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	<title>Uníntese</title>
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	<description>A Uníntese se constitui em um Grupo Educacional focado na educação online, com abrangência nacional, ofertando formação e qualificação profissional, conteúdos e serviços educacionais inovadores, através de suas diferentes marcas.</description>
	<lastBuildDate>Thu, 27 Aug 2026 18:59:50 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Uníntese</title>
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		<title>Participe do 5º Congresso Digital da Faculdade Uníntese</title>
		<link>https://unintese.com.br/blog/5-congresso-digital-faculdade-unintese</link>
					<comments>https://unintese.com.br/blog/5-congresso-digital-faculdade-unintese#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduarda Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2026 18:57:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre os dias 21 e 25 de setembro de 2026, a Faculdade Uníntese realiza o 5º Congresso Digital. O evento será totalmente online e terá participação gratuita. Nesta edição, o tema será “Libras, Educação e Tradução: o protagonismo humano e a ética na era digital”. O Congresso coloca o fator humano no centro das discussões. [&#8230;]</p>
<p>O post <a href="https://unintese.com.br/blog/5-congresso-digital-faculdade-unintese">Participe do 5º Congresso Digital da Faculdade Uníntese</a> apareceu primeiro em <a href="https://unintese.com.br">Uníntese</a>.</p>
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<p>Entre os dias <strong>21 e 25 de setembro de 2026</strong>, a Faculdade Uníntese realiza o<a href="https://unintese.com.br/congresso-unintese-2026"> <strong>5º Congresso Digital</strong>.</a> O evento será totalmente online e terá participação gratuita.</p>



<p>Nesta edição, o tema será <strong>“Libras, Educação e Tradução: o protagonismo humano e a ética na era digital”</strong>.</p>



<p>O Congresso coloca o fator humano no centro das discussões. <strong>Além disso</strong>, propõe reflexões sobre os impactos das novas tecnologias na educação, na comunicação e na prática profissional.</p>



<p>Durante cinco dias, acadêmicos, professores, pesquisadores, egressos e profissionais poderão acompanhar diferentes debates. A programação abordará <strong>Libras, Educação Bilíngue, tradução, interpretação, acessibilidade e formação profissional</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>O que você vai encontrar no 5º Congresso Digital?</strong></h2>



<p>O <strong>5º Congresso Digital da Faculdade Uníntese</strong> reúne quatro eventos em uma única programação. <strong>Assim</strong>, diferentes experiências e perspectivas estarão conectadas ao longo dos cinco dias.</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>7º Seminário Online de Língua Brasileira de Sinais</strong>, com discussões relacionadas à Libras, tradução e interpretação e aos desafios profissionais diante das novas tecnologias;</li>



<li><strong>5º Workshop Online de Educação Bilíngue para Surdos</strong>, voltado às práticas educacionais, ao papel do professor, à afetividade e à aprendizagem de estudantes surdos;</li>



<li><strong>8ª Semana Acadêmica da Faculdade Uníntese</strong>, com reflexões sobre formação crítica, ética e os novos desafios da atuação profissional;</li>



<li><strong>3º Encontro dos Egressos da Faculdade Uníntese</strong>, espaço dedicado ao compartilhamento de experiências, trajetórias e desafios encontrados na prática profissional.<br></li>
</ul>



<p>Cada programação apresenta um olhar diferente sobre formação e atuação profissional. <strong>Ao mesmo tempo</strong>, todas estão ligadas ao tema central desta edição.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Protagonismo humano e ética na era digital</strong></h2>



<p>A tecnologia já transforma diferentes contextos da educação, da comunicação e do trabalho. Ferramentas de inteligência artificial e sistemas de tradução automática ampliam possibilidades, mas também levantam novas questões sobre <strong>autoria, responsabilidade, escolhas linguísticas e atuação profissional</strong>.</p>



<p>É nesse contexto que o 5º Congresso Digital propõe uma reflexão fundamental: <strong>qual é o papel do profissional diante das transformações da era digital?</strong></p>



<p>Ao longo do evento, temas ligados à Libras, à Educação Bilíngue, à tradução e interpretação, à acessibilidade e à formação profissional serão abordados a partir de diferentes perspectivas, aproximando conhecimento acadêmico e experiências da prática.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Quem pode participar?</strong></h2>



<p>O evento é destinado aos <strong>acadêmicos da Faculdade Uníntese e ao público em geral interessado nas temáticas do Congresso</strong>.</p>



<p>Estudantes, professores, pesquisadores, tradutores e intérpretes de Libras, profissionais da educação, egressos e pessoas interessadas em <strong>Libras, Educação Bilíngue, acessibilidade e prática profissional</strong> poderão acompanhar a programação gratuitamente.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Inscrições e certificação</strong></h2>



<p>A participação no <strong>5º Congresso Digital da Faculdade Uníntese é gratuita</strong> para quem deseja acompanhar as atividades e ter acesso aos conhecimentos compartilhados durante o evento.</p>



<p>Para os participantes que desejarem certificação, será disponibilizado <strong>certificado de 40 horas</strong>, mediante o pagamento de uma taxa única de <strong>R$ 75,00</strong>.</p>



<p>Para a emissão do certificado, será necessário cumprir <strong>no mínimo 75% de frequência nas atividades ao vivo</strong> durante <strong>todos os turnos</strong> da programação.</p>



<p><strong>Garanta sua vaga: <a href="https://unintese.com.br/congresso-unintese-2026">5º CONGRESSO DIGITAL</a></strong></p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que participar do 5º Congresso Digital?</strong></h2>



<p>Mais do que acompanhar as mudanças provocadas pelas novas tecnologias, é preciso compreender como elas impactam a formação e a atuação de quem trabalha com educação, Libras, tradução, interpretação e acessibilidade.</p>



<p>O <strong>5º Congresso Digital da Faculdade Uníntese</strong> será uma oportunidade para conhecer diferentes perspectivas, ampliar conhecimentos e refletir sobre os desafios que já fazem parte da prática profissional.</p>



<p>Durante cinco dias, conhecimento acadêmico e experiências profissionais se encontram para uma discussão cada vez mais necessária: <strong>como avançar com a tecnologia sem perder o protagonismo humano?</strong></p>



<p><strong>Anote na agenda: 21 a 25 de setembro de 2026.</strong><br><strong>Modalidade:</strong> Online<br><strong>Participação:</strong> Gratuita<br><strong>Certificação opcional:</strong> 40 horas (mediante pagamento e ter 75% de frequência nos encontros em todos os turnos do evento)</p>
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		<title>Trajetória que inspira: Gabriel Camargos conta como a Libras transformou um sonho em profissão</title>
		<link>https://unintese.com.br/blog/primeiro-interprete-libras-sindrome-down-brasil</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduarda Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Aug 2026 18:13:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ser o primeiro Tradutor e Intérprete de Libras com síndrome de Down do Brasil é um marco que Gabriel Lourenço Silva Camargos, egresso do curso Comunicação Assistiva &#8211; Tradução e Interpretação da Libras, carrega com orgulho, mas também com um forte senso de representatividade. Por trás desse título, existe uma trajetória construída com estudo, apoio, [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ser o primeiro <strong>Tradutor e Intérprete de Libras com síndrome de Down do Brasil</strong> é um marco que <strong>Gabriel Lourenço Silva Camargos</strong>, egresso do curso <em>Comunicação Assistiva &#8211; Tradução e Interpretação da Libras</em>, carrega com orgulho, mas também com um forte senso de representatividade. Por trás desse título, existe uma trajetória construída com estudo, apoio, desafios e persistência.</p>



<p>Egresso da Faculdade Uníntese, Gabriel transformou um interesse que surgiu ainda na escola em profissão. Depois da graduação, iniciou sua transição de carreira, passou a receber novas oportunidades e viveu um dos momentos mais marcantes de sua trajetória: interpretar na <strong>15ª Conferência Internacional da Síndrome de Down, na ONU</strong>.</p>



<p>Em entrevista à Uníntese, ele relembrou o caminho até essas conquistas e falou sobre o que ainda deseja construir.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O encontro com a Libras começou ainda na escola</h2>



<p>A Libras entrou na vida de Gabriel muito antes da escolha profissional. O primeiro contato mais próximo aconteceu quando ele passou a conviver com quatro colegas surdos durante o atendimento educacional especializado no contraturno escolar.</p>



<p>A convivência despertou um interesse que permaneceu ao longo dos anos.</p>



<p><em>“Eu já gostava de Libras mesmo sem ter me formado. Depois da minha formatura, pude decidir que essa era a profissão que eu sempre sonhei.”</em></p>



<p>A decisão de seguir esse caminho, porém, também envolveu encontrar uma formação que correspondesse ao que Gabriel buscava</p>



<h2 class="wp-block-heading">Na Uníntese, Gabriel encontrou a formação que procurava</h2>



<p>Antes de chegar à Uníntese, Gabriel já havia iniciado um curso em outra instituição. A experiência, no entanto, não correspondia às suas expectativas: ele sentia falta de mais conteúdos relacionados à Libras e, principalmente, do suporte necessário para acompanhar a graduação.</p>



<p>Foi ao conhecer o curso da Uníntese que encontrou uma possibilidade diferente.</p>



<p><em>“Quando descobri a Uníntese, nem acreditei, pois foi exatamente o curso que eu queria. Consegui fazer no meu tempo e com muito apoio de todos.”</em></p>



<p>Ao recordar sua experiência como estudante, Gabriel destaca justamente o acolhimento recebido durante a formação.</p>



<p><em>“Foi maravilhoso. Todo o apoio que eu precisei eu tive da faculdade, dos professores e da coordenação. Todos não mediram esforços para eu conseguir alcançar meu objetivo.”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Aprender a respeitar o próprio tempo também fez parte da trajetória</h2>



<p>A graduação trouxe conquistas, mas também desafios. Gabriel conciliava o trabalho com os estudos e precisou compreender que seu processo de aprendizagem exigia um ritmo próprio.</p>



<p>Para ele, reconhecer essa necessidade foi uma das partes mais importantes do caminho.</p>



<p><em>“O principal desafio foi aceitar que eu precisava de mais tempo para compreender e realizar as atividades. Nesse processo, contei com o apoio da faculdade, dos professores, da coordenação e de duas professoras de apoio. Todos não mediram esforços para eu alcançar meu objetivo.”</em></p>



<p>Ao resumir esse período, Gabriel é direto:<em> “Não foi fácil, viu.”</em></p>



<p>Entre as lembranças que ficaram da graduação, a colação de grau ocupa um lugar especial. Apesar de ter acontecido virtualmente, o momento marcou sua trajetória.</p>



<p><em>“A emoção do professor Wilton e da professora Carmem me marcou tanto que eu não tenho nem palavras para descrever.”</em></p>



<p>Gabriel também lembra com carinho da dedicação e da paciência da professora Adiene durante sua formação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O diploma foi uma conquista, mas o aprendizado continua</h2>



<p>Gabriel reconhece na graduação uma base importante para começar a atuar profissionalmente como intérprete.</p>



<p><em>“O curso tem uma grade de matérias que são muito necessárias para a formação de um bom intérprete, mas eu continuo estudando muito todos os dias para me aperfeiçoar.”</em></p>



<p>Essa busca por aprendizado ganhou ainda mais importância quando a formação começou a dar lugar à vida profissional.</p>



<p>Desde dezembro de 2025, Gabriel vive um processo de transição de carreira. Com o apoio da mãe, da psicóloga e de sua ex-gestora, começou a direcionar sua trajetória profissional para a Libras.</p>



<p>E as oportunidades começaram a surgir.</p>



<p><em>“O início da minha carreira com a Libras está sendo incrível. As oportunidades têm aparecido bastante e, por isso, eu preciso continuar estudando todos os dias.”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que significa ser o primeiro intérprete de Libras com síndrome de Down do Brasil?</h2>



<p>A conquista profissional de Gabriel também ganhou um significado coletivo.</p>



<p>Ao se tornar o <strong>primeiro Tradutor e Intérprete de Libras com síndrome de Down do Brasil</strong>, ele passou a enxergar sua trajetória como uma forma de representar outras pessoas que também desejam estudar, trabalhar e construir uma profissão.</p>



<p><em>“Eu represento com esse título todas as pessoas com deficiência, em especial as pessoas com T21 que desejam e sonham com uma formação, mostrando que não é fácil, mas é possível.”</em></p>



<p>Essa representatividade ganharia ainda mais força quando Gabriel recebeu um convite que levaria sua história para um espaço internacional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Da formação à ONU</h2>



<p>Indicado pela <strong>Federação Nacional das Associações de Síndrome de Down (FEBSD)</strong>, Gabriel participou da 15ª Conferência Internacional da Síndrome de Down, na Organização das Nações Unidas.</p>



<p>O convite chegou rapidamente e exigiu que ele e a família se organizassem em pouco mais de um mês. Quando finalmente chegou à ONU, Gabriel viveu uma experiência que ainda descreve com emoção.</p>



<p><em>“Eu nem acreditei que estava lá na ONU fazendo o que eu mais amo, que é traduzir músicas. E olha que foi uma música em inglês.”</em></p>



<p>Para ele, aquele momento reuniu profissão, paixão e uma conquista que parecia difícil de imaginar alguns anos antes.</p>



<p><em>“Foi uma experiência que eu não vou esquecer nunca mais. Foi um orgulho muito grande.”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Uma trajetória que inspira outras trajetórias</h2>



<p>Da convivência com colegas surdos na escola à formação profissional; dos desafios durante a graduação às primeiras oportunidades de trabalho; do sonho de atuar com Libras à experiência de interpretar na ONU.</p>



<p>A trajetória de Gabriel continua sendo construída e ele faz questão de lembrar que nenhuma dessas conquistas significou deixar de estudar, aprender ou enfrentar dificuldades.</p>



<p>É justamente por conhecer esse caminho que sua mensagem para outras pessoas com síndrome de Down é tão direta:</p>



<p><em>“A mensagem que deixo para outras pessoas com síndrome de Down é: não desistam nunca. Como sempre digo em minhas palestras, com a ajuda de Deus: Eu faço. Eu posso. Eu conquisto!”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Educação que acompanha conquistas</h2>



<p>Na Uníntese, histórias como a de Gabriel reforçam a importância de uma formação que reconhece diferentes trajetórias, respeita o tempo de cada estudante e oferece suporte para que o aprendizado possa se transformar em possibilidade profissional.</p>



<p>A instituição se orgulha de ter participado desse caminho e de ver um egresso levando sua formação para novos espaços, construindo sua carreira e ampliando representações.</p>



<p>A trajetória de Gabriel continua. E acompanhar cada nova conquista também faz parte da história da Uníntese.</p>



<p></p>
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		<item>
		<title>Educação bilíngue de surdos: Wiltom Dourado apresenta reflexões sobre sua nova obra</title>
		<link>https://unintese.com.br/blog/educacao-bilingue-de-surdos-wiltom-dourado</link>
					<comments>https://unintese.com.br/blog/educacao-bilingue-de-surdos-wiltom-dourado#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eduarda Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Aug 2026 18:47:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pensar a educação bilíngue de surdos exige olhar não apenas para as línguas presentes no processo educacional, mas para todo o ambiente em que o estudante aprende, interage e se desenvolve. Essa reflexão está no centro do livro Educação de Surdos – Um Ambiente Linguístico Bilíngue, de Wiltom Dourado. A obra reúne estudos e experiências [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Pensar a <strong>educação bilíngue de surdos</strong> exige olhar não apenas para as línguas presentes no processo educacional, mas para todo o ambiente em que o estudante aprende, interage e se desenvolve.</p>



<p>Essa reflexão está no centro do livro<strong><a href="https://loja.editoradialetica.com/loja/produto.php?loja=791959&amp;IdProd=1244262361&amp;iniSession=1&amp;hash=949719519"> <em>Educação de Surdos – Um Ambiente Linguístico Bilíngue</em></a></strong>, de <strong>Wiltom Dourado</strong>. A obra reúne estudos e experiências construídos ao longo de sua trajetória com a Libras, a educação de surdos e a formação de profissionais que atuam na área.</p>



<p>Ao longo do livro, o autor aborda temas como Libras, Língua Portuguesa escrita, cultura e identidade surda, visualidade, políticas linguísticas, formação profissional, Arte e Tecnologia.</p>



<p>Em entrevista, Wiltom explica como surgiu a obra, apresenta o conceito de ambiente linguístico bilíngue e destaca as principais reflexões que espera provocar entre professores, intérpretes, gestores, estudantes e pesquisadores.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Uma inquietação que se transformou em pesquisa</h2>



<p>A origem do livro está diretamente relacionada à trajetória acadêmica e profissional do autor. Durante sua formação, Wiltom começou a questionar quais condições uma instituição de ensino precisa oferecer para construir uma experiência educacional efetivamente bilíngue.</p>



<p><strong>O que motivou você a escrever o livro </strong><em><strong>Educação de Surdos – Um Ambiente Linguístico Bilíngue</strong></em><strong>?</strong></p>



<p><em>“O livro nasce da minha trajetória com a Libras, com a educação de surdos e com a formação de profissionais nessa área. A partir da elaboração do TCC no curso de Pós-graduação, comecei a me perguntar o que realmente significa oferecer uma educação bilíngue para uma pessoa surda.”</em></p>



<p>A pergunta ultrapassou aquele primeiro trabalho acadêmico. Posteriormente, ela orientou sua pesquisa de mestrado e contribuiu para a construção do livro.</p>



<p><em>“Essa inquietação me levou à pesquisa de mestrado e, ao livro, buscando compreender como construir um ambiente que respeite a Libras, a visualidade, a cultura e a identidade surda.”</em></p>



<p>Assim, a obra parte de uma questão essencial: <strong>como criar condições para que a pessoa surda participe plenamente do processo educacional?</strong></p>



<h2 class="wp-block-heading">Educação bilíngue de surdos exige olhar para o ambiente</h2>



<p>Ao discutir a educação bilíngue, Wiltom direciona a atenção para aquilo que acontece ao redor do estudante. Para ele, a reflexão não pode se limitar à presença de uma língua no currículo ou em determinados momentos da rotina escolar.</p>



<p><strong>Qual é a principal reflexão que a obra busca promover sobre a educação de surdos?</strong></p>



<p><em>“É pensar sobre o ambiente que oferecemos para que a pessoa surda possa aprender e se desenvolver.”</em></p>



<p>Nesse sentido, o autor convida professores, gestores e demais profissionais a observarem as condições concretas oferecidas ao estudante.</p>



<p><em>“O livro convida o leitor a refletir se esse ambiente considera a Libras, a visualidade, a cultura e a identidade surda e se oferece condições efetivas para a comunicação, a participação e a aprendizagem.”</em></p>



<p>Portanto, discutir inclusão e educação bilíngue também significa analisar como a instituição organiza suas práticas, seus espaços, suas formas de comunicação e suas relações.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que caracteriza um ambiente linguístico bilíngue?</h2>



<p>Um dos conceitos centrais da obra é justamente o <strong>ambiente linguístico bilíngue</strong>. Wiltom o apresenta como um espaço no qual a Libras participa efetivamente dos processos de comunicação e aprendizagem.</p>



<p><strong>Como esse conceito é abordado ao longo do livro?</strong></p>



<p><em>“O ambiente linguístico bilíngue é apresentado como um espaço em que a Libras está efetivamente presente na comunicação e na aprendizagem, em articulação com a Língua Portuguesa escrita.”</em></p>



<p>No entanto, essa construção também depende das pessoas, das práticas pedagógicas e das condições oferecidas no cotidiano.</p>



<p><em>“Esse ambiente também envolve profissionais preparados, a presença de pessoas surdas e práticas pedagógicas que considerem a visualidade, a cultura e a identidade surda.”</em></p>



<p>Dessa forma, a educação bilíngue envolve diferentes dimensões que precisam atuar de maneira articulada.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Libras, visualidade, cultura e formação profissional</h2>



<p>Durante a construção do livro, Wiltom reuniu aspectos que considera fundamentais para compreender a educação de surdos.</p>



<p>Entre eles estão a trajetória histórica da área, a Libras, a cultura e a identidade surda, a visualidade e a preparação dos profissionais.</p>



<p><strong>Quais aspectos foram fundamentais para a construção da obra?</strong></p>



<p><em>“Foram fundamentais a trajetória histórica da educação de surdos, a Libras, a cultura e a identidade surda, a visualidade e a formação dos profissionais.”</em></p>



<p>Além disso, o autor amplia a discussão ao aproximar outros campos da prática educacional.</p>



<p><em>“Também procurei discutir as possibilidades da Arte e da Tecnologia, articulando esses elementos na construção de um ambiente linguístico bilíngue que favoreça a aprendizagem do estudante surdo.”</em></p>



<p>Com isso, o livro propõe uma leitura integrada do processo educacional, conectando língua, cultura, recursos, práticas e formação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que o leitor encontrará no livro?</h2>



<p>A obra percorre diferentes momentos e discussões da educação de surdos. Em vez de analisar um único aspecto, Wiltom reúne elementos que ajudam o leitor a compreender como esse campo se desenvolveu e quais desafios permanecem presentes.</p>



<p><strong>Quais são os principais conteúdos e discussões apresentados?</strong></p>



<p><em>“O livro percorre a história da educação de surdos, aborda a cultura e a identidade surda, a Libras, as políticas linguísticas e a educação bilíngue.”</em></p>



<p>Arte e Tecnologia também aparecem ao longo da obra como possibilidades que dialogam com a construção das práticas educacionais.</p>



<p><em>“Também discute as contribuições da Arte e da Tecnologia, conduzindo o leitor à reflexão sobre a construção de um ambiente linguístico bilíngue que favoreça a comunicação, a interação e a aprendizagem.”</em></p>



<p>Por isso, o conteúdo interessa tanto a quem já atua na área quanto a estudantes e profissionais que desejam ampliar sua compreensão sobre o tema.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Educação bilíngue vai além da presença da Libras</h2>



<p>Entre as reflexões apresentadas por Wiltom, uma ocupa posição central: a <strong>educação bilíngue de surdos envolve todo o ambiente educacional</strong>.</p>



<p><strong>Há algum aspecto da obra especialmente relevante para compreender essa perspectiva?</strong></p>



<p><em>“Considero especialmente importante compreender que a educação bilíngue envolve todo o ambiente educacional.”</em></p>



<p>Segundo o autor, a articulação entre Libras e Língua Portuguesa escrita representa uma parte fundamental desse processo, mas precisa estar acompanhada de outras condições.</p>



<p><em>“A presença da Libras, articulada à Língua Portuguesa escrita, precisa estar acompanhada de condições linguísticas, culturais, visuais e pedagógicas que permitam ao estudante surdo aprender, interagir e se desenvolver.”</em></p>



<p>Essa perspectiva amplia o debate e coloca a experiência do estudante no centro da reflexão.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Uma obra para profissionais, estudantes e pesquisadores</h2>



<p>Wiltom direciona o livro a diferentes públicos relacionados à educação de surdos</p>



<p><strong>A quem a obra se destina?</strong></p>



<p><em>“O livro se destina a professores, intérpretes de Libras, gestores, estudantes, pesquisadores e demais profissionais que atuam ou desejam atuar com a educação de surdos.”</em></p>



<p>Mais do que apresentar conceitos, o autor espera que a leitura incentive cada profissional a observar criticamente sua própria atuação</p>



<p><em>“Espero que a obra contribua para a formação desses profissionais e, principalmente, para a reflexão sobre suas práticas e sobre as condições oferecidas ao estudante surdo no ambiente educacional.”</em></p>



<p>Nesse sentido, o livro também funciona como um convite para repensar práticas já estabelecidas e analisar se elas realmente respondem às necessidades linguísticas e educacionais dos estudantes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Que ambiente estamos construindo para a pessoa surda?</h2>



<p>Ao final, uma pergunta atravessa toda a obra: <strong>as condições que oferecemos permitem que a pessoa surda se comunique, participe e aprenda?</strong></p>



<p>Essa é também a reflexão que Wiltom espera despertar depois da última página.</p>



<p><em>“Espero que o leitor reflita sobre o ambiente que estamos construindo para a pessoa surda e se ele realmente oferece condições para que ela possa se comunicar, participar e aprender.”</em></p>



<p>Para o autor, provocar essa mudança de olhar já representa uma contribuição importante.</p>



<p><em>“Se o livro despertar esse olhar mais atento para a educação de surdos, acredito que já terá cumprido um papel muito importante.”</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">A mensagem central de <em>Educação de Surdos – Um Ambiente Linguístico Bilíngue</em></h2>



<p>Ao sintetizar a proposta da obra, Wiltom reforça que a educação bilíngue precisa partir da forma como a própria pessoa surda vivencia a comunicação e a aprendizagem.</p>



<p><em>“A educação bilíngue de surdos precisa considerar a forma como a pessoa surda se comunica, aprende e se relaciona com o mundo.”</em></p>



<p>Por isso, construir um ambiente linguístico bilíngue envolve mais do que inserir recursos pontuais. Exige considerar diferentes dimensões da experiência educacional.</p>



<p><em>“Isso envolve construir um ambiente em que a Libras, a visualidade, a cultura e a identidade surda estejam presentes e sejam respeitadas.”</em></p>



<p><em>Educação de Surdos – Um Ambiente Linguístico Bilíngue</em>, de <strong>Wiltom Dourado</strong>, amplia esse debate e convida profissionais, estudantes e pesquisadores a observarem com mais atenção os ambientes educacionais que ajudam a construir.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Reflexões sobre educação bilíngue de surdos</h2>



<p><em>Educação de Surdos – Um Ambiente Linguístico Bilíngue</em>, de <strong>Wiltom Dourado</strong>, amplia esse debate e convida profissionais, estudantes e pesquisadores a observarem com mais atenção os ambientes educacionais que ajudam a construir.</p>



<p>Ao reunir pesquisa, experiência e reflexão, a obra contribui para ampliar a compreensão sobre a <strong>educação bilíngue de surdos</strong> e sobre as condições necessárias para uma aprendizagem mais significativa e participativa.</p>



<p><strong>Quer conhecer a obra completa?</strong><br>Acesse o link abaixo e saiba mais sobre o livro de Wiltom Dourado.</p>



<p><strong><a href="https://loja.editoradialetica.com/loja/produto.php?loja=791959&amp;IdProd=1244262361&amp;iniSession=1&amp;hash=949719519">Conheça o livro </a></strong><em><a href="https://loja.editoradialetica.com/loja/produto.php?loja=791959&amp;IdProd=1244262361&amp;iniSession=1&amp;hash=949719519"><strong>Educação de Surdos – Um Ambiente Linguístico Bilíngu</strong></a></em><strong><a href="https://loja.editoradialetica.com/loja/produto.php?loja=791959&amp;IdProd=1244262361&amp;iniSession=1&amp;hash=949719519">e</a></strong></p>



<p></p>
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		<title>Acessibilidade para estudantes surdos: pesquisa da Uníntese amplia reflexões sobre educação acessível</title>
		<link>https://unintese.com.br/blog/acessibilidade-estudantes-surdos-pesquisa-unintese</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduarda Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Aug 2026 20:59:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que torna uma educação realmente acessível para estudantes surdos? A resposta vai além da presença da Libras. A acessibilidade também depende de materiais adequados, práticas pedagógicas, acompanhamento acadêmico e políticas institucionais que funcionem de forma articulada. Essa é uma das principais reflexões apresentadas no artigo “Promoção da acessibilidade para estudantes surdos na educação a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>O que torna uma educação realmente acessível para estudantes surdos?</p>



<p>A resposta vai além da presença da Libras. A acessibilidade também depende de materiais adequados, práticas pedagógicas, acompanhamento acadêmico e políticas institucionais que funcionem de forma articulada.</p>



<p>Essa é uma das principais reflexões apresentadas no artigo <strong><a href="https://remunom.ojsbr.com/multidisciplinar/article/view/7243/6460">“Promoção da acessibilidade para estudantes surdos na educação a distância: um estudo documental das ações desenvolvidas pela Faculdade Uníntese”</a></strong>.</p>



<p>Desenvolvida por pesquisadores da Faculdade Uníntese, a pesquisa analisa como a instituição registra e organiza ações de acessibilidade voltadas aos estudantes surdos na educação superior a distância.</p>



<p>O estudo é assinado por <strong>Matheus Dourado Stieler, Maristela Maria de Moraes, Wilton Dourado Teixeira e Rosane Aparecida Stieler</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Acessibilidade para estudantes surdos vai além da Libras</h2>



<p>Quando se fala em acessibilidade para pessoas surdas, a Libras ocupa um papel fundamental. No entanto, uma experiência educacional acessível não depende de uma única ferramenta.</p>



<p>O estudo mostra que a acessibilidade envolve diferentes dimensões do processo educacional. Entre elas estão o acesso aos conteúdos, a organização dos materiais, a comunicação, a mediação pedagógica e o acompanhamento dos estudantes.</p>



<p>Na Faculdade Uníntese, essa concepção aparece em diferentes documentos acadêmicos e pedagógicos analisados pelos pesquisadores.</p>



<p>A pesquisa identificou diretrizes relacionadas à <strong>acessibilidade metodológica e linguística</strong>, além de recursos como Libras, legendas, leitores de tela e contrastes de cor.</p>



<p>Essas ações fazem parte de uma proposta mais ampla de organização da experiência educacional.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como a pesquisa foi realizada?</h2>



<p>Os pesquisadores desenvolveram um estudo qualitativo de natureza documental.</p>



<p>Para isso, analisaram documentos acadêmicos, pedagógicos e administrativos da Faculdade Uníntese. O objetivo foi entender como as ações de acessibilidade aparecem formalmente na organização institucional.</p>



<p>Entre os materiais analisados estão o <strong>Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI)</strong>, Projetos Pedagógicos de Curso, a Proposta Pedagógica AprendoCom, documentos de orientação à docência e à tutoria e registros de programas de acompanhamento acadêmico.</p>



<p>A análise também considerou documentos relacionados à produção de materiais didáticos e aos ambientes digitais utilizados pela instituição.</p>



<p>A partir desse levantamento, os pesquisadores organizaram os resultados em quatro grandes áreas: políticas institucionais, materiais didáticos acessíveis, mediação pedagógica e acompanhamento acadêmico, além de programas de promoção da acessibilidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pesquisa identifica ações articuladas de acessibilidade</h2>



<p>Um dos principais resultados do estudo está justamente na articulação entre essas diferentes áreas.</p>



<p>Os documentos analisados mostram que a acessibilidade não aparece apenas como uma iniciativa isolada. Ela está presente em diferentes dimensões da organização acadêmica e pedagógica da Faculdade Uníntese.</p>



<p>Isso inclui desde as políticas institucionais até a forma como materiais e recursos educacionais são planejados.</p>



<p>O estudo também identificou iniciativas ligadas à <strong>Escola de Libras (eLibras), ao Programa de Nivelamento em Libras, à Tutoria Acadêmica e aos Grupos de Estudos</strong>.</p>



<p>Essas ações demonstram que o acompanhamento também ocupa espaço importante na proposta institucional de acessibilidade.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Profissionais surdos também participam da construção dos materiais</h2>



<p>Outro aspecto relevante identificado pela pesquisa é a participação de profissionais surdos nos processos pedagógicos.</p>



<p>Os documentos registram a atuação desses profissionais na docência, na produção e na validação de materiais didáticos em Libras, além da elaboração de conteúdos destinados à plataforma AprendoCom.</p>



<p>Esse resultado amplia a discussão sobre educação acessível.</p>



<p>A acessibilidade, nesse contexto, não significa apenas produzir conteúdos para estudantes surdos. Ela também envolve a participação de profissionais surdos nos próprios processos de construção das experiências educacionais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Acompanhamento acadêmico também é acessibilidade</h2>



<p>Disponibilizar um conteúdo acessível representa uma etapa importante. No entanto, o processo não termina nesse momento.</p>



<p>A pesquisa destaca que a mediação pedagógica e o acompanhamento acadêmico também fazem parte das condições necessárias para ampliar a participação dos estudantes.</p>



<p>Por isso, documentos analisados pelo estudo apresentam estratégias de interação entre professores, tutores e estudantes, além de mecanismos de acompanhamento ao longo da formação.</p>



<p>Essa perspectiva ajuda a compreender a acessibilidade como um processo contínuo.</p>



<p>Ela começa no planejamento do ensino, passa pela produção dos materiais e continua durante a trajetória acadêmica do estudante.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pesquisa contribui para ampliar o debate sobre educação acessível</h2>



<p>O estudo traz uma contribuição importante para as discussões sobre acessibilidade na educação superior a distância.</p>



<p>Em vez de analisar apenas uma ferramenta ou uma prática específica, os pesquisadores observaram como diferentes elementos aparecem conectados na documentação institucional.</p>



<p>Os resultados reforçam uma concepção de acessibilidade baseada na articulação entre <strong>políticas, materiais, práticas pedagógicas, mediação e acompanhamento acadêmico</strong>.</p>



<p>Ao mesmo tempo, os próprios autores reconhecem os limites da pesquisa. O estudo analisou registros documentais e não avaliou diretamente a percepção dos estudantes ou a efetividade das ações na prática.</p>



<p>Por isso, novas pesquisas poderão investigar como estudantes surdos, professores, tutores e gestores percebem essas iniciativas e como elas se concretizam nas experiências educacionais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Confira o artigo na íntegra</h2>



<p>O estudo <strong>“Promoção da acessibilidade para estudantes surdos na educação a distância: um estudo documental das ações desenvolvidas pela Faculdade Uníntese”</strong> apresenta uma análise aprofundada das ações registradas pela instituição e amplia as reflexões sobre o papel da acessibilidade na educação superior.</p>



<p><a href="https://remunom.ojsbr.com/multidisciplinar/article/view/7243/6460">Leia o artigo</a> na íntegra e conheça os resultados da pesquisa.</p>



<p></p>



<p></p>
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		<title>Escola de Leitura e Produção Textual: transforme sua prática docente com estratégias alinhadas à BNCC</title>
		<link>https://unintese.com.br/blog/escola-leitura-producao-textual</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduarda Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 20:29:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ensinar leitura e escrita vai muito além de trabalhar regras gramaticais ou propor produções textuais. Hoje, o desafio dos professores é formar estudantes capazes de compreender, interpretar, argumentar e comunicar ideias em diferentes contextos. Nesse cenário, a Escola de Leitura e Produção Textual da Uníntese surge como uma formação voltada para acadêmicos das licenciaturas e [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Ensinar leitura e escrita vai muito além de trabalhar regras gramaticais ou propor produções textuais. Hoje, o desafio dos professores é formar estudantes capazes de compreender, interpretar, argumentar e comunicar ideias em diferentes contextos.</p>



<p>Nesse cenário, a <strong><a href="https://unintese.com.br/escola-de-leitura-e-producao-textual">Escola de Leitura e Produção Textual da Uníntese</a></strong> surge como uma formação voltada para acadêmicos das licenciaturas e professores que desejam aperfeiçoar suas práticas pedagógicas e aproximar o ensino das competências previstas pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC).</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que a leitura e a produção textual são desafios na Educação Básica?</h2>



<p>É comum encontrar estudantes que conseguem ler um texto, mas apresentam dificuldades para compreender informações implícitas, estabelecer relações entre ideias ou defender um ponto de vista.</p>



<p>Da mesma forma, muitos alunos encontram obstáculos para organizar o pensamento, estruturar argumentos e produzir textos coerentes.</p>



<p>Essas dificuldades não impactam apenas a disciplina de Língua Portuguesa. Pelo contrário, elas influenciam diretamente o desempenho em Matemática, Ciências, História, Geografia e todas as áreas do conhecimento.</p>



<p>Por isso, desenvolver competências de leitura e escrita tornou-se uma responsabilidade compartilhada entre todos os educadores.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O que você aprenderá na Escola de Leitura e Produção Textual?</h2>



<p>A formação foi planejada para conectar teoria e prática, oferecendo ferramentas que podem ser aplicadas imediatamente em sala de aula.</p>



<p>Ao longo de oito encontros, os participantes irão aprofundar conhecimentos sobre:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>estratégias de leitura e compreensão textual; </li>



<li>produção textual como processo de aprendizagem; </li>



<li>metodologias ativas aplicadas ao ensino;</li>



<li> literatura e formação do leitor;</li>



<li> gêneros textuais e gêneros digitais;</li>



<li> argumentação, coesão e coerência; </li>



<li>avaliação formativa da leitura e da escrita;</li>



<li> planejamento de sequências didáticas.</li>
</ul>



<p>Além disso, as atividades utilizam recursos digitais e oficinas colaborativas para tornar a aprendizagem ainda mais significativa</p>



<h2 class="wp-block-heading">Uma formação alinhada às competências da BNCC</h2>



<p>A <strong>Base Nacional Comum Curricular</strong> reforça que leitura, escrita, oralidade e cultura digital são competências essenciais para a formação integral dos estudantes.</p>



<p>Nesse sentido, a Escola de Leitura e Produção Textual propõe práticas que dialogam diretamente com essas competências, estimulando a autoria, o pensamento crítico, a argumentação e os multiletramentos.</p>



<p>Mais do que conhecer a BNCC, os participantes aprendem como transformar suas diretrizes em experiências concretas de aprendizagem.</p>



<p>Metodologias que aproximam teoria e prática</p>



<h2 class="wp-block-heading">Metodologias que aproximam teoria e prática</h2>



<p>Durante a formação, os participantes vivenciam metodologias que podem ser adaptadas para diferentes etapas da Educação Básica.</p>



<p>Entre elas, destacam-se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>oficinas práticas;</li>



<li> sala de aula invertida; </li>



<li>produção colaborativa; </li>



<li>estudos de caso; </li>



<li>rodas de conversa; </li>



<li>elaboração de propostas pedagógicas aplicáveis à realidade escolar.</li>
</ul>



<p>Dessa forma, cada encontro proporciona experiências que vão além da teoria, incentivando a construção de práticas inovadoras para o ensino da leitura e da escrita.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Para quem é a Escola de Leitura e Produção Textual?</h2>



<p>A formação é destinada a:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>acadêmicos dos cursos de licenciatura; </li>



<li>professores da Educação Infantil; </li>



<li>docentes do Ensino Fundamental; </li>



<li>professores do Ensino Médio; </li>



<li>educadores de todas as áreas da Educação Básica interessados em fortalecer práticas relacionadas à leitura, escrita e comunicação.</li>
</ul>



<p>Essa proposta parte do princípio de que desenvolver leitores e produtores de texto é uma responsabilidade de toda a escola.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como funciona a formação?</h2>



<p>A Escola de Leitura e Produção Textual será realizada em formato totalmente online.</p>



<p><strong>Confira as principais informações:</strong></p>



<p><strong>Início:</strong> 3 de agosto; <br><strong>Encontros:</strong> 8 aulas online e ao vivo; <br><strong>Dias:</strong> todas as segundas-feiras; <br><strong>Horário:</strong> das 19h30 às 22h; <br><strong>Público:</strong> acadêmicos das licenciaturas e professores da Educação Básica; <br><strong>Certificado:</strong> opcional, com carga horária de 40 horas; <br><strong>Valor do certificado:</strong> R$ 50,00; <br><strong>Frequência mínima para certificação:</strong> 75%.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Aprenda com uma especialista em Leitura, Literatura e Comunicação</h2>



<p>A Escola de Leitura e Produção Textual será conduzida pela <strong>Dr.ª Laísa Veroneze Bisol</strong>, pesquisadora e docente com sólida trajetória acadêmica nas áreas de Letras, Literatura e Comunicação.</p>



<p>Doutora em <strong>Letras – Estudos Literários</strong> pela <strong>Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)</strong>, também é doutora em <strong>Comunicação e Informação Contemporânea</strong> pela <strong>Universidade de Santiago de Compostela</strong>, na Espanha. Além disso, possui mestrado em <strong>Letras – Literatura Comparada</strong> pela <strong>Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (URI)</strong>.</p>



<p>Ao longo da formação, a professora compartilhará conhecimentos teóricos e experiências práticas que dialogam diretamente com os desafios enfrentados pelos educadores na Educação Básica.</p>



<p>A proposta é oferecer estratégias que possam ser aplicadas imediatamente em sala de aula, promovendo o desenvolvimento da leitura, da escrita, da oralidade e da argumentação de forma significativa e alinhada às competências previstas pela BNCC.</p>



<p>Essa combinação entre sólida formação acadêmica e foco na prática docente torna a Escola de Leitura e Produção Textual uma oportunidade para professores e futuros educadores que desejam aperfeiçoar suas metodologias e fortalecer o processo de ensino e aprendizagem.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Por que participar desta formação?</h2>



<p>Investir na formação docente significa ampliar possibilidades dentro da sala de aula.</p>



<p>Ao desenvolver novas estratégias de leitura, produção textual e mediação pedagógica, o professor fortalece a aprendizagem dos estudantes e contribui para a construção de uma educação mais crítica, participativa e significativa.</p>



<p>Se você deseja inovar suas práticas, aplicar metodologias contemporâneas e compreender como a BNCC pode ser vivenciada no cotidiano escolar, a <strong>Escola de Leitura e Produção Textual da Uníntese</strong> é uma excelente oportunidade para seu desenvolvimento profissional.</p>



<p><strong>As inscrições já estão abertas.</strong></p>
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		<title>Acadêmica da Uníntese pesquisa acessibilidade comunicacional e destaca desafios da comunidade surda nos serviços de saúde</title>
		<link>https://unintese.com.br/blog/academica-unintese-pesquisa-libras-acessibilidade-comunicacional-saude</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduarda Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2026 21:05:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa desenvolvida por Enilda Toledo dos Santos aponta que a falta de profissionais capacitados em Libras e de recursos de acessibilidade comunicacional ainda compromete o atendimento às pessoas surdas na rede pública de saúde. Garantir que um paciente compreenda seu diagnóstico, participe das decisões sobre o próprio tratamento e consiga expressar seus sintomas é um [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<h3 class="wp-block-heading">Pesquisa desenvolvida por Enilda Toledo dos Santos aponta que a falta de profissionais capacitados em Libras e de recursos de acessibilidade comunicacional ainda compromete o atendimento às pessoas surdas na rede pública de saúde.</h3>



<p>Garantir que um paciente compreenda seu diagnóstico, participe das decisões sobre o próprio tratamento e consiga expressar seus sintomas é um dos princípios fundamentais da assistência em saúde. Entretanto, quando a comunicação não acontece de forma acessível, esse direito pode ser comprometido. Foi justamente essa realidade que motivou a acadêmica <strong>Enilda Toledo dos Santos</strong>, do curso de<strong> Licenciatura em Letras &#8211; Língua Portuguesa e Libras da Faculdade Uníntese</strong>, a desenvolver uma pesquisa sobre a acessibilidade comunicacional das pessoas surdas nos serviços de saúde.</p>



<p>Orientado pela <strong>Prof.ª Rosane Aparecida Stieler</strong> e pelo <strong>Prof. Wilton Dourado Teixeira</strong>, o estudo resultou no artigo científico <strong><a href="https://rsdjournal.org/rsd/article/view/51289">&#8220;A língua que fala ao coração: Inclusão e acessibilidade ao alcance de todos</a>&#8220;</strong>, publicado na revista <em>Research, Society and Development</em>. A pesquisa analisou a realidade do município de Chã Preta, em Alagoas, buscando compreender de que forma as barreiras comunicacionais interferem no atendimento à população surda e quais estratégias podem contribuir para uma assistência mais inclusiva e humanizada</p>



<p>Embora o estudo tenha sido desenvolvido em um município específico, as reflexões apresentadas dialogam com uma realidade encontrada em diversas regiões do país. Afinal, mesmo com avanços legais que reconhecem a <strong>Língua Brasileira de Sinais (Libras)</strong> como meio oficial de comunicação e asseguram o direito à acessibilidade, ainda são observadas dificuldades relacionadas à formação dos profissionais de saúde, à disponibilidade de intérpretes e à implementação de políticas públicas voltadas à inclusão</p>



<p>Mais do que identificar desafios, a pesquisa busca ampliar o debate sobre a humanização do atendimento e demonstrar que a comunicação também faz parte do cuidado.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando uma experiência pessoal se transforma em pesquisa científica</h2>



<p>Nem toda pesquisa nasce dentro de um laboratório ou a partir de uma revisão bibliográfica. Em muitos casos, ela começa com uma experiência capaz de despertar inquietações e levantar perguntas que ainda não possuem respostas. Com Enilda Toledo não foi diferente</p>



<p>A escolha do tema surgiu durante uma consulta médica, pouco tempo depois de sua mudança para a cidade de Chã Preta. Enquanto conversava com a profissional responsável pelo atendimento, contou que trabalhava como professora de Libras e intérprete voluntária. A médica, inicialmente, associou seu trabalho ao Braille. Após compreender que se tratava da Língua Brasileira de Sinais, comentou que também atendia pacientes surdos.</p>



<p>Curiosa para entender como essa comunicação acontecia, Enilda fez uma pergunta simples, mas que acabaria mudando o rumo de sua trajetória acadêmica.</p>



<p><em>&#8220;Ela me disse que atendia pacientes surdos. Eu perguntei como ela se comunicava. Ela respondeu que colocava a pessoa surda no centro da sala e todos tentavam, por meio de mímicas e gestos, adivinhar o que ela queria dizer.&#8221;</em></p>



<p>A resposta chamou sua atenção. Entretanto, foi a sequência da conversa que despertou a necessidade de investigar aquela realidade.</p>



<p>A pesquisadora passou a imaginar situações mais complexas, como a comunicação de um diagnóstico delicado, a explicação de um tratamento ou a necessidade de orientar um paciente sobre procedimentos médicos.</p>



<p>Foi então que fez um novo questionamento.</p>



<p><em>&#8220;Perguntei: &#8216;E se houver um diagnóstico importante? Uma informação mais complexa? Como garantir que a comunicação foi compreendida corretamente?&#8217;. Ela respondeu: &#8216;Deus nos ajude!&#8217;. Naquele momento, percebi a necessidade de investigar essa realidade e compreender como acontece a acessibilidade comunicacional das pessoas surdas nos serviços de saúde.&#8221;</em></p>



<p>A partir daquela experiência, uma inquietação pessoal transformou-se em um problema de pesquisa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A comunicação como direito e como cuidado</h2>



<p>A escolha do tema não aconteceu apenas pela relevância acadêmica. Ela também está diretamente relacionada ao direito das pessoas surdas de compreender e participar ativamente das decisões sobre sua própria saúde.</p>



<p>No Brasil, a Libras foi reconhecida oficialmente pela Lei nº 10.436/2002, posteriormente regulamentada pelo Decreto nº 5.626/2005. Além disso, a Lei Brasileira de Inclusão reforça que a acessibilidade constitui um direito fundamental das pessoas com deficiência. Apesar desse conjunto de garantias legais, a pesquisa demonstra que a efetivação desses direitos ainda encontra obstáculos na rotina dos serviços de saúde.</p>



<p>Segundo o estudo, a comunicação acessível não representa apenas um recurso complementar. Ela influencia diretamente a qualidade do atendimento, a segurança do paciente, a compreensão dos diagnósticos e a autonomia durante o tratamento. Quando inexistem profissionais preparados para utilizar a Libras ou recursos que possibilitem essa comunicação, toda a assistência pode ser comprometida.</p>



<p>Foi justamente essa percepção que motivou Enilda a aprofundar seus estudos.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Da experiência individual à investigação científica</h2>



<p>Com o problema de pesquisa definido, iniciou-se um processo de investigação que buscou compreender a realidade da acessibilidade comunicacional na saúde de forma ampla.</p>



<p>O estudo foi desenvolvido a partir de uma abordagem qualitativa, combinando revisão bibliográfica, análise da legislação brasileira, investigação documental e entrevistas realizadas com profissionais da saúde do município de Chã Preta. Essa metodologia permitiu relacionar os referenciais teóricos sobre inclusão com situações concretas vivenciadas no cotidiano dos serviços públicos de saúde.</p>



<p>Durante esse processo, a pesquisadora procurou identificar quais eram as principais barreiras enfrentadas pelas pessoas surdas, como os profissionais lidavam com essas situações e quais estratégias poderiam contribuir para tornar o atendimento mais acessível.</p>



<p>A investigação também buscou compreender de que maneira a Libras pode fortalecer o acolhimento, reduzir barreiras comunicacionais e favorecer uma assistência mais humanizada.</p>



<p>Além disso, o estudo procurou demonstrar que a acessibilidade não deve ser compreendida apenas como cumprimento da legislação, mas como um compromisso ético com a dignidade humana e com o direito de todas as pessoas receberem informações claras sobre sua própria saúde.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Os resultados revelam que a comunicação ainda é uma das principais barreiras na saúde</h2>



<p>Ao relacionar a literatura científica, a legislação e os dados obtidos durante a pesquisa de campo, um aspecto tornou-se evidente: a maior dificuldade enfrentada pelas pessoas surdas no acesso aos serviços de saúde não está, necessariamente, na oferta do atendimento, mas na possibilidade de se comunicar de forma clara, segura e autônoma.</p>



<p>O estudo identificou que a ausência de profissionais capacitados em Libras e a inexistência de intérpretes fazem com que muitos atendimentos sejam realizados por meio de gestos improvisados, mímicas ou com o auxílio de familiares e acompanhantes. Embora essas estratégias sejam frequentemente utilizadas para tentar solucionar o problema, elas não garantem que as informações sejam compreendidas corretamente nem preservam a autonomia do paciente.</p>



<p>Segundo Enilda, essa realidade não é exclusiva do município pesquisado.</p>



<p><em>&#8220;Embora muitos municípios possam ter uma estrutura talvez melhor, ainda não há profissionais da saúde treinados em Libras para receber, acolher e atender esse público. O cidadão surdo fica impotente nessa situação. O Brasil já avançou muito, os surdos avançaram na luta justa por inclusão, mas estamos apenas no meio do caminho.&#8221;</em></p>



<p>A pesquisadora explica que a inclusão não depende apenas de infraestrutura ou da existência de serviços especializados. Ela também exige que o paciente consiga compreender plenamente o que está sendo informado e tenha condições de participar das decisões relacionadas ao próprio tratamento.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando a pesquisa encontrou uma história que deu rosto aos números</h2>



<p>Ao longo da investigação, a pesquisa deixou de ser apenas uma análise de dados e encontrou situações concretas que ilustram as consequências da falta de acessibilidade comunicacional.</p>



<p>Durante a entrevista realizada com a então secretária interina de Saúde de Chã Preta, um relato chamou a atenção da pesquisadora.</p>



<p>Segundo a gestora, havia uma paciente surda internada com câncer que não conseguia compreender plenamente seu diagnóstico porque não existia um intérprete disponível para mediar a comunicação.</p>



<p>Para Enilda, aquele momento confirmou, na prática, aquilo que vinha sendo observado durante toda a pesquisa.</p>



<p><em>&#8220;Quando consegui agendar uma entrevista para conhecer a secretária interina da Saúde da cidade de Chã Preta, falei da minha pesquisa sobre inclusão e acessibilidade na saúde, que ainda não existia no município. Ela concordou imediatamente e disse que sempre quis dar alguma contribuição para essa comunidade, que as pessoas surdas precisavam ser entendidas por nós, ouvintes.&#8221;</em></p>



<p>Na sequência da conversa, surgiu um relato que a pesquisadora afirma jamais ter esquecido.</p>



<p><em>&#8220;Ela me disse que havia uma mulher surda hospitalizada com câncer e que não havia quem explicasse a ela o que ela tinha, porque no município não existiam intérpretes. Isso me marcou muito, pois eu conheci essa surda. Ela sabia poucos sinais, mas conseguíamos nos comunicar.&#8221;</em></p>



<p>Situações como essa demonstram que a ausência de acessibilidade comunicacional ultrapassa a dificuldade de comunicação cotidiana. Ela interfere diretamente na autonomia do paciente, na compreensão de diagnósticos, na adesão aos tratamentos e no exercício de direitos fundamentais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Mais do que identificar problemas, a pesquisa despertou mudanças</h2>



<p>Durante o desenvolvimento da pesquisa, Enilda percebeu que o próprio debate sobre inclusão começou a provocar transformações na comunidade.</p>



<p>Segundo ela, falar sobre Libras e acessibilidade fez com que gestores, educadores e moradores passassem a olhar com mais atenção para uma realidade que, até então, era pouco discutida.</p>



<p><em>&#8220;O que me surpreendeu foi ver que o fato de se importar, agir e falar sobre o assunto faz as pessoas prestarem atenção às falas importantes. A cidade começou a comentar que havia uma pessoa que entendia os surdos.&#8221;</em></p>



<p>O reconhecimento do trabalho levou a pesquisadora a ser convidada pela primeira-dama do município para atuar como intérprete durante uma palestra sobre meio ambiente realizada em uma escola municipal.</p>



<p>A atividade proporcionou o primeiro contato de muitos estudantes com a Libras e reforçou a importância da inclusão desde o ambiente escolar.</p>



<p>Segundo Enilda, aquele momento mostrou que pequenas iniciativas podem gerar grandes transformações.</p>



<p><em>&#8220;Foi feito o pedido dessa interpretação para que a comunidade escolar tivesse esse contato. Surpreendentemente, no meio do auditório havia alunos fazendo para mim a datilologia dos seus nomes. Ao terminar o evento, fui cercada por eles, que me disseram conhecer alguém surdo. A coordenação, os diretores e os alunos ficaram sensibilizados com o fato de incluir surdos. As autoridades que vieram da capital elogiaram o incentivo proporcionado pela pesquisa.&#8221;</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Libras também é cuidado, acolhimento e humanização</h2>



<p>Ao longo da pesquisa, Enilda passou a compreender que a Libras representa muito mais do que uma ferramenta de comunicação.</p>



<p>Para ela, trata-se de um instrumento capaz de fortalecer vínculos entre profissionais e pacientes, reduzir inseguranças e promover um atendimento verdadeiramente humanizado.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>&#8220;O papel da Libras na humanização do atendimento em saúde é promover aproximação, interligação e quebrar barreiras na comunicação. É inclusão natural, acolhimento. É cuidar do paciente em todos os aspectos, sejam físicos, emocionais ou sociais. É acessibilidade na prática.&#8221;</em></p>



<p>Essa compreensão também aparece nas conclusões do artigo científico, que destaca a necessidade de ampliar a formação dos profissionais, fortalecer estratégias de inclusão linguística e desenvolver políticas institucionais voltadas à garantia dos direitos da comunidade surda.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quais caminhos a pesquisa propõe?</h2>



<p>Além de identificar os desafios, o estudo também aponta possibilidades para tornar o atendimento mais inclusivo.</p>



<p>Entre elas estão a oferta permanente de formação em Libras para profissionais da saúde, a presença de intérpretes quando necessário e o fortalecimento da acessibilidade comunicacional como parte das políticas públicas de saúde.</p>



<p>Na avaliação da pesquisadora, essas medidas não devem ser encaradas como diferenciais, mas como parte da formação dos profissionais.</p>



<p><em>&#8220;Aprender Libras deve, sim, fazer parte da formação profissional. No nosso país existem mais de 10 milhões de pessoas com algum grau de surdez, segundo o IBGE. Desses, cerca de um milhão dominam a Libras. Todos têm o direito de serem entendidos, sem que a barreira da língua limite esse atendimento.&#8221;</em></p>



<p>Ela também acredita que o principal desafio ainda está relacionado à mudança de cultura.</p>



<p><em>&#8220;O maior desafio é a resistência dos profissionais e gestores quanto ao uso da Libras na saúde. É preciso investir em treinamento e oferecer cursos de Libras.&#8221;</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Uma pesquisa que também transformou sua autora</h2>



<p>Ao concluir o estudo, Enilda percebeu que a investigação não modificou apenas sua compreensão sobre os desafios enfrentados pela comunidade surda.</p>



<p>Ela também transformou sua própria maneira de compreender o significado da inclusão.</p>



<p><em>&#8220;Antes de iniciar esta pesquisa, eu entendia inclusão principalmente como a presença da pessoa em determinado ambiente. Ao aprofundar meus estudos sobre Libras e acessibilidade na saúde, minha percepção foi transformada. Incluir vai muito além de permitir a participação. É criar condições reais, identificar barreiras, buscar soluções e agir. É um compromisso com a dignidade humana. A verdadeira inclusão não é ocupar um espaço. É um direito.&#8221;</em></p>



<p>A pesquisadora afirma que pretende continuar aprofundando esse tema por meio de novos estudos e projetos de extensão.</p>



<p><em>&#8220;Eu amei fazer essa pesquisa. Quero investir em uma pós-graduação na área de Libras, desenvolver projetos de extensão oferecendo palestras, oficinas e cursos de Libras para profissionais da saúde e dar continuidade à pesquisa em outras UBS, hospitais e comparar os resultados. Gostaria de acompanhar a evolução dessa temática.&#8221;</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Uma contribuição que ultrapassa a pesquisa</h2>



<p>Embora tenha sido desenvolvida a partir da realidade de um município do interior de Alagoas, a pesquisa amplia uma discussão que alcança todo o país.</p>



<p>Ao evidenciar que a comunicação também faz parte do cuidado em saúde, o estudo reforça que a inclusão depende não apenas da existência de leis, mas da implementação de práticas capazes de garantir que todas as pessoas sejam acolhidas, compreendidas e respeitadas.</p>



<p>Para Enilda, esse é o principal legado de seu trabalho.</p>



<p><em>&#8220;A principal contribuição seria fortalecer a compreensão da importância da inclusão e da acessibilidade comunicacional das pessoas surdas nos serviços de saúde, reconhecendo que esse é um compromisso de todos.&#8221;</em></p>



<p>E deixa uma mensagem direcionada aos profissionais e gestores da área da saúde.</p>



<p><em>&#8220;A acessibilidade comunicacional não é um privilégio. É um direito. A pessoa surda possui as mesmas necessidades, urgências e direitos que qualquer outro cidadão. Merece acolhimento, respeito e dignidade. Que essa temática seja vista com os olhos da empatia, da humanidade e do compromisso inclusivo, oferecendo um atendimento digno e verdadeiramente inclusivo.&#8221;</em></p>



<p>Ao aproximar ciência, educação e compromisso social, a pesquisa desenvolvida na Faculdade Uníntese demonstra que a comunicação acessível não beneficia apenas a comunidade surda. Ela fortalece a qualidade da assistência em saúde, amplia a autonomia dos pacientes e contribui para a construção de serviços mais humanos, inclusivos e comprometidos com o direito de todos à informação e ao cuidado.</p>
</blockquote>
</blockquote>
</blockquote>
<p>O post <a href="https://unintese.com.br/blog/academica-unintese-pesquisa-libras-acessibilidade-comunicacional-saude">Acadêmica da Uníntese pesquisa acessibilidade comunicacional e destaca desafios da comunidade surda nos serviços de saúde</a> apareceu primeiro em <a href="https://unintese.com.br">Uníntese</a>.</p>
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		<title>Acadêmica Erica Silva Damaceno pesquisa como a Libras pode ampliar a acessibilidade da comunidade surda no universo dos vinhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduarda Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 20:55:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo desenvolvido no curso de Letras Libras da Faculdade Uníntese investiga os desafios da comunicação acessível em experiências de enoturismo e aponta caminhos para uma inclusão mais efetiva A acessibilidade comunicacional ainda representa um dos principais desafios para a participação da comunidade surda em diversos espaços sociais e culturais. Embora avanços tenham sido conquistados ao [&#8230;]</p>
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<h3 class="wp-block-heading"><em>Estudo desenvolvido no curso de Letras Libras da Faculdade Uníntese investiga os desafios da comunicação acessível em experiências de enoturismo e aponta caminhos para uma inclusão mais efetiva</em></h3>



<p>A acessibilidade comunicacional ainda representa um dos principais desafios para a participação da comunidade surda em diversos espaços sociais e culturais. Embora avanços tenham sido conquistados ao longo dos últimos anos, experiências ligadas ao universo dos vinhos, como visitas a vinícolas, degustações, cursos e atividades de enoturismo, ainda apresentam barreiras que dificultam o acesso à informação e à vivência completa dessas atividades.</p>



<p>Foi a partir dessa realidade que a acadêmica <strong>Erica Silva Damaceno</strong>, do curso de <strong>Letras Libras – Bacharelado da Faculdade Uníntese</strong>, desenvolveu a pesquisa <strong><a href="https://rsdjournal.org/rsd/article/view/50843/39831">&#8220;Libras no Mundo dos Vinhos: Um Estudo Qualitativo&#8221;</a></strong>, publicada na revista científica <em>Research, Society and Development (RSD)</em>. O estudo foi realizado em coautoria com os professores <strong>Adiene Medeiros de Souza</strong> e <strong>Wilton Dourado Teixeira</strong> e buscou compreender como a Língua Brasileira de Sinais (Libras) pode contribuir para tornar o setor vitivinícola mais acessível e inclusivo para a comunidade surda.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pesquisa une Libras, cultura e inclusão</h2>



<p>A escolha do tema foi motivada pela intenção de aproximar duas áreas ainda pouco relacionadas na produção científica: a Libras e o universo dos vinhos. Segundo Erica, a proposta surgiu da curiosidade em compreender como a comunicação acessível está presente ou ausente, nesse contexto.</p>



<p><em>&#8220;A princípio, o que me motivou foi a vontade de unir duas paixões e explorar um campo onde a comunicação, a cultura e o prazer se conectam. Surgiu o desejo de entender melhor esse assunto e, assim, nasceu o tema &#8216;Libras no Mundo dos Vinhos&#8217;, especialmente em relação à acessibilidade e inclusão.&#8221;</em></p>



<p>A acadêmica explica que o interesse foi ampliado à medida que percebeu a escassez de estudos voltados ao tema.</p>



<p><em>&#8220;Fiquei curiosa sobre como as vinícolas e todos os aspectos relacionados lidam com essa questão. A Libras já abre um mundo de inclusão e, quando levamos isso para o universo dos vinhos, encontramos um campo extremamente rico, com uma diversidade perceptual e cultural impressionante.&#8221;</em></p>



<p>Nesse contexto, a pesquisa foi direcionada para compreender como pessoas surdas vivenciam experiências relacionadas ao vinho e quais barreiras ainda limitam sua participação.</p>



<h2 class="wp-block-heading">A falta de acessibilidade comunicacional foi identificada como a principal barreira</h2>



<p>Entre os principais resultados obtidos, foi constatado que o maior obstáculo enfrentado pela comunidade surda não está relacionado ao interesse pelo universo dos vinhos, mas à ausência de comunicação acessível durante essas experiências.</p>



<p>Segundo a pesquisa, a falta de atendimento em Libras, de materiais acessíveis e de profissionais preparados compromete o acesso a informações essenciais sobre características dos vinhos, harmonizações, processos de produção e aspectos culturais presentes nas atividades de enoturismo.</p>



<p>Para Erica, essa realidade acaba produzindo uma forma silenciosa de exclusão.</p>



<p><em>&#8220;Essa barreira gera uma exclusão comunicacional invisível, em que a pessoa está presente fisicamente, mas não consegue compreender plenamente as informações sobre os vinhos, como aromas, harmonizações, processos de produção e experiências sensoriais.&#8221;</em></p>



<p>Além disso, o estudo demonstra que a presença física da pessoa surda em uma atividade não garante, necessariamente, sua participação efetiva. Dessa forma, a acessibilidade comunicacional passa a ser compreendida como um elemento indispensável para que a experiência seja vivida de maneira plena.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Inclusão vai além da presença de intérpretes</h2>



<p>Outro aspecto evidenciado pela pesquisa é que a inclusão não depende exclusivamente da atuação de intérpretes de Libras. Embora esse profissional desempenhe um papel fundamental, outras estratégias também precisam ser incorporadas pelos estabelecimentos do setor vitivinícola.</p>



<p>Entre elas estão a produção de materiais visuais acessíveis, conteúdos em Libras, utilização de QR Codes, tecnologias assistivas e capacitação básica das equipes para o atendimento à comunidade surda.</p>



<p>Conforme destaca Erica, a inclusão deve ser pensada de forma ampla.</p>



<p><em>&#8220;Muitas pessoas imaginam que inclusão significa apenas colocar um intérprete em um evento, mas esquecem da experiência fascinante que podemos proporcionar.&#8221;</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Pesquisa aponta potencial para criação de novos sinais em Libras</h2>



<p>Outro resultado relevante identificado durante o estudo foi a possibilidade de ampliar o vocabulário da Libras por meio da criação de sinais específicos relacionados à enologia.</p>



<p>Conceitos como acidez, taninos, corpo e notas aromáticas ainda representam um campo pouco explorado na língua de sinais, abrindo espaço para futuras pesquisas e para a construção coletiva de novos recursos linguísticos.</p>



<p>Segundo Erica, essa possibilidade representa um avanço significativo tanto para a Libras quanto para o próprio setor.</p>



<p><em>&#8220;A possibilidade de criar sinais enológicos em Libras seria fantástica. Pensar em como traduzir acidez, tanino, corpo ou notas aromáticas para uma experiência visual e espacial seria algo bastante inovador. Não apenas adaptar o que já existe, mas criar novas formas de se comunicar e vivenciar o vinho.&#8221;</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Acessibilidade também fortalece turismo e desenvolvimento</h2>



<p>Além dos impactos sociais, a pesquisa evidencia que investir em acessibilidade pode gerar benefícios para o próprio mercado vitivinícola.</p>



<p>Ao ampliar o acesso da comunidade surda às experiências relacionadas ao vinho, vinícolas, restaurantes e empreendimentos turísticos também fortalecem sua imagem institucional, ampliam seu público e promovem ambientes mais acolhedores.</p>



<p>Para Erica, inclusão e desenvolvimento caminham juntos.</p>



<p><em>&#8220;Ao investir em Libras e em recursos acessíveis, vinícolas e estabelecimentos podem conquistar novos clientes, fortalecer a fidelização e melhorar sua imagem no mercado.&#8221;</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Educação e conscientização são apontadas como caminhos para a inclusão</h2>



<p>Como conclusão, a pesquisa reforça que a construção de espaços verdadeiramente acessíveis depende da formação de profissionais e da valorização da cultura surda.</p>



<p>Nesse sentido, a educação foi apontada como elemento central para que a comunicação acessível seja incorporada de maneira permanente às experiências culturais, turísticas e gastronômicas.</p>



<p>Segundo Erica, esse processo beneficia não apenas a comunidade surda, mas toda a sociedade</p>



<p><em>&#8220;A educação e a conscientização são fundamentais para construir experiências mais inclusivas, pois capacitam os profissionais para atender pessoas surdas com qualidade e respeito. Quando há conscientização e entendimento, os espaços se tornam mais receptivos, acessíveis e prontos para assegurar a participação igualitária de todos.&#8221;</em></p>



<p>Ao aproximar Libras e enoturismo, a pesquisa desenvolvida por Erica Silva Damaceno amplia um debate ainda pouco explorado na literatura científica e evidencia que a inclusão começa pela comunicação. Mais do que eliminar barreiras, o estudo demonstra que tornar o universo dos vinhos acessível significa garantir que todas as pessoas possam compreender, participar e vivenciar essas experiências de forma plena.</p>



<p></p>
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		<title>Acadêmica de Comunicação Assistiva – Tradução e Interpretação da Libras conhece a sede da Uníntese e celebra a conclusão da graduação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduarda Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 13:25:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Depois de anos acompanhando aulas, realizando atividades e construindo sua formação na modalidade a distância, Antônia Carolina Piovesan decidiu viver um momento que considerava essencial para encerrar essa etapa da sua vida: conhecer pessoalmente a sede da Faculdade Uníntese, instituição que a acompanhou durante toda a graduação. Acompanhada da mãe, Suzineia Aparecida Silva Stoffel, e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p></p>



<p>Depois de anos acompanhando aulas, realizando atividades e construindo sua formação na modalidade a distância, Antônia Carolina Piovesan decidiu viver um momento que considerava essencial para encerrar essa etapa da sua vida: conhecer pessoalmente a sede da Faculdade Uníntese, instituição que a acompanhou durante toda a graduação.</p>



<p>Acompanhada da mãe, <strong>Suzineia Aparecida Silva Stoffel</strong>, e da tia, <strong>Suzana de Fátima da Silva</strong>, ela viajou de Três Palmeiras (RS) até Santo Ângelo para conhecer o lugar onde construiu sua trajetória acadêmica, visitar a cidade que abriga a instituição e celebrar essa conquista ao lado da família.</p>



<p>Mais do que uma viagem, foi a oportunidade de transformar em realidade um lugar que, durante anos, existiu apenas por meio da tela do computador.</p>



<p><em>&#8220;Foram anos olhando para uma tela de computador, estudando longe. Nós sentimos que precisávamos dessa viagem para tornar tudo real. Minha família fez questão de viajar comigo porque queríamos comemorar de perto, abraçar quem nos apoiou e olhar nos olhos das pessoas para dizer: nós vencemos a distância e conseguimos.&#8221;</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">O sonho de aproximar pessoas por meio da Libras</h2>



<p>O desejo de trabalhar com a Libras surgiu muito antes da graduação. Para Antônia, a comunicação sempre representou uma forma de aproximar pessoas e promover inclusão.</p>



<p><em>&#8220;Sempre achei muito injusto alguém ficar de fora de uma conversa ou não conseguir expressar o que sente. Quando vi a Libras pela primeira vez, me apaixonei. Percebi que o corpo, as mãos e o olhar dizem coisas lindas que a voz não consegue alcançar. Quis ser essa ponte que aproxima os mundos.&#8221;</em></p>



<p>Ao buscar uma instituição para sua formação, ela procurava um curso que valorizasse a Libras de maneira séria e comprometida.</p>



<p>Foi esse cuidado que encontrou na Uníntese.</p>



<p><em>&#8220;Escolhi a Uníntese porque senti que ali a Libras era tratada com carinho e respeito de verdade, e não como apenas mais um curso. Saber que eu teria flexibilidade para estudar no meu ritmo, mas com o apoio de pessoas que realmente entendem do assunto, me deu a segurança que eu precisava para começar.&#8221;</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Quando a teoria se transformou em comunicação</h2>



<p>Durante a graduação, Antônia viveu um momento que considera decisivo em sua formação: perceber que a Libras havia deixado de ser apenas conteúdo para se tornar parte da sua vida.</p>



<p><em>&#8220;O momento mais marcante foi quando percebi que já não estava apenas decorando os sinais, mas conversando de verdade, sentindo a língua fluir. Ver que todo aquele esforço solitário em frente ao computador estava se transformando na capacidade de me comunicar com o outro foi mágico.&#8221;</em></p>



<p>Essa transformação também aconteceu por meio dos projetos desenvolvidos ao longo do curso.</p>



<p>Segundo ela, as atividades práticas permitiram compreender o verdadeiro impacto da profissão.</p>



<p><em>&#8220;Os projetos mais importantes foram aqueles em que pude ver a Libras acontecendo na prática, pensando em como ajudar crianças e escolas. Ver que as atividades que eu criava no papel podiam, de fato, mudar a vida de uma pessoa e trazer inclusão de verdade foi o que deu sentido a todo o curso.&#8221;</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Uma caminhada construída com perseverança</h2>



<p>Pessoa autista, Antônia conta que a graduação exigiu organização, disciplina e persistência.</p>



<p>O maior desafio foi aprender a lidar com o cansaço mental e com a necessidade de manter uma rotina estruturada para os estudos.</p>



<p><em>&#8220;Os maiores desafios foram lidar com o cansaço mental, a enxurrada de informações e a necessidade de criar uma rotina muito certinha para não me perder. O que me salvou foi o meu amor gigante pela Libras. Quando eu focava nas aulas, o mundo lá fora silenciava. Minha teimosia em vencer e o apoio da faculdade me fizeram seguir em frente, um dia de cada vez.&#8221;</em></p>



<p>Ao longo dessa jornada, a família foi sua principal rede de apoio.</p>



<p><em>&#8220;Minha família foi tudo. Eles foram o meu colo nos dias de choro e a minha torcida nos dias de vitória. Entenderam meus silêncios, respeitaram meu tempo de estudo e seguraram a minha mão quando achei que não ia aguentar. Essa conquista não é só minha, é nossa.&#8221;</em></p>



<p>Foi justamente esse apoio que motivou a viagem até Santo Ângelo. A mãe e a tia representaram toda a família ao acompanhá-la na realização desse sonho.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O encontro com a Uníntese</h2>



<figure class="wp-block-image size-large"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="683" src="https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC01300-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-7360" srcset="https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC01300-1024x683.jpg 1024w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC01300-300x200.jpg 300w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC01300-768x512.jpg 768w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC01300-1536x1024.jpg 1536w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC01300-2048x1365.jpg 2048w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC01300-960x640.jpg 960w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Na sede da instituição, Antônia e sua família foram recebidas pela gestora acadêmica <strong>Carmem Ferreira</strong> e pela vice-diretora <strong>Maria Bernardete Bechler</strong>, que apresentaram os setores da faculdade e compartilharam um pouco da rotina da instituição.</p>



<p>Para Antônia, caminhar pelos corredores da Uníntese foi um momento marcante.</p>



<p><em>&#8220;Chegar aqui e ver o sorriso da equipe e o cuidado com cada detalhe me mostrou que o afeto que eu sentia pelas aulas online existe de verdade no mundo real.&#8221;</em></p>



<p>A visita confirmou que o acolhimento percebido durante a graduação também fazia parte da experiência presencial.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Conhecendo a cidade onde nasceu a Uníntese</h2>



<p>Além da visita à instituição, a programação incluiu um passeio pelos principais pontos históricos de Santo Ângelo.</p>



<p>Acompanhada da gestora acadêmica Carmem Ferreira e do gestor e coordenador dos cursos de Tecnologia da Uníntese, <strong>Wilhem Wehn</strong>, Antônia conheceu a Catedral Angelopolitana e o Museu Histórico das Missões.</p>



<p>A visita permitiu conhecer um pouco mais da história da cidade, integrante da região dos Sete Povos das Missões e sede da Uníntese desde sua fundação, há 23 anos.</p>



<p><em>&#8220;Conhecer a história do lugar, ver a beleza da Catedral e respirar a cultura dessa região deu um brilho ainda maior para a nossa viagem. Deixou tudo mais inesquecível e com cara de comemoração de verdade.&#8221;</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">O encerramento de uma etapa</h2>



<p>Durante a colação de grau, Antônia viveu um momento especial ao lado do coordenador do curso de Comunicação Assistiva – Tradução e Interpretação da Libras, <strong>Wilton Dourado</strong>.</p>



<p>Mais do que celebrar a conclusão da graduação, aquele instante representou o encerramento de uma trajetória construída com esforço, dedicação e perseverança.</p>



<p><em>&#8220;Significou mostrar que o estudo a distância tem muito esforço real e cria laços de verdade. Estar aqui quebrou as barreiras da tela. Foi a chance de comemorar no lugar onde meu sonho nasceu e foi cuidado durante todos esses anos.&#8221;</em></p>



<p>Ao olhar para a família durante a cerimônia, uma imagem resumiu tudo o que havia vivido.</p>



<p><em>&#8220;O momento mais especial foi olhar para o lado e ver o rosto de orgulho da minha família aqui comigo. Saber que superamos as crises, o cansaço do autismo, a distância e o cansaço da estrada, e que estávamos todos juntos, sorrindo e celebrando. Esse instante valeu por cada noite em claro.&#8221;</em></p>



<p>Quando recebeu o diploma, outra certeza tomou conta daquele momento.</p>



<p><em>&#8220;Senti um alívio gigante e uma gratidão que transbordou. Passou um filme na minha cabeça de todos os obstáculos que enfrentei por causa das minhas limitações e de quantas vezes duvidei de mim mesma. Quando segurei o diploma, a única certeza que tive foi: &#8216;Eu sou capaz de chegar aonde eu quiser&#8217;.&#8221;</em></p>



<h2 class="wp-block-heading">Um novo capítulo começa</h2>



<p>Agora graduada, Antônia pretende atuar na área da Libras, contribuindo para ampliar a inclusão e a acessibilidade em diferentes espaços.</p>



<p>Também deseja que sua própria história inspire outras pessoas.</p>



<p><em>&#8220;Quero trabalhar com o que amo, sendo uma ponte para a comunidade surda através da Libras, seja nas escolas ou onde precisarem de mim. Também quero usar a minha história para mostrar que o autismo não impede ninguém de realizar seus sonhos profissionais. Quero abrir caminhos.&#8221;</em></p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="683" height="1024" src="https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC01370-683x1024.jpg" alt="" class="wp-image-7363" srcset="https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC01370-683x1024.jpg 683w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC01370-200x300.jpg 200w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC01370-768x1152.jpg 768w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC01370-1024x1536.jpg 1024w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC01370-1365x2048.jpg 1365w, https://unintese.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSC01370-scaled.jpg 1707w" sizes="(max-width: 683px) 100vw, 683px" /></figure>



<p>Antes de encerrar a conversa, deixou uma mensagem para quem está começando a graduação.</p>



<p><em>&#8220;Não desistam de vocês quando o cansaço bater pesado. O caminho de ninguém é perfeito, e os seus desafios não dizem até onde você pode ir. Respeitem o limite do corpo de vocês, aceitem o colo de quem ama vocês e lembrem-se sempre do motivo que fez seu coração acelerar no primeiro dia de aula. A caminhada é dura, mas a vista lá de cima, com o diploma na mão, é a coisa mais linda do mundo. Vocês vão conseguir.&#8221;</em></p>



<p>A história de Antônia Piovesan demonstra que a educação transforma vidas muito além da sala de aula. Ao conhecer a sede da Uníntese e a cidade onde essa trajetória foi construída, ela encerrou um ciclo da mesma forma que iniciou sua jornada: acreditando que a comunicação, a inclusão e o acolhimento têm o poder de aproximar pessoas e abrir novos caminhos.</p>



<p><br></p>



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<p>O post <a href="https://unintese.com.br/blog/academica-libras-visita-unintese">Acadêmica de Comunicação Assistiva – Tradução e Interpretação da Libras conhece a sede da Uníntese e celebra a conclusão da graduação</a> apareceu primeiro em <a href="https://unintese.com.br">Uníntese</a>.</p>
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		<title>Pesquisa revela impacto do skate no desenvolvimento socioemocional de jovens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduarda Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2026 21:22:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O estudo desenvolvido por pesquisadores da Faculdade Uníntese evidenciou o potencial do skate como prática educativa e psicossocial no desenvolvimento de crianças e adolescentes em contextos de vulnerabilidade social. Publicado na revista científica Research, Society and Development, o artigo analisa como projetos sociais baseados na prática do skate podem contribuir para a construção de vínculos, [&#8230;]</p>
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<p>O <strong><a href="https://rsdjournal.org/rsd/article/view/50758/39749">estudo</a></strong> desenvolvido por pesquisadores da Faculdade Uníntese evidenciou o potencial do skate como prática educativa e psicossocial no desenvolvimento de crianças e adolescentes em contextos de vulnerabilidade social. Publicado na revista científica Research, Society and Development, o artigo analisa como projetos sociais baseados na prática do skate podem contribuir para a construção de vínculos, fortalecimento emocional, pertencimento e desenvolvimento socioemocional de jovens participantes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Pesquisa analisa impactos emocionais e sociais do skate</h2>



<p>A pesquisa, intitulada “O skate como prática educativa e psicossocial: Um relato de experiência com crianças e adolescentes em contexto de projeto social”, foi desenvolvida pelos pesquisadores Cristiane Dourado Stieler, Carmem Regina dos Santos Ferreira e Pedro Stieler. O estudo parte da compreensão de que o esporte pode ultrapassar a dimensão física e assumir papel relevante na formação humana e social, especialmente em territórios marcados por desigualdades e fragilidades sociais.</p>



<p>Segundo os autores, o skate possui características singulares que favorecem processos educativos importantes durante a infância e adolescência. Diferente de modalidades esportivas tradicionais centradas em regras rígidas e competição direta, o skate se estrutura a partir da autonomia, da criatividade, da convivência entre pares e da aprendizagem construída através das tentativas, erros e superações constantes.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Acolhimento, pertencimento e vínculos afetivos</h2>



<p>O artigo destaca que, dentro do projeto social analisado, a pista de skate deixou de representar apenas um espaço esportivo e passou a funcionar como ambiente de acolhimento, reconhecimento e construção de vínculos afetivos. Ao longo das atividades, crianças e adolescentes passaram a desenvolver relações de apoio mútuo, incentivo coletivo e cooperação espontânea, fortalecendo sentimentos de pertencimento e integração social.</p>



<p>A pesquisa foi realizada a partir de uma abordagem qualitativa, utilizando observação participante e registros em diário de campo produzidos durante 12 meses de acompanhamento do projeto social. Os pesquisadores acompanharam diretamente as interações entre participantes, educadores e o próprio espaço da prática esportiva, analisando aspectos relacionados ao comportamento, às emoções e às relações construídas ao longo da experiência.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Desenvolvimento emocional e superação</h2>



<p>Entre os resultados observados, os pesquisadores identificaram avanços significativos não apenas no desenvolvimento motor dos participantes, mas principalmente em aspectos emocionais e psicossociais. A experiência com o skate favoreceu o desenvolvimento da persistência, da autorregulação emocional e da capacidade de lidar com frustrações, competências consideradas fundamentais para a formação integral de crianças e adolescentes.</p>



<p>O estudo mostra que a relação com o erro ocupa papel central nesse processo. As quedas e dificuldades inerentes à prática do skate deixam de ser percebidas como fracasso e passam a integrar o próprio percurso de aprendizagem. Segundo os autores, esse movimento contribui para que crianças e adolescentes desenvolvam maior tolerância à frustração, aprendam a persistir diante das dificuldades e fortaleçam sua autoestima.</p>



<h2 class="wp-block-heading">O papel do acolhimento e dos educadores</h2>



<p>Um dos episódios relatados na pesquisa evidencia a dimensão emocional envolvida no projeto. Durante as observações, os pesquisadores acompanharam o caso de um participante identificado apenas pela letra “J”, que vivia um processo recente de luto pela perda da mãe. Após repetidas tentativas frustradas de realizar uma manobra, a criança interrompeu a atividade e começou a chorar, verbalizando sentimentos de incapacidade. Em vez de exigir a retomada imediata da prática, o educador responsável permaneceu ao lado do participante, oferecendo acolhimento emocional até que ele se sentisse seguro para tentar novamente. Posteriormente, familiares relataram que a participação no projeto contribuiu de forma significativa para que a criança superasse um quadro severo de retraimento social.</p>



<p>Para os pesquisadores, situações como essa demonstram que o skate pode atuar como mediador de processos emocionais complexos, criando possibilidades de escuta, acolhimento e reconstrução subjetiva em contextos sociais vulneráveis. O artigo também destaca que o impacto positivo da prática depende diretamente da atuação dos educadores envolvidos no projeto.</p>



<p>De acordo com o estudo, os educadores exercem papel fundamental na construção de um ambiente seguro e formativo. Mais do que ensinar técnicas esportivas, os profissionais atuam na mediação de conflitos, acolhimento das emoções e fortalecimento das relações interpessoais. A postura baseada no diálogo, na escuta e no acompanhamento contínuo contribui para que crianças e adolescentes se sintam legitimados, respeitados e encorajados a aprender.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Projetos sociais e transformação humana</h2>



<p>A análise desenvolvida pelos pesquisadores também dialoga com discussões contemporâneas sobre políticas públicas voltadas à infância e juventude. O estudo reforça que projetos esportivos sociais podem funcionar como importantes espaços de proteção, pertencimento e promoção do desenvolvimento humano, especialmente quando articulados a propostas pedagógicas estruturadas e relações afetivas consistentes.</p>



<p>Na conclusão do artigo, os autores afirmam que o skate ultrapassa a condição de atividade recreativa e se consolida como prática educativa capaz de integrar dimensões corporais, emocionais e relacionais. Para os pesquisadores da Faculdade Uníntese, iniciativas dessa natureza demonstram a importância de práticas esportivas sensíveis às necessidades humanas e sociais de crianças e adolescentes, especialmente em contextos marcados por vulnerabilidade social.</p>



<p></p>
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		<title>Workshop “Escuta, Afeto e Educação: Corpo, Emoções e Práticas Transformadoras” convida educadores a refletirem sobre o papel das emoções e do afeto na educação contemporânea</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eduarda Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 21:11:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Workshop Escuta, Afeto e Educação: uma formação para transformar a prática pedagógica A partir da experiência do workshop “Entre Afetos e Aprendizagem: Educação que transforma”, a Faculdade Uníntese lança o Workshop “Escuta, Afeto e Educação: Corpo, Emoções e Práticas Transformadoras”. O workshop escuta, afeto e educação é uma formação online que propõe uma mudança profunda [&#8230;]</p>
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<h2 class="wp-block-heading">Workshop Escuta, Afeto e Educação: uma formação para transformar a prática pedagógica</h2>



<p></p>



<p>A partir da experiência do workshop <strong><a href="https://unintese.com.br/escuta-afeto-e-educacao">“Entre Afetos e Aprendizagem: Educação que transforma”</a></strong>, a Faculdade Uníntese lança o <strong>Workshop “Escuta, Afeto e Educação: Corpo, Emoções e Práticas Transformadoras”</strong>.</p>



<p>O <strong>workshop escuta, afeto e educação</strong> é uma formação online que propõe uma mudança profunda na forma de compreender e viver a educação. Com foco na integração entre corpo, emoções e prática pedagógica, o curso oferece uma experiência formativa voltada à construção de relações mais humanas, empáticas e transformadoras no ambiente educacional.</p>



<p>Realizado de <strong>27 de maio a 01 de julho de 2026</strong>, com encontros ao vivo <strong>todas as quartas-feiras</strong>, o workshop conta com carga horária de <strong>40 horas</strong>.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Inscrição e certificação</strong></h2>



<p>A inscrição para o workshop deve ser realizada pela <a href="https://unintese.com.br/escuta-afeto-e-educacao">página oficial</a> do evento. A participação é gratuita, sendo cobrado apenas o valor referente à certificação e ao acesso aos conteúdos exclusivos da plataforma.</p>



<p>A certificação é opcional e possui custo de R$ 80,00. Para receber o certificado, o participante deverá obter, no mínimo, 75% de frequência nas atividades do workshop. O pagamento da certificação deverá ser realizado <strong>até o dia 31/05</strong>.</p>



<p>Além do certificado, o valor também garante acesso à plataforma com conteúdos exclusivos relacionados ao evento.</p>



<h2 class="wp-block-heading"><strong>Por que o workshop Escuta, Afeto e Educação é essencial hoje?</strong></h2>



<p>A educação contemporânea enfrenta desafios que vão além da transmissão de conteúdos. Questões como saúde emocional, pertencimento e qualidade das relações pedagógicas se tornaram centrais no processo de ensino-aprendizagem.</p>



<p>Nesse contexto, o workshop surge como resposta a essas demandas, propondo uma abordagem que reconhece:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>A afetividade como parte essencial da aprendizagem</strong> </li>



<li><strong>O corpo como espaço de escuta e expressão emocional </strong></li>



<li><strong>As emoções como elementos fundamentais da prática educativa</strong></li>
</ul>



<p>Essa proposta amplia o olhar educacional ao integrar teoria, experiência e prática, promovendo uma formação completa e alinhada às necessidades atuais.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Objetivo do workshop</h2>



<p></p>



<p>O principal objetivo do workshop é <strong>integrar escuta, afetividade e emoções à prática educativa</strong>, contribuindo para a construção de ambientes escolares mais humanos, empáticos e transformadores.</p>



<p>Entre os objetivos específicos, destacam-se:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li><strong>Compreender a afetividade como dimensão da educação</strong></li>



<li><strong>Desenvolver estratégias de regulação emocional </strong></li>



<li><strong>Refletir sobre práticas pedagógicas humanizadas</strong></li>



<li><strong>Analisar o impacto das emoções na cultura escolar</strong><br></li>
</ul>



<p></p>



<h2 class="wp-block-heading">O que você vai aprender no workshop</h2>



<p>O conteúdo é estruturado em <strong>seis módulos formativos</strong>, que abordam desde fundamentos teóricos até aplicações práticas no cotidiano educacional:</p>



<p><strong>Módulos do curso:</strong></p>



<p><strong>1. Fundamentos da Educação Afetiva<br>2. Corpo, Emoções e Escuta Sensível<br>3. Emoções Difíceis e Cuidado Emocional<br>4. Emoções Expansivas, Sentido e Pertencimento<br>5. Práticas Educativas Afetivas<br>6</strong>. <strong>Cultura Escolar e Transformação Afetiva</strong></p>



<p>Os conteúdos envolvem temas como <strong><em>comunicação não violenta, empatia, mediação de conflitos, pertencimento e desenvolvimento emocional</em></strong>, elementos essenciais para uma educação mais consciente e eficaz.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Quem são os professores</h2>



<p>O workshop conta com especialistas que atuam diretamente em suas áreas:</p>



<p><strong>Prof.ª Ma. Bruna Trasel</strong><br><strong>Prof. Me. Pedro Stieler</strong><br><strong>Psicóloga Ellen Caroline Garcia</strong></p>



<p>A presença da psicóloga contribui com uma abordagem aprofundada sobre emoções e cuidado emocional, ampliando a compreensão dessas dimensões no processo educativo.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Como funciona o workshop</h2>



<p>A formação é <strong>100% online</strong>, com aulas ao vivo via Zoom e suporte pela plataforma AVA, garantindo flexibilidade e acompanhamento do aprendizado.</p>



<p>A metodologia inclui:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Aulas ao vivo com interação </li>



<li>Leituras orientadas</li>



<li>Atividades reflexivas</li>



<li>Avaliações com feedback automático</li>
</ul>



<p>Para certificação, é necessário <strong>mínimo de 75% de participação</strong> nas atividades.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Para quem é o workshop Escuta, Afeto e Educação</h2>



<p>O workshop é voltado para:</p>



<ul class="wp-block-list">
<li>Educadores e professores </li>



<li>Acadêmicos da área da educação </li>



<li>Profissionais da educação </li>



<li>Comunidade em geral interessada no tema</li>
</ul>



<h2 class="wp-block-heading">Por que participar?</h2>



<p>Participar do Workshop “Escuta, Afeto e Educação: Corpo, Emoções e Práticas Transformadoras” é investir em uma formação que vai além do conteúdo técnico.</p>



<p>Mais do que aprender conceitos, você será convidado a transformar sua prática e contribuir para uma educação mais humana, inclusiva e significativa.</p>



<h2 class="wp-block-heading">Garanta sua inscrição</h2>



<p>Garanta sua vaga e faça parte dessa transformação na educação.<br>Invista em uma formação que conecta conhecimento, emoção e prática.<br>Link de inscrição: <a href="https://unintese.com.br/escuta-afeto-e-educacao">https://unintese.com.br/escuta-afeto-e-educacao</a></p>



<p></p>
<p>O post <a href="https://unintese.com.br/blog/workshop-escuta-afeto-e-educacao-corpo-emocoes-e-praticas-transformadoras-convida-educadores-a-refletirem-sobre-o-papel-das-emocoes-e-do-afeto-na-educacao-contemporanea">Workshop “Escuta, Afeto e Educação: Corpo, Emoções e Práticas Transformadoras” convida educadores a refletirem sobre o papel das emoções e do afeto na educação contemporânea</a> apareceu primeiro em <a href="https://unintese.com.br">Uníntese</a>.</p>
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