inclusão</h2>



<p>Um dos principais achados do estudo é o impacto direto da parceria entre família e escola no desenvolvimento da criança com TEA.</p>



<p><em>“Quando família e escola caminham juntas, a inclusão acontece de forma muito mais efetiva. A comunicação e o alinhamento entre os dois lados fazem toda a diferença nesse processo.”</em></p>



<p>Segundo a acadêmica, o diálogo constante permite compreender melhor as necessidades da criança, favorecendo adaptações pedagógicas e promovendo avanços significativos.</p>



<p><em>“O diálogo permite entender melhor as necessidades da criança, favorece a flexibilização curricular e promove um desenvolvimento mais significativo.”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Inclusão na prática: desafios ainda presentes</h2>



<p>Apesar da importância da inclusão, a realidade escolar ainda apresenta obstáculos importantes.</p>



<p><em>“Para que haja inclusão, a criança precisa se sentir acolhida, compreendida e participar de verdade. Também me chamou atenção a falta de preparo, informação e recursos nas escolas, mostrando a necessidade de mais formação e apoio.”</em></p>



<p>Entre os principais desafios identificados estão:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Falta de preparo das instituições</li>



<li>Dificuldade de comunicação entre família e professores</li>



<li>Escassez de recursos e apoio especializado</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um processo coletivo</strong></h2>



<p>A pesquisa reforça que a inclusão não é responsabilidade de um único agente, mas sim de um trabalho conjunto.</p>



<p><em>“A inclusão requer um trabalho conjunto. Professores e instituições precisam olhar para a família como parceira, fortalecendo uma rede de apoio. O diálogo permite construir estratégias mais coerentes e favorece o desenvolvimento da criança.”</em></p>



<p>Outro ponto relevante destacado no estudo é a realidade enfrentada pelas famílias.</p>



<p><em>“A busca incessante das famílias por escolas realmente preparadas e a dificuldade de construir esse diálogo mostram o quanto essa parceria ainda precisa ser fortalecida.”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Um novo olhar sobre a educação inclusiva</strong></h2>



<p>Ao final, a acadêmica deixa uma reflexão importante sobre o papel dos educadores no processo de inclusão:</p>



<p><em>“Cada criança é única, com suas próprias formas de sentir, se expressar e aprender. O olhar atento do professor tem o poder de reconhecer o potencial de cada uma, respeitando seus limites. A pedagogia é, acima de tudo, um ato de amor.”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Mais do que incluir, é transformar</strong></h2>



<p>A pesquisa evidencia que a inclusão de crianças com TEA não deve ser vista apenas como um cumprimento legal, mas como um compromisso real com o desenvolvimento humano.</p>



<p>Mais do que receber, é preciso acolher, compreender e adaptar. E, acima de tudo, fortalecer a parceria entre família e escola para garantir que a inclusão aconteça de forma efetiva.</p>



<p></p>
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		<title>Formado pela Uníntese, TILSP com Síndrome de Down discursa na ONU</title>
		<link>https://unintese.com.br/blog/unintese-forma-interprete-libras-onu</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduarda Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 19:47:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O intérprete de Libras com Síndrome de Down Gabriel Lourenço Silva Camargos, formado pela Uníntese, alcançou um marco histórico ao discursar na Organização das Nações Unidas (ONU), representando o Brasil na 15ª Conferência Internacional da Síndrome de Down. Gabriel é o primeiro Tradutor e Intérprete de Libras e Língua Portuguesa (TILSP) com Síndrome de Down [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://unintese.com.br/blog/unintese-forma-interprete-libras-onu">Formado pela Uníntese, TILSP com Síndrome de Down discursa na ONU</a> apareceu primeiro em <a href="https://unintese.com.br">Uníntese</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O intérprete de Libras com Síndrome de Down Gabriel Lourenço Silva Camargos, formado pela Uníntese, alcançou um marco histórico ao discursar na Organização das Nações Unidas (ONU), representando o Brasil na 15ª Conferência Internacional da Síndrome de Down.</p>



<p>Gabriel é o primeiro Tradutor e Intérprete de Libras e Língua Portuguesa (TILSP) com Síndrome de Down do Brasil e também o primeiro no mundo a ocupar esse espaço em um evento internacional dessa relevância. Sua trajetória evidencia o impacto da educação acessível, da formação qualificada e das oportunidades reais no desenvolvimento profissional e pessoal.</p>



<p>Formado em <a href="https://unintese.com.br/graduacao">Comunicação Assistiva e Tradução e Interpretação da Libras/Língua Portuguesa</a>, sua caminhada é resultado de dedicação, estudo e acesso a uma formação que valoriza a prática, a inclusão e o protagonismo.</p>



<p>Mais do que um feito individual, esse momento representa um avanço importante na discussão sobre acessibilidade e inclusão. A presença de um intérprete de Libras com Síndrome de Down na ONU reforça que a participação em espaços globais deve ser construída com base em oportunidades concretas e igualdade de acesso.</p>



<p>Para a Uníntese, fazer parte dessa trajetória é motivo de orgulho institucional. A conquista de Gabriel reforça o compromisso com uma educação inclusiva, que não apenas forma profissionais, mas amplia horizontes e possibilita novas trajetórias.</p>



<p>Acreditamos que a educação é um dos principais caminhos para transformar realidades. Quando há acesso, incentivo e pertencimento, pessoas podem desenvolver seu potencial e ocupar espaços antes inacessíveis.</p>



<p></p>
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