A Escola de Alfabetização da Uníntese: uma resposta acadêmica às urgências educacionais do Brasil
O cenário da alfabetização no Brasil exige respostas imediatas e estratégias bem fundamentadas. Apesar de avanços importantes ao longo dos últimos anos, ainda é grande o número de crianças que chega aos anos iniciais do Ensino Fundamental com dificuldades de leitura, escrita e compreensão textual. Essa realidade escancara uma necessidade já conhecida: formar professores que consigam unir conhecimento teórico, prática consistente e sensibilidade para acompanhar o desenvolvimento de cada criança.
É nesse contexto que a Escola de Alfabetização da Uníntese surge como uma resposta concreta e comprometida. Mais do que um programa acadêmico, ela representa um espaço onde formação e propósito caminham juntos, reunindo vivências reais, metodologias reconhecidas e um olhar atento para o que realmente acontece dentro da sala de aula.
A concepção da Escola parte de uma compreensão essencial: alfabetizar exige muito mais do que domínio técnico. Como destaca a coordenadora de Pedagogia, professora Maristela Maria de Moraes, era preciso ir além do estudo teórico e criar um ambiente que aproximasse o futuro professor da prática cotidiana:
“O processo de alfabetização é um dos pilares da formação pedagógica. A Escola foi idealizada como um ambiente de experimentação, estudo e aperfeiçoamento, dialogando diretamente com as demandas contemporâneas da sala de aula.”
Essa compreensão reforça o compromisso da Uníntese em formar pedagogos realmente preparados para atuar nas escolas, profissionais que não apenas dominem conteúdos, mas que compreendam a profundidade do ato de alfabetizar. Para a professora Maristela, esse processo vai muito além da dimensão técnica ou da aplicação de métodos:
“Formar bons alfabetizadores é garantir acesso ao conhecimento, à autonomia e à cidadania. É um compromisso que assumimos com orgulho e responsabilidade.”
A proposta pedagógica da Escola é guiada por princípios como rigor acadêmico, reflexão crítica, inclusão, diversidade e acolhimento. Eles orientam atividades que vão desde o estudo de práticas reais até o uso de jogos, literatura infantil e intervenções pedagógicas fundamentadas. É um espaço que aproxima universidade e escola de forma prática, atual e relevante.
É nesse ponto que a atuação da professora Aline Dornelles Madrid se destaca. Com mais de duas décadas de experiência na alfabetização, ela conduz a Escola com o propósito de aproximar o estudante da realidade do cotidiano escolar.
“Em todos os encontros, os estudantes colocam a mão na massa como se estivessem realmente em uma sala de alfabetização.”, explica Aline.
Essa prática intensa inclui a análise de vídeos reais, atividades de leitura e escrita, sondagens, produção de materiais pedagógicos e discussões coletivas sobre intervenções necessárias para o avanço da aprendizagem das crianças. Aline reforça que compreender o pensamento da criança é um dos eixos centrais do processo:
“A Escola de Alfabetização utiliza cenas reais de sala de aula para mostrar a diversidade e a interação entre as crianças. Os estudantes analisam essas situações e refletem sobre inclusão e sobre como desenvolver leitura e escrita desde a Educação Infantil.”
Para ela, alfabetizar vai muito além de ensinar códigos linguísticos:
“Aprender a ler e escrever significa liberdade. É a possibilidade de interpretar o mundo de forma autônoma e consciente.”
A Escola de Alfabetização se fundamenta nas referências teóricas da área, como Emília Ferreiro, Ana Teberosky e Telma Weisz, articulando psicogênese da escrita, alfabetização em contexto e mediação qualificada. Essa abordagem combinada entre teoria e prática fortalece a formação do futuro pedagogo para atuar em realidades diversas, da Educação Infantil aos Anos Iniciais, e em contextos inclusivos.
Segundo Maristela, essa integração é o que torna o programa tão especial:
“Cada prática, cada análise, cada intervenção realizada dentro da Escola é intencional. Nosso objetivo é preparar um profissional que entende o impacto de sua ação educativa.”
Ao unir pesquisa, prática e reflexão, a Escola de Alfabetização se apresenta como um espaço formativo essencial para quem deseja atuar com responsabilidade e qualidade no campo da alfabetização. E, em um país que ainda luta para alfabetizar todas as crianças na idade certa, iniciativas como essa tornam-se não apenas relevantes, mas imprescindíveis.
A Uníntese reafirma seu compromisso com a educação básica ao formar pedagogos capazes de transformar vidas por meio do ensino da leitura e da escrita. Como afirma Aline:
“O professor alfabetizador ilumina caminhos. Ele transforma histórias.”
Nesse contexto em que o Brasil precisa urgentemente de alfabetizadores qualificados, investir na própria formação é essencial. A Uníntese oferece uma preparação sólida e prática para quem deseja assumir esse papel com responsabilidade e excelência. Durante a Black Season, essa oportunidade se amplia: Pedagogia com até 68% OFF e Pedagogia + Ênfases com 65% OFF, incluindo acesso à Escola de Alfabetização.
É o momento ideal para se tornar o educador que o país precisa.
